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sexta-feira, 31 de maio de 2013

A Bíblia e o Celular


Recebi essa mensagem por e-mail, e achei muito legal... quero partilhá-la com vocês nessa sexta feira.

Abraços e bom fim de semana!!


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Já Imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que nós tratamos o nosso celular ?

E se carregássemos a nossa Bíblia na nossa bolsa ou bolso ?
E se nós déssemos uma olhada nela varias vezes ao dia ?
E se voltássemos para apanhá-la quando esquecêssemos dela em casa ?
E se a usássemos para receber mensagens de texto ?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela ?
E se a déssemos como presente para as crianças ?
E se a usássemos quando viajamos ?
E se a usássemos em caso de emergência ?


Mais uma coisa. Ao contrario do nosso celular nós não precisamos nos preocupar com a nossa Bíblia ser desconectada pela companhia telefônica porque Jesus já pagou a conta. E o melhor de tudo, não cai a ligação !

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Entendendo a Teologia da Libertação


Vamos entender um pouco sobre a Teologia da Libertação?

A Teologia da Libertação

Por D. Fernando Arêas Rifan
Com a visita do Santo Padre, alguns remanescentes da Teologia da Libertação levantaram de novo a voz, o que nos obriga a recordar o ensinamento do Magistério da Igreja sobre o assunto.A Teologia da Libertação surgiu como reação às escravidões sociais e econômicas, que todos lamentamos, mas enfatizando demasiadamente a linha social em detrimento da espiritual, tentando reduzir o Evangelho da salvação a um evangelho terrestre e, pior, dentro de uma análise marxista, com rejeição da doutrina social da Igreja. 
 
Daí partem para uma releitura essencialmente política da Sagrada Escritura, baseada no racionalismo e no modernismo.Na verdade, o Evangelho de Jesus Cristo é mensagem de liberdade e força de libertação. Mas a libertação é antes de tudo e principalmente libertação da escravidão radical do pecado. Seu objetivo e seu termo é a liberdade dos filhos de Deus, que é dom da graça divina. Ela exige, por uma conseqüência lógica, a libertação de muitas outras escravidões de ordem cultural, econômica, social e política, que, em última análise, derivam todas do pecado e constituem outros tantos obstáculos que impedem os homens de viver segundo a própria dignidade.Jesus viveu num tempo de opressão social do povo de Deus pelos romanos, mas não adotou o método da teologia da libertação e sim da teologia da salvação. 
 
A sua pregação das virtudes e o combate aos vícios da alma terminaram por criar uma sociedade mais justa e solidária, sem necessidade de se imiscuir na política e nas lutas sociais.
 
Na Profissão de Fé do Povo de Deus, Paulo VI exprimiu bem a fé da Igreja: "Nós professamos que o Reino de Deus iniciado aqui na Terra, na Igreja de Cristo, não é deste mundo, cuja figura passa, e que seu crescimento próprio não se pode confundir com o progresso da civilização (...) mas consiste em conhecer cada vez mais profundamente as insondáveis riquezas de Cristo, em esperar cada vez mais corajosamente os bens eternos, em responder cada vez mais ardentemente ao amor de Deus e em difundir cada vez mais amplamente a graça e a santidade entre os homens. 
 
Mas é este mesmo amor que leva a Igreja a preocupar-se constantemente com o bem temporal dos homens (...) suas necessidades, alegrias e esperanças, seus sofrimentos e seus esforços".
 
Dom Fernando Arêas Rifan
Bisbo Titular de Cedamusa
 
Administrador Apostólico da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
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Para citar este artigo:
RIFAN, D Fernando Arêas. Apostolado Veritatis Splendor: A Teologia da Libertação. Disponível em http://www.veritati/s.com.br/article/4286. Desde 29/6/2007.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vida com Deus X Vida Sem Deus












"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6)

 
Achei excelente e por isso repasso, não tenho certeza do crédito, mas recebi de alguém que recebeu de www.twitter.com/comjesus_sempre, e realmente é um excelente trabalho...

Caso você esteja como na primeira história, ainda dá tempo de voltar atrás...

Abraços e bom fim de semana.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Anglicanos - Acolhida pela Igreja Católica

Igreja aceita adesão de fiéis anglicanos

Serão criados ordinariatos pessoais e conservarão suas tradições anglicanas
Por Carmen Elena Villa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 20 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- A Santa Sé anunciou nesta terça-feira em coletiva de imprensa a publicação de uma constituição apostólica de Bento XVI com a qual a Igreja Católica aceita o pedido de numerosos bispos, sacerdotes e fiéis anglicanos de entrar em comunhão plena e visível.

Esta disposição responde à solicitude de adesão de um grande número de anglicanos (informou-se que são “entre 20 e 30 bispos” anglicanos que pediram entrada na Igreja Católica), que se encontravam insatisfeitos com algumas modificações que se realizaram dentro desta Comunhão, entre elas a ordenação de mulheres no sacerdócio e no episcopado, a ordenação de clérigos que levam uma vida de convivência homossexual e a benção de casais do mesmo sexo.

Nova estrutura

No encontro com os jornalistas, que aconteceu na Sala de Imprensa da Santa Sé, o cardeal William Joseph Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, explicou as razões desta medida por parte da Igreja Católica.

“Os anglicanos que se puseram em contato com a Santa Sé expressaram claramente seu desejo, frente a uma plena e visível comunhão na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Ao mesmo tempo, nos falaram da importância de suas tradições anglicanas, que têm a ver com a espiritualidade e o culto, para seu próprio caminho de fé”, declarou o purpurado.

Sobre quando será publicada a constituição apostólica, na coletiva de imprensa se anunciou para “os próximos dias”. O Papa introduzirá “uma estrutura canônica que provê a uma reunião corporativa através da instituição de ordinariatos pessoais, que permitirão aos fiéis ex-anglicanos entrar na plena comunhão com a Igreja Católica, conservando ao mesmo tempo elementos do específico patrimônio espiritual e litúrgico anglicano”.

A figura dos ordinariatos pessoais, que não dependem das dioceses, recorda a figura da “prelazia pessoal” (a única que existe é o Opus Dei), ou os vicariatos castrenses, (dioceses sem território na qual um bispo representa a autoridade eclesiástica para os militares ou forças da ordem católicos e suas famílias, independentemente de onde se encontrem).

A constituição apostólica determina que o ordinário, o superior, “possa ser ou um sacerdote ou um bispo não casado” (os bispos anglicanos que batem às portas da Igreja Católica em geral estão casados).

Os ex-anglicanos que queiram aderir plenamente à Igreja formarão parte desta estrutura canônica, que contará com seu próprio bispo, seus próprios sacerdotes, seminaristas e fiéis.

Sacerdotes casados?

Dentro das adaptações à tradição anglicana, a nova constituição permitirá aos pastores anglicanos casados que passem a ser presbíteros dentro da Igreja Católica junto com sua esposa e sua família.

Esta exceção já se havia permitido desde 1994 quando, após a primeira ordenação de mulheres na Igreja Anglicana, vários sacerdotes desta confissão pediram sua adesão à Igreja Católica conservando seu estado clerical. A adesão lhes foi concedida de maneira individual.

Por sua parte, os bispos casados anglicanos serão recebidos na Igreja Católica, mas na qualidade de presbíteros. Esta medida se dá, segundo o cardeal Levada, por “razões históricas e ecumênicas”, pois tradicionalmente o ministério episcopal está ligado ao celibato.

O cardeal não foi explícito, mas segundo o costume, os pastores anglicanos recebidos no seio da Igreja como sacerdotes recebem a ordenação sacerdotal das mãos de um bispo católico.

Dado que isto implicará que estes antigos pastores anglicanos, ao entrar na Igreja Católica, irão se converter em sacerdotes católicos casados, alguns jornalistas perguntaram ao cardeal Levada se esta medida não criará confusão na Igreja Católica de rito latino, onde o sacerdócio está ligado ao celibato.

O purpurado norte-americano esclareceu que a nova estrutura canônica permite esta exceção, devido à fé sincera destes fiéis de origem anglicana, mas considerou que se for bem explicada, será bem compreendida por todos os fiéis da Igreja.

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Retirada dos Crucifixos

Retirada dos crucifixos tornaria o Brasil melhor?

Para cardeal, laicidade não autoriza repressão de ideias ou manifestações religiosas
SÃO PAULO, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).
O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, afirma a laicidade do Estado, invocada de forma frequente e equivocada, “não autoriza a repressão de ideias ou manifestações religiosas”.

Em artigo na edição desta semana do jornal O São Paulo, Dom Odilo comenta sobre uma uma ação civil pública, proposta no dia 31 de julho, para obrigar a União a retirar os símbolos religiosos de locais de ampla visibilidade e de atendimento ao público nas repartições dos órgãos federais no Estado de São Paulo.

O argumento da ação é que o Estado brasileiro é ‘laico’ e, por isso, a presença de tais símbolos seria contrária à Constituição. Dom Odilo esclarece que não há nada no texto constitucional que proíba a presença de símbolos religiosos nos espaços do Estado.

“Entendamos bem a laicidade do Estado: trata-se da clara separação entre Estado e Igreja, ao contrário daquilo que vigorava antes da República, quando o Brasil tinha no catolicismo sua religião ‘oficial’, explica o arcebispo.

O Estado brasileiro “não tem uma religião oficial, mas respeita a todas e deixa ao cidadão a liberdade da escolha; e também respeita a liberdade de ter ou não ter uma religião. A Igreja católica aceita isso, sem problemas”.

Por outro lado –prossegue o cardeal–, “a laicidade do Estado também significa que este não interfere nas Igrejas e religiões, de modo indevido, respeitando a sua autonomia interna para se organizarem, resguardados os princípios constitucionais”.

Dom Odilo considera que, “com demasiada frequência e facilidade, e de modo equívoco, é invocada a laicidade do Estado”. “Ela, certamente, não autoriza a repressão de ideias ou manifestações religiosas, a não ser que essas sejam claramente criminosas, como seria a incitação à violência ou a promoção de atos desonestos.”

“Nem poderia dar base à discriminação de cidadãos que confessam uma religião, negando-lhes o livre acesso às funções públicas, ou ao seu exercício; nem autoriza a desqualificação preconceituosa dos posicionamentos e ideias de cidadãos, pelo fato de serem membros de tal ou qual religião; nem poderia ser alegada para impor a toda a sociedade uma espécie de pensamento ‘oficial’, como único válido e com direito a ser levado em conta.”

Segundo o arcebispo de São Paulo, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos “faz parte da história e da cultura do povo e de suas livres manifestações; até agora, isso não foi visto como desrespeito ou ofensa à liberdade religiosa”.

“Ao contrário, a sua exclusão obrigada dos espaços públicos do Estado, de um momento para outro, poderia, isso sim, suscitar constrangimento e uma sensação de desrespeito a muitos brasileiros, e não somente católicos.”

Além disso –prossegue o cardeal–, “como a experiência mostrou durante mais de cem anos de República, a manutenção de símbolos religiosos em espaços públicos não levou o Brasil a ter uma religião oficial. Resta perguntar, se o Brasil ficaria melhor com a retirada dos símbolos religiosos”.
Fonte: ZENIT.org