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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Conseqüências da Separação



Bom seria se, por todos os nossos dias, acontecessem somente coisas que tínhamos projetado viver. No entanto, toda opção contrária à nossa vontade traz para a nossa realidade o compromisso de assimilar o novo.
É sabido que muitos casamentos correm riscos de um desfecho nada parecido com as alegrias que pensavam viver. Infelizmente, alguns casais chegam a considerar a separação conjugal como a solução de seus problemas, embora tenham feito o voto de viver juntos por toda a vida. Diante das exigências do relacionamento, podem querer abandonar o compromisso assumido, desejando, assim, recuperar o tempo que acreditam ter perdido, saindo em busca da “felicidade” que consideram ter deixado para trás.
 
Aqueles que, anteriormente, apresentavam-se abraçados em fotografias, talvez, tenham se comportado, ao longo da vida conjugal, indiferentes ou displicentes aos cuidados e carinhos necessários para a renovação do amor, sentimento que os fez investir no casamento eterno. Por mais plausíveis que sejam as razões da separação, haverá outros traumas secundários, que implicarão na vida familiar, especialmente, quando dessa relação vieram os filhos. 
 
Pois como sabemos: “Na disputa entre o mar e o rochedo quem sofre são os mariscos”. Para os filhos, – encarar a realidade de ter seus pais vivendo em casas separadas – poderá ser um problema, tendo em vista que a referência de família e o sinônimo de proteção, que todos temos, são compostos de pai, mãe e filhos. 
 
Muitos são os relatos de filhos que experimentaram os dissabores da ruptura do casamento de seus pais. Dúvidas surgem na cabeça deles diante dessa desagradável surpresa, pois a quem irão recorrer? Quem vai ajudá-los a solucionar os impasses e inseguranças que vão aparecer ao longo de suas vidas? Ou com quem deverão morar? (Isso, quando essa escolha lhes é permitida). Além de não poderem contar com o esteio familiar como antes, deverão fazer a difícil opção entre aqueles que por eles são igualmente amados. Tudo isso significaria colocar sobre seus os ombros uma responsabilidade muito além de suas próprias forças.
Em meio a tantas situações complicadas de se gerir, não será difícil perceber no comportamento deles [filhos] a presença do medo, sentimentos de revolta, raiva, incompreensão, desconforto, além da sensação de abandono, entre outros.Antes que as conseqüências dos atos dos pais repercutam na vida daqueles que se sentem impotentes diante das dificuldades dos adultos, certamente, será importante que os cônjuges falem um ao outro o que realmente desejam e esperam como contribuição para o reaquecimento da relação. 
 
Muitas vezes, nessas ocasiões a ajuda de um profissional na área da pscicologia será também de grande valia. (...)Em mar revolto, marinheiros não içam velas”. Estabelecer a disposição comum em reviver as simples coisas que foram deixadas para trás, será a chave para alcançar o sucesso no casamento.
Deus abençoe a todos, 
 
José Eduardo Moura
 
webenglish@cancaonova.com Missionário da Comunidade Canção Nova, trabalhando atualmente na na Fundação João Paulo II no Portal Canção Nova.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Controle de Natalidade X Regulação Natural



Controle de Natalidade vs. Regulação Natural

Quem propõe o "controle da natalidade" por meios artificiais o fazem movidos por vários mitos à respeito dos métodos naturais de regulação da natalidade:
"são antiquados e poucos eficazes" "são muito complicados" "são inviáveis"
Mas a Verdade é outra:
Os métodos naturais, especialmente os mais modernos, têm o suporte científico mais desenvolvido e consistente.
Dado que respeitam os ritmos naturais da pessoa, uma vez aprendidos, os métodos naturais se incorporam facilmente ao ritmo da vida das pessoas.
Os métodos naturais não têm nada de inviáveis. Certamente supõem o diálogo, o autodomínio e a corresponsabilidade do casal, mas isto, em vez de uma desvantagem, é o grande benefício comparativo dos métodos naturais que nenhum método artificial poderá jamais dar: compreensão, respeito mútuo, diálogo do casal e a conseqüente contribuição ao desenvolvimento integral de cada uma das pessoas.

Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde, os métodos naturais de planejamento familiar demonstraram possuir uma ampla superioridade sobre os métodos artificiais (anticoncepcionais-abortivos) em diversos aspectos. Em tais estudos demonstrou-se que eram fáceis de aprender e de aplicar pela mulher em qualquer que fosse seu nível cultural (demonstrou-se que podem ser aprendidos e aplicados com êxito inclusive por mulheres carentes de instrução mínima), que eram aceitos com preferência aos métodos artificiais e, o mais importante, revelaram-se sumamente eficazes em evitar a gravidez. A todas estas vantagens agrega-se que por sua natureza respeitam a integridade e dignidade da pessoa humana sem lesionar seus direitos.
Um estudo multicêntrico, que abarcou importantes cidades de diversos pontos do mundo e distantes entre si (Auckland, Bangalore, Manila e El Salvador) demonstrou que 93% das mulheres férteis estava em condições de reconhecer e interpretar o momento de fertilidade desde seu primeiro ciclo menstrual (destaca que o grupo de El Salvador incluía 48% de analfabetas). O estudo conclui que as probabilidades de concepção nos períodos determinados como inférteis era de 0,004%, quer dizer, menos de meio por cento.Em contraposição aponta-se que o índice de gravidezes utilizando métodos artificiais para o controle da natalidade, varia de 1% (pílulas combinadas estrógeno-progesterona) até 20-23% em usuárias de anticoncepcionais orais.
Em um estudo realizado em Calcutá, Índia, sobre a eficácia do Método da Ovulação, informou-se de uma porcentagem próxima a 0 (zero) sobre uma população total de 19.843 mulheres pobres e de diversas crenças religiosas (57% hindús, 27% islâmicas, 21% cristãs).
As conclusões do estudo da Organização Mundial da Saúde sobre a eficácia do Método da Ovulação foram as seguintes:
Por meio de ecografia ovárica determinou-se que os sintomas do muco cervical identificam com precisão o momento da ovulação.
Todas as mulheres, de qualquer nível cultural e educacional podem aprender o método da observação do muco cervical para reconhecer quando ocorre a ovulação.
A evidência mundial sugere que os métodos de controle natal, abstendo-se da relação sexual na fase fértil identificada pelos sintomas da ovulação, são equivalentes àqueles dos anticoncepcionais artificiais.
O estudo realizado entre 20.000 mulheres pobres em Calcutá, com uma porcentagem de gravidez próxima a zero, complementado com outros estudos em países em desenvolvimento, demonstram a efetividade do Planejamento Familiar com Métodos Naturais.
Os usuários do método estavam satisfeitos com a freqüência da relação sexual sugerida por este método de planificação familiar, o qual é econômico e pode ser especialmente valioso para os países em desenvolvimento (Cf. R.E.J. Ryder, British Medical Journal, Vol. 307, edição de 18 de setembro de 1993, pp. 723-725).
Comparando os dois métodos naturais mais seguros, os índices de efetividade são bastante parecidos (Cf. Dra. Zelmira Bottini de Rey, Dra. Marina Curriá, Instituto de Ética Biomédica, Curso de Planificação familiar natural, Universidad Católica Argentina Santa Maria dos Buenos Aires, abril de 1999):
-o índice para o Método da Ovulação ou Billings é 96.6% (Cf. American Journal of Obstretics and Gynecology, 1991).
-o índice para o Método Sintotérmico é de 97.7% (idem).
-o índice para o Método Sintotérmico em matrimônios altamente motivados para evitar a gravidez é de 97.2% (Cf. Guia para a prestação de serviços de PFN. OMS. Genebra, 1989).
Estes são índices muito altos e certamente não só alcançam mas que superam a muitos dos métodos artificiais mais eficazes. Lamentavelmente, as campanha de descrédito dos métodos naturais respondem não a bases científicas mas a preconceitos ideológicos e interesses econômicos.

Fonte: ACI Digital


http://www.acidigital.com/vida/natal-natural.htm

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sexualidade Conjugal - Fidelidade e Exclusividade


Fiel e exclusivo: fins da sexualidade conjugal

Por: Nancy Escalante
Partimos do fato que a sexualidade é um dom mútuo, é união da carne de duas pessoas, homem e mulher, é o ato através do qual eles se tornam uma só carne. Aqui existe uma dimensão espiritual; quando se realiza, expressa e manifesta a ação unitiva que procede do amor conjugal. É através do ato conjugal que se realiza a doação-entrega-recepção, sendo um ato de amor conjugal com uma dimensão unitiva. Neste sentido, somente o amor divino conhece uma união amorosa mais profunda do que a elevada ao sacramento do altar.
São Tomás de Aquino explica que, através do matrimônio, o homem e a mulher formam uma comunidade com a finalidade de ajudar-se na vida matrimonial e familiar. Neste sentido, o fato de que a sexualidade humana não somente aconteça em períodos de fertilidade da mulher indica que – além da dimensão procriadora – existe a dimensão unitiva, sendo que o ato conjugal é algo mais do que o encontro entre dois sexos, é o encontro entre duas pessoas.

A dimensão amor–unitiva e a dimensão procriadora se encontram fundidas em um só ato e são inseparáveis. Portanto a fecundação é a expressão do amor conjugal que, por ser pleno e total, une os esposos, dando lugar à transcendência do amor e do seu ser.O ato sexual conjugal, ao ser um ato de amor, deve estar ordenado à união e, portanto, à procriação.
O Concílio Vaticano II afirma (const. Gaudium et spes, 50): “O matrimônio não é somente para a procriação, mas a natureza do vínculo indissolúvel entre os cônjuges e o bem da prole exigem que o amor mútuo dos esposos se manifeste e amadureça”.
A finalidade amorosa-unitiva é, por natureza, a finalidade imediata do ato conjugal, ou seja, personaliza o ato conjugal.Quanto à finalidade procriadora, trata-se do ato natural da pessoa-homem que fecunda a pessoa-mulher, é o ato de fecundação dirigido, portanto, a gerar filhos. Assim se explica o que ensina o Concílio Vaticano II, o matrimônio e o amor conjugal se ordenam à prole. Portanto:O ato conjugal, como expressão e manifestação do amor conjugal, não é lícito nem honesto fora do casamento.

A relação sexual extra matrimonial é uma falsidade, não é um ato de amor verdadeiro, ao contrário, é um ato egoísta.Tudo que for contra os fins do matrimônio é desonesto, como o uso de preservativos, o onanismo, a sodomia, a masturbação e a bestialidade, que constituem graves degradações do amor homem-mulher, uma vez que despersonalizam e vão contra a dignidade e a natureza da pessoa humana.Privar a sexualidade de sua potência procriadora, por qualquer meio, seja cirúrgico, mecânico ou químico, degrada e destrói o amor conjugal, e quando se chega ao aborto ou ao infanticídio se comete, além disso, um crime contra a vida humana.

De acordo com Gen 2, 18-24 e com a const. Gaudium et spes (n. 48), o casamento é a comunidade formada pelo homem e pela mulher unidos nas potências naturais do sexo, formando uma unidade na natureza que é, por sua vez, uma comunidade de vida e de amor.Esta comunidade de homem e mulher é a sociedade primária e nuclear da Humanidade: o núcleo fundador da família, primeira expressão da sociabilidade humana: (const. Gaudium et spes, 12).Segundo afirma o Concílio no c. 1055, e considerando o casamento um consórcio para toda a vida, ordenado – por sua própria índole natural – ao bem dos cônjuges e a geração e educação da prole, resulta óbvio que o bem dos cônjuges compreende a ajuda e o serviço mútuo.Neste sentido, com base nos textos bíblicos, o texto-chave é Gen 2, 18-24:Não é bom que o homem esteja sozinho; a pessoa humana é social por natureza, com uma essencial abertura ao outro pelo amor e pela cooperação em tarefas comuns.

Diante da solidão do primeiro homem, Deus propõe dar-lhe uma ajuda e essa ajuda é uma mulher. Ambos se unem como esposos, formando o primeiro núcleo familiar, a primeira comunidade conjugal, baseada na ajuda mútua e, pela diferenciação sexual, na geração e educação dos filhos. Este é o bem dos cônjuges, ao qual o casamento está dirigido. É preciso interpretar esta ajuda recíproca como própria de uma comunidade de vida e de amor, como uma relação interpessoal para o aperfeiçoamento recíproco material e espiritual, ao mesmo tempo que de participação na tarefa comum que o casamento supõe: a família, isto é, o lar, os filhos, as necessidades da vida pessoal e privada, etc.
Quanto ao bem dos cônjuges, trata-se de uma finalidade obtida pelo mesmo casamento, ou seja, pela vida matrimonial que torna o casamento uma comunidade de vida e de amor. O casamento contém em si tudo o que for preciso e conveniente para a obtenção desses fins. São, portanto, fins imediatos, e deles o casal recebe suficiente razão de ser e de bondade.
A finalidade da procriação e educação da prole não é a finalidade imediata do casamento, embora os filhos sejam concebidos no casamento, através do dom mútuo. É, portanto, a finalidade última, porque a comunidade conjugal está ordenada a procriar e educar os filhos no seio familiar: por este motivo, o matrimônio deve ser o núcleo da família.

Gaudium et spes, 50.BibliografiaJuan Pablo II. Homem e Mulher: Teologia do corpo. 3ra edição. (1999) Ed. Palabra.Sarmiento A. El matrimonio cristiano. Ed Eunsa. Navarra. Espanha.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Método Billings - o que é?

MÉTODO DE PLANEJAMENTO NATURAL DA FAMÍLIA


O Método Billings ou Método da ovulação, é conhecido assim, por ter sido descoberto pelo casal Billings há mais de cinqüenta anos.
Resumidamente, este método, consiste na leitura dos sinais do corpo da mulher, que se fazem presentes visivelmente ou pela sensação daquilo que está ocorrendo dentro de seu ciclo.
Com este método é possível a mulher saber exatamente o período em que está fértil ou infértil, preparada ou não a conceber uma vida se houver uma relação sexual. Para a eficácia do método, é importante a mulher aprender a se conhecer e é muito importante ainda que o homem também conheça o método, pois, é fundamental o diálogo do casal que opta pelo método natural. Sem o diálogo e o entendimento por parte dos dois, dificilmente o método funcionará.
Não vá confundir este método com a antiga tabelinha. Este método não é uma tabelinha e nem uma tabelinha atualizada. Pesquisas da Organização Mundial da Saúde apontaram 97% de eficácia do método. Pesquisas realizadas na prática (por mais de trinta anos) pelo CENPLAFAM – Confederação Nacional de Planejamento Natural da Família – comprovam que o método chega a atingir 99, 8% de eficácia.
As “falhas” que porventura aconteçam, geralmente provém de falha na utilização do método e não do método em si. E afinal das contas: Filho não é falha! É bênção!
Portanto, este é o método mais seguro que se conhece. É eficaz, natural, não faz mal à saúde do corpo e da alma, não tem contra-indicações, não mutila o corpo (como a vasectomia e a laqueadura), não provoca aborto, e tem a aprovação e bênção da Igreja e de Deus.
Não é minha intenção neste livro, ensinar e detalhar o método. Já existe literatura suficiente sobre o assunto e de fácil acesso nas boas livrarias católicas.
Para saber mais sobre o método, você pode entrar em contato conosco, da Comunidade Sagrada Família, através do site, e-mail, endereço ou telefone divulgados ao final deste livro.
Que a Sagrada Família te abençoe e te conceda ser feliz na escolha de sua vocação!
(Extraído do Livro: "Namoro, Tempo ou Passatempo?" de Italo Fasanella - Ed. Palavra e Prece)

Alguns livros muito esclarecedores sobre o método:

- O MÉTODO BILLINGS - Edições Paulinas.
- Ensinando o Método da ovulação Billings - Paulus Editora.
- Amor e Fertilidade Método da ovulação (Mercedes Arzú Wilson) - Edições Loyola


Fonte: Comunidade Sagrada Família de SP

http://www.sagradafamilia.org.br/formacao5.htm

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Males da Pílula

A PÍLULA É PERIGOSA

A pílula é particularmente perigosa para os adolescentes menores de 17 anos. Ela contém um poderoso hormônio que afeta a principal glândula encarregada de coordenar o processo de crescimento. A pílula pode impedir que seus ossos se endureçam como deveriam, pode deixá-lo estéril, pode impossibilitar você de engravidar futuramente quando desejar ter um filho, e pode causar flebites (inflamação nas veias) ou trombose (formação de coágulos nos vasos sanguíneos). Inclusive, de acordo com as investigações, a pílula reduz a acidez da vagina (que ajuda a combater os vírus) e debilita o sistema imunológico.

Muitas infecções da bexiga e as herpes infecciosas não parecem ceder, a menos que a mulher infectada deixe de tomar a pílula3.
Tudo isso predispõe à mulher não só às infecções vaginais mas também às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS1. Por último, a pílula às vezes não impede a ovulação e causa abortos nas primeiras etapas da gravidez.


PARA QUÊ CORRER RISCOS?


Nos EUA há mais de 40 milhões de pessoas (na maioria mulheres e bebês) que contraíram doenças sexualmente transmissíveis2.
75% das mulheres e 15% dos homens que contraíram clamídia não apresentam sintomas. Esta doença pode causar danos a vista ou produzir pneumonia em um bebê recém nascido. Uma pessoa pode estar infectada por 2 a 6 meses, sem que apareçam os sintomas do vírus papiloma humano (HPV), que se acredita ser o causador do câncer de útero. A maioria das mulheres que contraem gonorréia (80%) não manifestam sintomas, e inclusive existe um novo tipo de gonorréia que a penicilina não pode curar. A mãe pode transmitir a doença ao bebê durante o parto e causar cegueira. Esta doença é a mais comum entre os jovens estudantes




1. Frances French. Living World, 1988, e Escoge la Vida, nov.-dic. De 1991.

2. Carta da American Social Health Association, assinada por sua diretora executiva, Peggy Clarke.

3. The Doctor's Case Against the Pill, Barbara Seaman, 1980.



Fonte: Pró Vida Família

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc78807

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Camisinha - O Mito do Sexo Seguro

OS PRESERVATIVOS NÃO ELIMINAM OS RISCOS

Utilizar preservativos para impedir o contágio da AIDS é como jogar um roleta russa, é colocar a vida em jogo. Em 1987, 20% dos preservativos submetidos a testes pela FDA (Administração de Drogas e Alimentos dos EUA) apresentaram defeitos, um número bem maior que o permitido. Segundo o Centro para o Controle de Doenças, de 3 a 36% dos preservativos falham e; não impedem a gravidez. O vírus da AIDS é 3 vezes menor que o vírus causador da herpes, 6 vezes menor que a treponema pallidum que causa a sífilis e 450 vezes menor que o espermatozóide. Se o preservativo permite tantas gravidezes indesejadas, imagine quantas vezes mais não deixará passar o vírus da AIDS? No que se refere à AIDS, os preservativos são eficazes apenas em 70%1.

Os preservativos apresentam, ainda, outros riscos. Há informações de graves reações alérgicas como inflamação, coceira e transtornos respiratórios2. Inclusive, segundo a FDA, em 1990, uma pessoa morreu como consequência de uma dessas reações3. Os preservativos, os diafragmas e outros contraceptivos de barreira podem predispor a mulher à pré-eclampsia, uma complicação da gravidez que, às vezes, pode resultar em morte4.

A herpes simplex II é extremamente contagiosa e não tem cura. 50% dos bebês cuja mãe contrai herpes morrem e os outros 50% podem nascer com lesões no cérebro, nas vistas ou na pele. A sífilis pode causar cegueira, paralisia, demência, infecções cardíacas e, às vezes, a morte. Quantas pessoas que contraíram estas doenças sexualmente transmissíveis pensavam que não corriam risco nenhum?
Lembre-se, algumas destas doenças são incuráveis, podem deixar você estéril, predispor ao câncer do útero e inclusive levá-lo à morte. Outras podem ser muito dolorosas ou irritantes. Todo ano, nos EUA, um de cada seis adolescentes contrai uma doença sexualmente transmissível. Mais de 100.000 bebês sofrem as consequências destas enfermidades, entre as quais se encontram a cegueira, infecções do cérebro, defeitos congênitos e até a morte5.



BIBLIOGRAFIA
1. Margaret Fischi, et al, "Evaluation...), Journal of the AMA e Washington Post, 6 de fevereiro de 1987.
2. Washington Times, 1 de novembro de 1990.
3. Los Angeles Times, 28 de maio de 1990.
4. Journal of the AMA, 8 de dezembro de 1989 e HLI Reports, fevereiro de 1990.
5. Carta da American Social Health Association, assinada por sua diretora executiva, Peggy Clarke.



Fonte: Pró Vida Família

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc78807

terça-feira, 30 de abril de 2013

Que método devo usar para não engravidar?

10 motivos para usar os métodos naturais.


Dez motivos para usar os métodos naturais
Por: Rosario Alfaro Martínez


1. Uma vez que se aprende a utilizar, são fáceis, seguros e confiáveis.


2. Aumentam a comunicação entre os cônjuges, ao cooperar com a natureza para o bem-estar físico e moral de ambos.


3. Ajudam a integração do casal, na medida em que os métodos naturais exigem uma completa comunicação e cooperação entre os esposos.


4. São gratuitos, portanto, não é preciso dinheiro para utilizá-los.


5. Estão baseados no respeito, diálogo, responsabilidade comum e autocontrole. Com esta abordagem, os cônjuges vão exercitar sua capacidade intelectual em um terreno que, até bem pouco tempo atrás, alguns tinham considerado puramente instintivo e fora do arbítrio da inteligência.


6. Os métodos naturais fazem com que cada cônjuge amadureça psicologicamente, de forma constante, tratando de ser menos egocêntrico e indo ao encontro do outro.


7. O amor, o respeito e a doação de um ao outro são a chave da regulação natural da fertilidade: a comunicação e o diálogo devem fluir entre os cônjuges, os dois devem saber em que etapa de seu ciclo a mulher se encontra.


8. Os métodos naturais são sistemas que postulam um total e absoluto respeito à vida porque respeitam a ordem natural e possibilitam que o amor conjugal se expresse através da relação sexual, sem que haja probabilidade de gravidez, mas, com a consciência de quando será possível conceber.


9. Os métodos naturais exigem uma maturidade psicossocial, que é a harmonia estável entre o coração e a cabeça, entre sentimento e inteligência.


10. Tem sido comprovado que a taxa de divórcios diminui, quando o casal utiliza métodos naturais. A média de casais que se divorciam atualmente no mundo é de aproximadamente 50%, dos quais se comprovou que somente 2% usam métodos naturais.

Fonte: Site Almas


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A quem se interessar, indicamos o método Billings como o melhor dos métodos naturais.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Aprendendo a Amar - Clube da Castidade

Aprendendo a Amar - Clube da Castidade

Segue uma proposta reservada para os fortes, os corajosos, os que realmente assumiram sua fé e a vontade de Deus em suas vidas!!

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Nosso clube tem como objetivo primordial incentivar todos os membros da Igreja Católica a viver a castidade sob a perspectiva do AMOR, partimos desta premissa porque todos nós temos a capacidade de aprender a amar pelo simples fato de ser pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus e Deus é amor.
Devemos entender que a castidade não se limita a não ter relações sexuais, ela vai além e significa aprender a amar.
A castidade é:
Ordenar nossos afetos e orientá-los ao amor, de acordo com nosso estado de vida.
Aprender a amar os demais de forma sadia e como merecem ser amados.
Uma virtude e um dom que deve ser trabalhado dia a dia.
Saber que somos frágeis, fracos e que podemos cometer erros mas sempre temos a oportunidade de viver uma segunda virgindade (que significa, de agora em diante, não ter relações sexuais até o matrimônio).
A castidade NÃO é:
Reprimir sua sexualidade mas ordená-la.
Encerrar-se em si mesmo mas amar o outro de acordo com seu estado de vida.
Somente ser virgem: um casado é casto quando é fiel a seu cônjuge.
Ter uma boa moral sexual: a castidade é fazer o que está certo por amor e não por lei.
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PROMESSA DE CASTIDADE
Amado Jesus:
Hoje, em um ato de plena convicção, desejo prometer-te que vou ordenar os meus afetos e orientá-los ao amor, de acordo com o meu estado de vida.
Ajuda-me a aprender a amar, a mim mesmo e aos próximos, de forma sadia e como merecem ser amados, por isso peço que me ajudes a lutar todos os dias para viver a virtude da castidade.
Não permitas que eu tenha para com ninguém outra dívida que não seja a do amor, aquele amor que não usa o outro como um objeto de prazer, mas que eu possa reconhecer o Teu rosto em cada um, porque todas as pessoas foram feitas à Tua imagem e semelhança.
E se, em algum momento, por minha fraqueza, eu chegar a “brincar” com o amor e não for suficientemente forte para ser casto, então tem misericórdia de mim e auxilia-me para eu voltar ao caminho adequado.
Hoje, quero abrir as portas do meu coração e da minha vida para Ti –Jesus – que és Amor e te peço que fiques comigo e me ensines a amar e a ser casto, transforma o meu coração e ajuda-me a nascer de novo.
Permite que Maria seja a minha mãe, que me cubra com o seu manto e venha viver no meu coração, para que ela, que é modelo de castidade e de amor, guarde o meu coração e a minha vida para Ti.
Amém.
Aos que quiserem participar do grupo, ou deixar seu testemunho, ajudando assim a outros católicos, segue o link para inscrever-se:

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Casar é difícil?



CASAR É DIFÍCIL





O sorriso plácido da vovozinha que completava 50 anos de casada e a frase que ela disse logo após as bodas resume o conceito de um casamento cristão.




-Casar é difícil, mas, é uma benção!- foi o que disse olhando para o seu marido que lhe afagava as mãos.




Em poucas palavras, esta mulher simples sem muito estudo, resumiu a teologia e a pastoral do casamento católico:- Estamos juntos não porque é fácil, mas por que Deus nos deu esta benção de um ser a rima do outro por toda a vida.





Na verdade, uma mulher que se sente chamada a gerar filhos vai precisar de um homem, que também se sente chamado a gerar filhos e ele precisará dela. Mas, antes de gerarem o filho precisam gerar e administrar o seu relacionamento, nascido da mútua adoção e do amor que evoluiu.




Primeiro foi preciso a admiração e o respeito de um pelo outro. Um sabia que poderia qualificar e ser qualificado pelo outro. Há coisas que um homem não tem e por isso precisa de uma mulher para completá-lo; há coisas que uma mulher não tem e ela precisa de um homem para completá-la.





Cada ser humano vem com algum detalhe. Alguns vêem cheios de detalhes especiais que não só os qualificam, mas também qualificam quem com eles convivem. Quando dois seres humanos, um feminino e outro masculino se amam, a união dos dois pode gerar um sólido edifício chamado lar. Tal edifício pode durar séculos e séculos, geração após geração porque foi bem fundamentado e cimentado.




Mas formar família é difícil.





Se fosse fácil não haveria praticamente um divórcio para cada dois casamentos, como acontece em alguns países. No Brasil você sabe se a família vai bem. Olhe ao seu redor e no seu quarteirão de cidade grande ou no seu bairro de gente pobre. Depois, preste atenção nas pessoas famosas na televisão, no mundo da canção, no mundo da moda, nos esportes e na política. Um grande número deles teve sucesso na carreira, mas nem sempre no amor.




Há sempre a tendência ao egoísmo, a mania de ressaltar o nosso “eu”, a insistência nos nossos direitos mais do que nos nossos deveres.





O casamento é direito, mas tem muitos deveres inalienáveis. É feito de “sim”, mas passa por muitos “não”. É delícia, mas também, é renúncia.




Não se pode fazer o que se quer depois de casado. Não se pode ir onde se quer e nem gastar o que se quer, porque existe o outro e alguns pequenos outros a precisar de atenção especial.Por isso, quem não é capaz de renúncia, quem adora demais o seu próprio “eu”, não se case.





Na mesma esteira quem gosta demais de si mesmo e não cuida da sua comunidade, não se candidate a nenhum cargo político e nem queira ser padre ou pastor.




Se acharmos que o outro é sem importância não estaremos aptos para nada. Se nos importarmos com ele estaremos prontos para a vida. Estava certa a velha senhora ao definir os seus 50 anos de casada. É difícil, mas é uma benção. Seguramente ela descobrira a importância do outro!




Pe. Zezinho, SCJ