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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Exemplo de Atitude, testemunho de amor à vida



A Irmã Lucy Veturse, da Bósnia, foi estuprada por soldados sérvios durante a guerra entre essas etnias da antiga Iugoslávia, após a queda do comunismo. Embora violentada e humilhada, ela não admitiu o aborto e preferiu ter que deixar a vida religiosa para criar seu filho, do que abortá-lo.

Seguem trechos* da carta emocionante que ela escreveu à sua Superiora:
"Revda. Madre Geral, Eu sou Lucy Veturse, uma das Junioristas que foram violentadas pelos milicianos sérvios ... acontecimento que atingiu a mim e às duas Irmãs Religiosas: Tatiana e Sendria. Seja´me permitido não descer a certos particulares do fato. Há experiências tão tristes na vida que não podem ser comunicadas para ninguém a não ser àquele Bom Pastor a quem me consagrei no ano passado com os três votos religiosos. "
(...)
"Escrevo, Madre, não para receber da senhora conforto, mas para que me auxilie a agradecer a Deus por me ter associado a milhares de minhas compatrícias ofendidas na honra e forçadas à maternidade indesejada. Minha humilhação junta´se à delas e, pois que não tenho outra coisa para oferecer para a expiação dos pecados cometidos pelos anônimos violentadores e para uma pacificação entre as duas opostas etnias, aceito a desonra padecida e a entrego à misericórdia de Deus."
(...)
"Deve mesmo haver alguém que comece a quebrar a corrente de ódio que deturpa, há tanto tempo, os nossos países. Ao filho que vier (se Deus quer que venha) ensinarei mesmo somente o AMOR. Ele, nascido pela violência, testemunhará, perto de mim, que a única grandeza que honra a pessoa humana, é aquela do PERDÃO".
Irmã Lucy Veturse

Que Deus dê forças a todas as mulheres do mundo que passam por essa horrenda provação, para seguir esse maravilhoso exemplo.

*para ler o texto inteiro, visite o Site Editora Cléofas
http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=MORAL&id=mor0096

terça-feira, 21 de maio de 2013

Controle de Natalidade X Regulação Natural



Controle de Natalidade vs. Regulação Natural

Quem propõe o "controle da natalidade" por meios artificiais o fazem movidos por vários mitos à respeito dos métodos naturais de regulação da natalidade:
"são antiquados e poucos eficazes" "são muito complicados" "são inviáveis"
Mas a Verdade é outra:
Os métodos naturais, especialmente os mais modernos, têm o suporte científico mais desenvolvido e consistente.
Dado que respeitam os ritmos naturais da pessoa, uma vez aprendidos, os métodos naturais se incorporam facilmente ao ritmo da vida das pessoas.
Os métodos naturais não têm nada de inviáveis. Certamente supõem o diálogo, o autodomínio e a corresponsabilidade do casal, mas isto, em vez de uma desvantagem, é o grande benefício comparativo dos métodos naturais que nenhum método artificial poderá jamais dar: compreensão, respeito mútuo, diálogo do casal e a conseqüente contribuição ao desenvolvimento integral de cada uma das pessoas.

Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde, os métodos naturais de planejamento familiar demonstraram possuir uma ampla superioridade sobre os métodos artificiais (anticoncepcionais-abortivos) em diversos aspectos. Em tais estudos demonstrou-se que eram fáceis de aprender e de aplicar pela mulher em qualquer que fosse seu nível cultural (demonstrou-se que podem ser aprendidos e aplicados com êxito inclusive por mulheres carentes de instrução mínima), que eram aceitos com preferência aos métodos artificiais e, o mais importante, revelaram-se sumamente eficazes em evitar a gravidez. A todas estas vantagens agrega-se que por sua natureza respeitam a integridade e dignidade da pessoa humana sem lesionar seus direitos.
Um estudo multicêntrico, que abarcou importantes cidades de diversos pontos do mundo e distantes entre si (Auckland, Bangalore, Manila e El Salvador) demonstrou que 93% das mulheres férteis estava em condições de reconhecer e interpretar o momento de fertilidade desde seu primeiro ciclo menstrual (destaca que o grupo de El Salvador incluía 48% de analfabetas). O estudo conclui que as probabilidades de concepção nos períodos determinados como inférteis era de 0,004%, quer dizer, menos de meio por cento.Em contraposição aponta-se que o índice de gravidezes utilizando métodos artificiais para o controle da natalidade, varia de 1% (pílulas combinadas estrógeno-progesterona) até 20-23% em usuárias de anticoncepcionais orais.
Em um estudo realizado em Calcutá, Índia, sobre a eficácia do Método da Ovulação, informou-se de uma porcentagem próxima a 0 (zero) sobre uma população total de 19.843 mulheres pobres e de diversas crenças religiosas (57% hindús, 27% islâmicas, 21% cristãs).
As conclusões do estudo da Organização Mundial da Saúde sobre a eficácia do Método da Ovulação foram as seguintes:
Por meio de ecografia ovárica determinou-se que os sintomas do muco cervical identificam com precisão o momento da ovulação.
Todas as mulheres, de qualquer nível cultural e educacional podem aprender o método da observação do muco cervical para reconhecer quando ocorre a ovulação.
A evidência mundial sugere que os métodos de controle natal, abstendo-se da relação sexual na fase fértil identificada pelos sintomas da ovulação, são equivalentes àqueles dos anticoncepcionais artificiais.
O estudo realizado entre 20.000 mulheres pobres em Calcutá, com uma porcentagem de gravidez próxima a zero, complementado com outros estudos em países em desenvolvimento, demonstram a efetividade do Planejamento Familiar com Métodos Naturais.
Os usuários do método estavam satisfeitos com a freqüência da relação sexual sugerida por este método de planificação familiar, o qual é econômico e pode ser especialmente valioso para os países em desenvolvimento (Cf. R.E.J. Ryder, British Medical Journal, Vol. 307, edição de 18 de setembro de 1993, pp. 723-725).
Comparando os dois métodos naturais mais seguros, os índices de efetividade são bastante parecidos (Cf. Dra. Zelmira Bottini de Rey, Dra. Marina Curriá, Instituto de Ética Biomédica, Curso de Planificação familiar natural, Universidad Católica Argentina Santa Maria dos Buenos Aires, abril de 1999):
-o índice para o Método da Ovulação ou Billings é 96.6% (Cf. American Journal of Obstretics and Gynecology, 1991).
-o índice para o Método Sintotérmico é de 97.7% (idem).
-o índice para o Método Sintotérmico em matrimônios altamente motivados para evitar a gravidez é de 97.2% (Cf. Guia para a prestação de serviços de PFN. OMS. Genebra, 1989).
Estes são índices muito altos e certamente não só alcançam mas que superam a muitos dos métodos artificiais mais eficazes. Lamentavelmente, as campanha de descrédito dos métodos naturais respondem não a bases científicas mas a preconceitos ideológicos e interesses econômicos.

Fonte: ACI Digital


http://www.acidigital.com/vida/natal-natural.htm

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Declaração da Pontifícia Academia para a Vida sobre A Pílula do Dia Seguinte



Declaração sobre a chamada "Pílula do día seguinte"


Como é comumente conhecida, a chamada pílula do dia seguinte recentemente foi posta à venda nas farmácias da Itália. Ela é um bem-conhecido produto químico (de tipo hormonal) que freqüentemente — mesmo na semana passada — tinha sido apresentado por muitos da área e pelos meios de comunicação de massa como um simples contraceptivo ou, mais precisamente, como um "contraceptivo de emergência", que se usado dentro de um curto tempo depois de um ato sexual presumivelmente fértil, deveria unicamente impedir a continuação de uma gravidez indesejada. As reações críticas inevitáveis daqueles que levantaram sérias dúvidas sobre como esse produto funciona, em outras palavras, que sua ação não é meramente "contraceptiva", mas "abortiva", receberam rapidamente a resposta de que tais preocupações mostravam-se sem fundamento, uma vez que a pílula do dia seguinte tem um efeito "anti-implantação", deste modo implicitamente sugerindo uma clara distinção entre o aborto e a intercepção (impedimento da implantação de um ovo fertilizado, isto é, o embrião, na parede uterina). Considerando que o uso deste produto diz respeito a bens e valores humanos fundamentais, a ponto de envolver as origens da própria vida humana, a Pontifícia Academia para a Vida sente a responsabilidade premente e a necessidade definitiva de oferecer alguns esclarecimentos e considerações sobre o assunto, reafirmando, além disso, as já bem conhecidas posições éticas sustentadas por precisos dados científicos e reforçadas pela Doutrina Católica.

1. A pílula do dia seguinte é um preparado a base de hormônios (pode conter estrogênio, estrogênio/progestogênio ou somente progestogênio) que, dentro de e não mais do que 72 horas após um ato sexual presumivelmente fértil, tem uma função predominantemente "anti-implantação", isto é, impede que um possível ovo fertilizado (que é um embrião humano), agora no estágio de blástula de seu desenvolvimento (cinco a seis dias depois da fertilização) seja implantado na parede uterina por um processo de alteração da própria parede. O resultado final será assim a expulsão e a perda desse embrião. Somente se a pílula fosse tomada vários dias antes do momento da ovulação poderia às vezes agir impedindo a mesma (neste caso ela funcionaria como um típico "contraceptivo"). De qualquer forma, a mulher que usa esse tipo de pílula, usa pelo medo de poder estar em seu período fértil, e assim pretende causar a expulsão de um possível novo concepto; sobretudo não seria realista pensar que uma mulher, encontrando-se na situação de querer usar um contraceptivo de emergência, pudesse saber exatamente e oportunamente seu atual estado de fertilidade.

2. A decisão de usar o termo "ovo fertilizado" para indicar as fases mais primitivas do desenvolvimento embrionário não pode de maneira alguma conduzir a uma distinção artificial de valor entre diferentes momentos do desenvolvimento do mesmo indivíduo humano. Em outras palavras, se pode ser útil, por razões de descrição científica, distinguir com termos convencionais (ovo fertilizado, embrião, feto etc.) os diferentes momentos em um único processo de crescimento, nunca pode ser legítimo decidir arbitrariamente que o indivíduo humano tem maior ou menor valor (com a resultante variação da obrigação de protegê-lo) de acordo com seu estágio de desenvolvimento.

3. É claro, então, que a comprovada ação "anti-implantação" da pílula do dia seguinte é realmente nada mais do que um aborto quimicamente induzido. Não é intelectualmente consistente nem cientificamente justificável dizer que não estamos tratando da mesma coisa. Além disso, parece suficientemente claro que aqueles que pedem ou oferecem essa pílula estão buscando a interrupção direta de uma possível gravidez já em progresso, da mesma forma que no caso do aborto. A gravidez, de fato, começa com a fertilização e não com a implantação do blastocisto na parede uterina, que é o que tem sido implicitamente sugerido.

4. Consequentemente, do ponto de vista ético, a mesma absoluta ilegalidade dos procedimentos abortivos também se aplica à distribuição, prescrição e uso da pílula do dia seguinte. Todos os que, compartilhando ou não a intenção, cooperam diretamente com esse procedimento, são também moralmente responsáveis por ele.

5. Uma outra consideração deveria ser feita com respeito ao uso da pílula do dia seguinte em relação à aplicação da Lei 194/78, que na Itália regula as condições e procedimentos para a interrupção voluntária da gravidez. Dizer que a pílula é um produto "anti-implantação", em vez de usar o termo mais transparente "abortivo", torna possível evitar todos os procedimentos obrigatórios requeridos pela Lei 194 a fim de interromper a gravidez (entrevista prévia, verificação da gravidez, determinação do estágio de crescimento, tempo para reflexão etc.), praticando uma forma de aborto que é completamente oculta e não pode ser registrada por nenhuma instituição. Tudo isso parece, então, estar em direta contradição com a aplicação da Lei 194, ela mesma contestável.

6. Finalmente, como tais procedimentos estão-se tornando mais disseminados, nós encorajamos fortemente a todos os que trabalham nesse setor a fazer uma firme objeção de consciência moral, o que gerará um testemunho prático e corajoso do valor inalienável da vida humana, especialmente em vista das novas formas ocultas de agressão contra os mais fracos e mais indefesos indivíduos, como é o caso de um embrião humano.


Cidade do Vaticano, 31 de outubro de 2000.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Males da Pílula

A PÍLULA É PERIGOSA

A pílula é particularmente perigosa para os adolescentes menores de 17 anos. Ela contém um poderoso hormônio que afeta a principal glândula encarregada de coordenar o processo de crescimento. A pílula pode impedir que seus ossos se endureçam como deveriam, pode deixá-lo estéril, pode impossibilitar você de engravidar futuramente quando desejar ter um filho, e pode causar flebites (inflamação nas veias) ou trombose (formação de coágulos nos vasos sanguíneos). Inclusive, de acordo com as investigações, a pílula reduz a acidez da vagina (que ajuda a combater os vírus) e debilita o sistema imunológico.

Muitas infecções da bexiga e as herpes infecciosas não parecem ceder, a menos que a mulher infectada deixe de tomar a pílula3.
Tudo isso predispõe à mulher não só às infecções vaginais mas também às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS1. Por último, a pílula às vezes não impede a ovulação e causa abortos nas primeiras etapas da gravidez.


PARA QUÊ CORRER RISCOS?


Nos EUA há mais de 40 milhões de pessoas (na maioria mulheres e bebês) que contraíram doenças sexualmente transmissíveis2.
75% das mulheres e 15% dos homens que contraíram clamídia não apresentam sintomas. Esta doença pode causar danos a vista ou produzir pneumonia em um bebê recém nascido. Uma pessoa pode estar infectada por 2 a 6 meses, sem que apareçam os sintomas do vírus papiloma humano (HPV), que se acredita ser o causador do câncer de útero. A maioria das mulheres que contraem gonorréia (80%) não manifestam sintomas, e inclusive existe um novo tipo de gonorréia que a penicilina não pode curar. A mãe pode transmitir a doença ao bebê durante o parto e causar cegueira. Esta doença é a mais comum entre os jovens estudantes




1. Frances French. Living World, 1988, e Escoge la Vida, nov.-dic. De 1991.

2. Carta da American Social Health Association, assinada por sua diretora executiva, Peggy Clarke.

3. The Doctor's Case Against the Pill, Barbara Seaman, 1980.



Fonte: Pró Vida Família

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc78807

terça-feira, 7 de maio de 2013

A verdade sobre as "Católicas pelo Direito a Decidir"







No ano 2000, a imprensa brasileira publicou um artigo por ocasião do Dia Internacional de luta contra a AIDS, entitulado "Doutrina católica sobre a fidelidade favorece epidemia, afirma teóloga", em que uma suposta "especialista católica" critica a Igreja por promover a castidade.

A "especialista" em questão era Yury Puello Orozco, representante do polêmico grupo feminista e abortista "Católicas pelo Direito a Decidir" no Brasil.

Que um grupo de mulheres que se proclamam católicas questionem um ensinamento tão fundamentado da Igreja, chamou a atenção de Jerson Lourenço Flores Garcia, representante do Movimento em Defesa da Vida (MDV). Por isso, Flores não duvidou em revelar a natureza nada católica das CDD e a que se dedicam.

Além de ensinar que se trata de uma organização abortista norte-americana e que seu objetivo principal é eliminar ao maior opositor do mundo contra o aborto, a Igreja Católica, Flores recorda em uma nota esclarecedora que as CDD se esforçam para convercer aos católicos de que o aborto é uma alternativa eticamente válida para as mulheres católicas, "desprezando e ridicularizando os ensinamentos fundamentais da Igreja, promovendo agressivamente a contracepção e o aborto".

Flores descreve um dos documentos mais característicos do grupo entitulado "Mulher… Corpo… Desejos… Direitos… Vida, Muita Vida", da autora Carolina Teles Lemos. Em tal publicação há surpreendentes interpretações de passagens bíblicas com freqüência citadas pelos católicos para falar do amor conjugal e da família, como Cântico dos Cânticos 4, 1-15, um fragmento de um apaixonado discurso do Rei Salomão à sua esposa.
Segundo a autora a passagem bem poderia se referir aos elogios de um namorado a sua namorada e não "se reduzir" ao matrimônio. Assim mesmo, Teles sustenta que quando Cristo disse que devemos buscar a "vida em abundância", quer dizer que não "gostaria que um bebê nasça com deficiências nem que as mulheres os tenha em momentos difíceis de sua vida", quer dizer que só os "humanos perfeitos" ou os concebidos em "determinados momentos" têm direito a viver.

Em outra parte da publicação, Teles se refere à passagem da Anunciação. "Quando o Anjo apareceu a Maria e lhe perguntou se queria ser a mãe de Deus, ela pensou muito primeiro, para depois dizer que sim.
Se Deus dá a Maria a oportunidade de decidir, temos que acreditar que nos dá a mesma chance, não acham?, questiona Teles. Segundo Flores, a intenção desta falácia é convencer ao leitor "de que a vontade humana deve se impor à vontade de Deus".


Entretanto, o pró-vida parece não se surpreender com estes argumentos, considerando a história do grupo fundado por Frances Kissling, uma mulher que viveu algum tempo em um convento das Irmãs de São José (EUA), e ao abandoná-lo dirigiu uma clínica de abortos em Nova York.
As CDD financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford.


Na América Latina sua agenda é clara:
-Apoiar a dissenção católica no tema do aborto e os contraceptivos.
-Proporcionar aos católicos uma "alternativa racional" à doutrina da Igreja.
-"Educar" sobre os direitos de saúde reprodutiva (aborto e anticoncepção sistemática) na América Latina.
Segundo Flores, as CDD não são católicas porque "perventem o sentido da liberdade humana. Ao interpretar os crimes contra a vida como legítimas expressões da liberdade individual, exigindo ou reconnhecendo legalmente o direito de matar, se subverte a base dos direitos humanos e se nega o direito à vida".
Católicos e abortistas?
O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos de Anápolis, precisa por sua parte que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as CDD são falsas católicas.
Segundo Padre Lodi, quando os católicos se sentem confundidos pelas argumentações a favor do aborto, simplesmente devem recorer a documentos eclesiais como a encíclica de João Paulo II, Evangelium Vitae, para constatar que os ensinamentos da Igreja vão na contra-mão da moral e o aborto sempre será algo mal por implicar a morte deliberada de um ser humano inocente.

O Padre Lodi sustenta que não se pode matar a um bebê nem sequer para salvar a vida da mãe porque ambas são vidas humanas independentes. Se teoricamente se dá o caso, nada se pode fazer e nunca é lícito "fazer o mal para que daí se tire o bem". Tanto a vida da mãe como a da criança são absolutamente iguais, acrescenta o sacerdote e precisa que ambos são "seres humanos criados a imagem e semelhança de Deus, possuidores de uma alma imortal e de um destino sobrenatural".

O Padre Lodi indica que o aborto tampouco é "lícito em casos de violação porque a repugnância contra o crime nunca poderá se converter em repugnância contra um inocente concebido. A vida sempre é um dom de Deus, ainda quando surge em circunstâncias pecaminosas".


Fonte: ACI Digital http://www.acidigital.com/controversia/direito.htm
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Complementando a matéria: para quem entrar no site, pode verificar que é uma verdadeira "estratégia" a utilização do nome "católicas", uma vez que não tem nada a ver com o pensamento católico, apoiando inclusive a "parada Gay" e indicando sites de homossexualismo.
Lembremos das palavras de Jesus: "Pai, Perdoa-lhes pois não sabem o que fazem" (Lc 23,34) e peçamos a Deus por essas irmãs que se deixam utilizar pelas artimanhas do demônio.
Equipe Ecclesiae Dei

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pornografia

Alguns aspectos em que a pornografia afeta a vida da família
Por: Cecilia Rivera (teóloga)

1. AS RELAÇÕES FAMILIARES SÃO SERIAMENTE AFETADAS 


Quando a conduta sexual se perverte, afeta fortemente todas as áreas da vida: a relação com Deus, conosco, com o cônjuge, com os filhos, com o sexo oposto em geral, e com todas as pessoas que são importantes na vida pessoal. A pornografia perverte a conduta sexual, sendo A FAMÍLIA a primeira vítima, porque é essencialmente antifamília:

a) exclui a procriação.

b) solapa e transtorna a relação de amor entre os esposos, pois o sexo vem a ser um prazer pessoal.

c) glorifica a freqüência, intensidade e longevidade dos poderes sexuais.

d) separa o sexo do amor e do compromisso.

e) o sexo fora do casamento é muito mais excitante devido à alteração química e a combinação de medo, culpa e fantasia. A combinação de culpa, medo e excitação sexual produz uma euforia com um “nível de decolagem” próximo ao êxtase.

f) promove a infidelidade, o adultério, a fornicação em todas as suas manifestações, como o incesto, a masturbação, a homossexualidade, a bestialidade, o sexo grupal, o sadomasoquismo, o abuso de mulheres e crianças.

Esta euforia impede as relações normais: nada de amor porque nenhuma experiência sexual normal será capaz de igualar as experiências anteriores vistas na pornografia, porque quando se ama e confia na pessoa com a qual se tem relações, se experimenta confiança e desaparece o risco, a culpa, a vergonha e todos estes sentimentos de perigo que tanto excitam.



2.- PROVOCA DEPENDÊNCIA

O que começa como uma simples curiosidade pode chegar a ser uma obsessão realmente destruidora; a excitação inicial raras vezes é suficiente e vai exigindo e precisando de material cada vez mais explícito e violento. Provoca mais dependência quando a pessoa começa muito jovem. Quatro passos caracterizam esta dependência:

1) dependência de material que exacerba a luxúria.

2) exigência de material mais explícito e violento.

3) aceitação cada vez mais fácil de material brutal e uma maior insensibilidade.

4) Impulso de atuar o que se vê.



3.- AGRIDE


Causa danos:

• à pessoa dependente: a pornografia pode causar danos mentais irreparáveis, prejudicando a lucidez e o controle que todo ser humano deve exercer sobre si mesmo, para não se tornar como um animal. A pornografia promove uma fantasia destruidora e negativa que isola dos demais, chegando a ser uma dependência especialmente solitária. Devido a que a pornografia sempre se desenvolve com a imaginação, é ali onde freqüentemente permanece, causando muitas vezes impotência porque é muito difícil que um casal se relacione na forma delirante mostrada pela pornografia.

• a seres inocentes: da pornografia derivam condutas como a violação.

• à sociedade: corrompe e desnaturaliza o DOM do sexo, que não deve ser separado do casamento e tem como finalidades a procriação e a união recíproca.

Corrompe a sociedade, pretendendo dar aos homossexuais e às lésbicas os mesmos “direitos” de expressão, assim como às prostitutas e aos que as exploram. Afirmar que as pessoas dedicadas ao tráfico de seres humanos, à escravidão e ao vício, ganham a vida “honradamente”, é como dizer que um ladrão, ou um pistoleiro, ganham a vida honestamente. Encontramos muitos casos de homicídio depois de violação; não é de estranhar porque essas vítimas (crianças, jovens, etc.) já eram vistas como objeto, como algo que se usa e depois, se atrapalha, pode ser destruído. O homicida dependente da pornografia está acostumado a ver as pessoas como meros objetos de prazer.



4.- A PORNOGRAFIA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Internet. A indústria da pornografia tem novos protagonistas: os sites da internet que substituíram as empresas tradicionais que operavam com vídeos e revistas. O barateamento da tecnologia de filmagem e edição permite a produção de material pornográfico a um custo ínfimo; além disso, a distribuição é facilitada pela internet. O anonimato e a interatividade explicariam o quantioso negócio do “sexo telefônico” que, nos Estados Unidos, movimenta quase um bilhão de dólares por ano. A realidade virtual permite ouvir, ver e tocar.

Fonte: Almas


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Inseminação... um erro?

Médico que foi famoso especialista em inseminação artificial diz: fiquei totalmente horrorizado quando percebi o que estava fazendo


Kathleen Gilbert

CHICAGO, EUA, 13 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico que outrora era famoso por seu trabalho no campo da fertilidade diz que desistiu horrorizado depois de perceber que o ramo de seu trabalho era parte da “crescente atitude médica de tratar os bebês como objetos” — um termo que ele diz que seus colegas simplesmente ridicularizavam.

“Faltam-me as palavras para lhe dizer que bem no fundo da minha alma cri que eu havia cometido um mal contra outras pessoas”, o Dr. Anthony Caruso, especialista em endocrinologia reprodutiva, disse para o canal de TV EWTN News num artigo de 9 de junho.

Caruso, que é católico, diz que desistiu de seu emprego e foi para o sacramento da confissão no mesmo dia. “Quando percebi o que eu estava fazendo, fiquei totalmente horrorizado”, dele disse para EWTN News. “Fiquei tão angustiado por ter levado tantos casais por um rumo errado”.

O especialista em fertilidade disse que inicialmente sua motivação era entrar nesse campo de trabalho para ajudar a levar felicidade a um casal infértil — mas desde então percebeu que o procedimento está envolvido em conflito com o ideal de sacrifícios que deve haver entre os cônjuges do casamento. “É… a ideia de que você pode ter tudo o que quiser, onde quiser, quando quiser”, disse ele.

O artigo da EWTN também destacou a carreira do Dr. Michael Kamrava, que está para perder sua licença médica em 1 de julho por seu papel no caso “Octomom”: Kamrava foi o médico que transferiu todos os doze embriões restantes de Nadya Suleman no útero dela, resultando no nascimento de óctuplos em janeiro de 2009.

Normalmente, os médicos que fazem inseminação artificial têm de transferir um máximo de quatro embriões em cada tratamento de fertilidade, e fazem aborto seletivo das crianças se mais de um ou dois bebês sobrevive — um procedimento Suleman recusou.

Caruso comentou que tal “atitude médica de tratar os bebês como objetos” é uma parte da mentalidade da inseminação artificial, onde abortar os bebês inconvenientes é um procedimento tanto rotineiro quanto incentivado.

“Você ficaria surpreso com o número de pessoas que chega a 23, 24 semanas de uma gravidez a partir de inseminação artificial que sofrem complicações de gravidez”, disse ele. “E elas dizem: ‘Não tem problema. Pode jogar fora’. Pois essencialmente elas podem simplesmente voltar e fazer tudo de novo”.

Enquanto isso, Caruso diz que sua conversão é praticamente exclusiva entre os especialistas de inseminação artificial nos Estados Unidos, fazendo dele um pária entre seus colegas.

“A maioria dos meus colegas me vê como um doido”, disse o médico.

Leia artigo completo, em inglês, de EWTN aqui.




Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

terça-feira, 30 de abril de 2013

Que método devo usar para não engravidar?

10 motivos para usar os métodos naturais.


Dez motivos para usar os métodos naturais
Por: Rosario Alfaro Martínez


1. Uma vez que se aprende a utilizar, são fáceis, seguros e confiáveis.


2. Aumentam a comunicação entre os cônjuges, ao cooperar com a natureza para o bem-estar físico e moral de ambos.


3. Ajudam a integração do casal, na medida em que os métodos naturais exigem uma completa comunicação e cooperação entre os esposos.


4. São gratuitos, portanto, não é preciso dinheiro para utilizá-los.


5. Estão baseados no respeito, diálogo, responsabilidade comum e autocontrole. Com esta abordagem, os cônjuges vão exercitar sua capacidade intelectual em um terreno que, até bem pouco tempo atrás, alguns tinham considerado puramente instintivo e fora do arbítrio da inteligência.


6. Os métodos naturais fazem com que cada cônjuge amadureça psicologicamente, de forma constante, tratando de ser menos egocêntrico e indo ao encontro do outro.


7. O amor, o respeito e a doação de um ao outro são a chave da regulação natural da fertilidade: a comunicação e o diálogo devem fluir entre os cônjuges, os dois devem saber em que etapa de seu ciclo a mulher se encontra.


8. Os métodos naturais são sistemas que postulam um total e absoluto respeito à vida porque respeitam a ordem natural e possibilitam que o amor conjugal se expresse através da relação sexual, sem que haja probabilidade de gravidez, mas, com a consciência de quando será possível conceber.


9. Os métodos naturais exigem uma maturidade psicossocial, que é a harmonia estável entre o coração e a cabeça, entre sentimento e inteligência.


10. Tem sido comprovado que a taxa de divórcios diminui, quando o casal utiliza métodos naturais. A média de casais que se divorciam atualmente no mundo é de aproximadamente 50%, dos quais se comprovou que somente 2% usam métodos naturais.

Fonte: Site Almas


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A quem se interessar, indicamos o método Billings como o melhor dos métodos naturais.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Egoismo X Amor

Hoje pela manhã eu me deparei com duas histórias no mínimo inquietantes, e conto a vocês.

A primeira, absurda, no site do IPCO - Instituto Plínio Correa de Oliveira, um site excelente pró vida, pró família e pró valores católicos, fala sobre as pessoas que tem em seus animais, seus filhos e ainda insistem que é bom pois "minhas cachorras não dão trabalho algum, não reclamam de nada, estão sempre de bom humor"... o site coloca as palavras da "mãe" dos animais e deixa para os leitores comentarem as atrocidades que ela fala... vale a pena ler o texto e mais ainda, os comentários, para verificar como os valores ainda existem em nossa sociedade, apesar dessa insana "moda" de egoismo.

A segunda história, muito comovente. Recebi a informação de um blog de uma jornalista, mãe de uma criança anencéfala, que viveu por 3 dias, e que conta sua história... é muito bonito perceber que ainda existem mães verdadeiras que se doam, amam, amam e amam, incondicionalmente, como seria esperado de qualquer mãe, e não se afundam em seu egoísmo ao saber que seu filho pode morrer ao nascer, resolvendo matá-lo logo para que ela (a mãe) não sofra, impedindo essa criança de ser amada, querida, e tomando para si algo que deveria ser só de Deus: a decisão de quando alguém deve viver ou deve morrer.
Esse blog é novo, mas suas duas primeiras publicações já tocam muito a quem lê.

Sugiro também a leitura de um outro: da Amada Vitória de Cristo, um bebê que nasceu com Acrânia, falta do crânio, e que logo na gravidez, foi também diagnosticado como "incompatível com a vida"... essa bela bebezinha, que deveria morrer ao nascer, já fez um ano e 8 meses de vida, mostrando a todos nós que quem decide essas coisas não são os médicos e nem a ciência. Esses deveriam lutar para defender a vida, e não dizer às mães que seu filho não vai viver muito então é melhor matar já...

Essas histórias me comovem, pois mostram que ainda existem mães e pais (como os dos blogs acima) que lutam bravamente pela vida, saúde e felicidade de seus filhos, mesmo indo contra toda uma sociedade egoista e cruel.

Sim, um filho dá trabalho, tira noites de sono, tira nossa liberdade de fazer o que queremos... um filho especial, mais ainda. E aí está a maior beleza desses pais e mães, mais especiais ainda que seus filhos especiais, que fazem de sua vida, um exemplo de amor e doação a seus queridos filhos.

Certamente, nosso pai que está no céu os recompensará por tanto amor e tanta doação.

Quero sugerir também que você passeie no fim de semana em outro blog pró vida: Vida Sim, Aborto Não, com muitas informações interessantes na defesa da Vida.

Grande abraço e um abençoado fim de semana para você.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida

Entre os dias 3 e 6 de novembro de 2011 o Mosteiro de São Bento em São Paulo será a sede do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida organizado pela entidade pró-vida Human Life International.



SÃO PAULO, 27 Set. 11 / 10:34 pm (ACI) – Entre os dias 3 e 6 de novembro de 2011 o Mosteiro de São Bento em São Paulo será a sede do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida organizado pela entidade pró-vida Human Life International. Conferencistas do Brasil, Argentina, Bolívia, Equador e Estados Unidos abordarão a temática do aborto, da ideologia de gênero, marxismo cultural, o inverno demográfico e a descristianização do ocidente em um contexto de contínuas ameaças à vida e à família na legislação brasileira.



O Congresso contará com a presença de Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, assim como de outros importantes líderes pró-vida brasileiros: o Pe. Luis Carlos Lodi, da Associação pró-vida e pró-família de Anápolis e o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo da diocese de Cuiabá, conhecido pelo seu destacado trabalho a favor da vida informando o público sobre as recentes tentativas de legalização do aborto no Brasil por parte de alguns legisladores brasileiros.



Entre os palestrantes vindos do exterior estão os leigos Raymond de Souza, diretor de programações para os países de língua portuguesa da Human Life International e Mario Rojas, diretor de Coordenação Latino-Americana da mesma entidade, ambos dos Estados Unidos; o Padre Juan Carlos Chavez, autor de distintas iniciativas e campanhas pró-vida no Equador; Mons. Juan Claudio Sanahuja, membro correspondente da Pontifícia Academia para a Vida e o Dr. Jorge Scala, advogado, professor e autor do livro “Ideologia de Gênero, o Neototalitarismo e a Morte da Família”, que será lançado em breve no Brasil.



Outras presenças de destaque confirmadas no evento são o Pe. Shenan Boquet, presidente da Human Life International e do leigo Matthew Culliman, do site pró-vida Lifesitenews, que conta com uma versão em português.



Segundo assinalam os organizadores do evento, o congresso ocorre em um contexto em que a Igreja Católica no Brasil, “através da manifestação de diversos bispos, sacerdotes e leigos vem denunciando e lutando contra a implantação da Cultura da Morte”.


“Durante as eleições presidenciais de 2010, a candidata mais cotada só venceu no segundo turno porque se retratou de sua posição favorável à legalização do aborto e comprometeu-se a não avançar nesta direção durante seu governo. Esse acontecimento foi histórico, pois, pela primeira vez, o tema do aborto influenciou de forma decisiva os rumos da política no Brasil, demonstrando como a nação brasileira é contra sua descriminalização”, recorda também a nota de imprensa da HLI.



A fim de proporcionar a participação do maior número de pessoas, o evento será transmitido simultaneamente para Minas Gerais, Brasília e Rio de Janeiro. Pessoas de qualquer parte do mundo poderão assistir as palestras do congresso via internet.



O evento, que também foi noticiado pela Pontifícia Academia para a Vida, tem por objetivos compartilhar experiências sobre a defesa da vida no Brasil e no mundo, aprofundar aspectos concernentes à defesa da vida humana e à defesa da família, informar sobre as inúmeras pressões exercidas contra a dignidade da pessoa humana e promover o diálogo entre as diversas entidades e associações existentes que trabalham em prol da Família.



Fonte: ( ACI )






Inscrições e outras informações:



http://congressoprovida.com.br/


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

AS DUAS DIMENSÕES DA FAMÍLIA

AS DUAS DIMENSÕES DA FAMÍLIA


São Paulo diz que os maridos devem amar as suas esposas. Você está disposto a amar a sua esposa a ponto de se entregar por ela?

É dogma de fé que a Igreja é santa, nunca podemos dizer que a instituição criada por Cristo tem pecado, pois os pecados são dos filhos dela [Igreja], os pecados são nossos. E por que a Igreja é santa? Porque Cristo entregou-se por ela na cruz, para que ela fosse sem mácula.

Pela mentira o demônio quer destruir os casamentos, quando se mente para o marido ou para a esposa, você está dando ocasião para o maligno.

A porta por onde o demônio entra tem nome, se chama pecado, por isso o casal não pode pecar.

Quando o casal está unido no amor de Deus, ninguém o separa. O amor é que une o casal, São Paulo diz que o amor é paciente, é bondoso, não busca os próprios interesses, não acaba nunca, só o amor faz com que perdoemos uns aos outros até mesmo quando um errou com o outro.

É preciso que nos alimentemos do amor de Deus. E isso vai acontecer onde? Na Igreja, na Eucaristia, na oração, pois o casal que reza junto não se separa diante das dificuldades, pois tem forças para superar todos os problemas.

A família tem duas dimensões: a primeira dimensão é o "casal" e a segunda, são os "filhos". A família é sagrada, ela não foi instituída por homem, por um papa, mas por Deus. Deus Pai quis dar uma ajuda adequada ao homem, por isso, deu-lhe a mulher como vemos no livro do Gênesis. A mulher foi a última criação do Senhor, foi o ápice da criação.

O Todo-poderoso quis que, na raiz da família, houvesse uma aliança e por essa razão os casais hoje trazem uma aliança em suas mãos. O Papa João Paulo II pedia: "casais cristãos sejam para o mundo um sinal do amor de Deus", de forma que – quando os demais os [casais] virem superando os problemas existentes no mundo – possam ver o amor de Deus.

O Criador deseja que, através do sacramento do matrimônio, homem e mulher sejam uma só carne, que sejam um só coração, uma só alma, um só espírito. Infelizmente, existem pessoas que estão casadas há anos, porém, ainda não parecem estar casadas.

Falo também aos jovens: se você brincar com seu namoro, você já está destruindo seu casamento, pois ele [namoro] é o alicerce para um casamento, é a preparação, a parte mais demorada, mais difícil. O Papa lá em Sidney, na Austrália, pede ao jovens que aceitem o desafio de viver na castidade, pois um casal só pode se unir e ter uma relação sexual após o casamento, que é o tempo propício para isso.

Jovens cristãos, está na hora de dar uma lição ao mundo. Na África, onde a AIDS mais acontece, em Uganda eles conseguiram baixar [a AIDS] de 26% para 5% a contaminação da população do país, pois o presidente católico fez uma campanha para que vivessem o sexo somente no casamento, tantos os jovens como os casais já casados.

Hoje estão colocando máquinas de camisinha nas escolas para que os jovens as usem; porém, eu digo: ensine seu filho a não fazer isso, pois eles devem aprender que seus corpos são um templo santo e não podem viver como o mundo ensina.

O remédio não é empurrar os jovens para o sexo fácil, mas sim, viver a castidade!

Prof. Felipe Aquino

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Filhos: uma bênção de Deus


Não tenham medo da vida” (João Paulo II)


Filhos, uma bênção de Deus


“A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais”. (Cat.§ 2373)


Certa vez o Papa Paulo VI disse a um grupo de casais:

“A dualidade de sexos foi querida por Deus, para que o homem e a mulher, juntos, fossem a imagem de Deus, e, como Ele, nascente da vida”.

Isto é, doando a vida, o casal humano se torna semelhante a Deus Criador. Pode haver missão mais nobre e digna do que esta na face da terra? Alguém disse certa vez, com muita razão, que “a primeira vitória de um homem foi ter nascido”.

Nada é tão grande e valioso neste mundo como o homem. Ensina a Igreja que “ele é a única criatura que Deus quis por si mesma” (GS,24). Por isso o Catecismo da Igreja afirma que:


“Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais” (CIC, 2378).


Será que acreditamos de fato nessas palavras da Igreja? Ou será que “escapamos pela tangente”, dando a “nossa” desculpa?

Lamentavelmente estabeleceu-se entre nós, também católicos, uma cultura “anti-natalista”. Por incrível que pareça “as preocupações da vida” (Lc 12,22; Mt 6,19), sufocaram o valor imenso da vida humana, levando as gerações à triste mentalidade de “quanto menos filhos melhor”. À luz do cristianismo, é uma triste mentalidade, pois a Igreja sempre ensinou o valor incomensurável da vida.

O salmo 126 diz com todas as letras:

“Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas”. “Feliz o homem que assim encheu sua aljava…” (Sl 126, 3-5).

O amor é essencialmente dom. São Tomás de Aquino dizia que “o bem é difusivo” (Suma Teológica, I, q. 5, a.4, ad 1). Em outras palavras: ou o amor se doa, ou então morre. E, para o casal, a maior doação é a da vida do filho.

Santo Ireneu (†202) resumia em poucas palavras toda a grandeza do homem : “O homem vivo é a glória de Deus” (Contra as heresias IV, 20,7).

Isto quer dizer que com a criação do homem e da mulher à sua imagem e semelhança, “Deus coroa e leva à perfeição a obra das suas mãos” (Familiaris Consórtio, 28).

Assim, Ele chamou-nos a participar do seu poder de Criador e de Pai:
“Deus abençoou-os e disse-lhes: “crescei e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra” (Gen 1,28).

Disse ainda o Papa João Paulo II:

“A tarefa fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a bênção originária do Criador, transmitindo a imagem divina pela geração de homem a homem. Fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos” (Familiaris Consortio, 28).


Todos esses ensinamentos nos levam ao que a Igreja afirma constantemente:

“O amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo e aberto à nova vida” (GS,50; HV,11; FC,29).

A situação social e cultural dos nossos tempos, dificulta a compreensão dessa verdade. Vale a pena reler o que disse o Papa João Paulo II sobre isso:

“Alguns perguntam-se se viver é bom ou se não teria sido melhor nem sequer ter nascido. Duvidam, portanto, da liceidade de chamar outros à vida, que talvez amaldiçoarão a sua existência num mundo cruel, cujos temores nem sequer são previsíveis. Outros pensam que são os únicos destinatários da técnica e excluem os demais, impondo-lhes meios contraceptivos ou técnicas ainda piores.

Nasceu assim uma mentalidade contra a vida (anti-life mentality), como emerge de muitas questões atuais: pense-se, por exemplo, num certo pânico derivado dos estudos dos ecólogos e dos futurólogos sobre a demografia, que exageram, às vezes, o perigo do incremento demográfico para a qualidade da vida.

“Mas a Igreja crê firmemente que a vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo e o egoísmo que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida” (Familiaris Consórtio, 30).


Muitos têm medo de não educar bem os filhos. Pois eu lhes digo que, com Deus, é possível educá-los; basta que o casal se ame, crie um lar saudável, e vivam para os filhos, com todas as suas forças e com toda dedicação. O resto, Deus e eles farão. Faça do seu filho um Homem… isto basta.

Há hoje uma mentira muito difundida - infelizmente aceita também por muitos católicos - de que a limitação da natalidade é o remédio necessário e “indispensável” para sanar todos os males da humanidade.


Não há civilização que possa se sustentar sobre uma falsa ética que destrói o ser humano, ou que impede o “seu existir”. É ilógico, desumano e contra a Lei de Deus, que, para salvar a humanidade seja necessário sacrificá-la em parte.

Jamais a mulher poderá se realizar mais em outra vocação do que na maternidade. É aí que ela coopera de maneira mais extraordinária com Deus na obra da criação e, consequentemente, é aí que ela encontra a sua verdadeira realização. Afinal, São Paulo afirma a Timóteo que: “A mulher será salva pela maternidade” (1 Tm 2,15).

Isso não quer dizer que a mulher que não se torna mãe não pode se salvar, longe disso, mas mostra que o caminho da maternidade, hoje tão desvalorizado, é um meio poderoso de santificação da mulher.


Certa vez o Cardeal Raul Henriques, do Chile, disse:

“Se quando minha mãe teve o 18º filho, tivesse dito basta, vocês não teriam hoje o seu Cardeal”.
E é bom lembrar que Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja, foi a 23ª filha dos seus pais
.

A Igreja, no Concílio Vaticano II ensinou que:

“Não pode haver verdadeira contradição entre as leis divinas sobre a transmissão da vida e o cultivo do autêntico amor conjugal”.

“Aos filhos da Igreja, apoiados nesses princípios, não é lícito adotar na regulação da prole os meios que o Magistério reprova quando explica a lei divina” (GS, 51).


É preciso dizer aqui que a lei de Deus não é impossível de ser vivida; basta ter fé. São Paulo disse que “o justo vive pela fé” (Rm 1, 17) e sabemos que “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6). O que falta hoje para muitos casais é exatamente essa fé. Jesus disse que o seu “jugo (doutrina) é suave e seu peso é leve” (Mt 11,30).

“O mandamento que hoje te dou não está acima de tuas forças, nem de fora de teu alcance… Mas esta palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração: e tu a podes cumprir” (Dt 30, 11-14).

Vitor Hugo disse certa vez que “um lar sem filhos é como uma colmeia sem abelhas”; acaba ficando sem a doçura do mel.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

INFLUÊNCIAS TECNOLÓGICAS SOBRE A FAMÍLIA

INFLUÊNCIAS TECNOLÓGICAS SOBRE A FAMÍLIA
Os anticoncepcionais. A pílula anticoncepcional entrou no mercado em 1960 e revolucionou a sexualidade, a procriação e a família. Os métodos artificiais de planejamento familiar suplantaram os métodos naturais, propiciaram o controle da natalidade por parte dos governos e hoje temos um envelhecimento galopante, além da mentalidade contra a vida e a permissividade moral. Precisamos propagar os métodos naturais e inverter a realidade.
O vídeo game. Nossas crianças recebem lições de violência, pornografia e a exaltação do herói e do mais forte através do vídeo game. Estes filmes e jogos incitam a velocidade do pensamento, "Síndrome do Pensamento Acelerado" (SPA) provocando agitação, impaciência, impulsividade, agressividade, compulsão por novos estímulos. Os pais devem impor limites, dizer não ao vício e cobrar o horário estipulado.
A televisão. Aos 7 anos de idade uma criança já passou 3.000 horas diante da televisão. Introjetou todas as imposições do consumismo. A criança é a maior vítima. A TV é a catequista do consumismo, da lavagem cerebral, dos interesses do mercado. Os Meios de Comunicação, porem tem a missão de humanização, de promoção da dignidade humana, do serviço à verdade, do crescimento da família humana.
O bebê de proveta. A técnica sem ética destrói a vida e a família. Congelamento e eliminação de embriões, clonagem, vasectomia, procriação artificial, são alguns dentre tantos problemas éticos e tecnológicos que influenciam e desrespeitam a vida, a sexualidade, o matrimonio e a família. A humanidade não pode recriar-se só pelos "prodígios da técnica". O homem degrada-se quando quer ser produtor e salvador de si mesmo. A mentalidade tecnicista sem a reverência pela vida, pela pessoa, pela família desrespeita a lei natural e o desígnio do Criador.
O progresso técnico é um bem, mas a absolutização da tecnologia além de ambígua, é perigosa. Sem homens retos e o respeito pelo bem comum, o desenvolvimento integral é impossível, porque se cai na ilusão da onipotência. A tecnologia absolutizada é um novo ídolo.
A internet. Quando usada com bom senso e para o bem a internet é um prodígio que promove a cultura, facilita o intercambio, poupa fadigas. Outra coisa é, seu mau uso. Como sabemos viabiliza fraudes e roubos, afasta a pessoa da convivência e do relacionamento social e pessoal. Experimentamos uma série de desafios e até de degradações: pedofilia, permissividade, desarmonia familiar e separação conjugal, familiar, namoro virtual, erotização e perversão da sexualidade, dependência da moda etc. Percebemos como a ciência tem necessidade da reta consciência e dos valores.
O tecnicismo. Nada contra o trabalho da mulher e do pai fora de casa, mas, o sucesso empresarial pode causar o fracasso familiar. A pressa e o consumismo, fazem a gente morrer no trânsito. As próprias drogas são tecnologia a serviço do mal. Protegemo-nos tecnicamente contra o vírus HIV, mas estamos desprotegidos em relação aos valores e limites. Técnicas sofisticadas e a manipulação das palavras facilitam o aborto. Zelamos pelos ovos de tartaruga e sacrificamos embriões humanos. O desenvolvimento tecnológico, leva a ter mais, porém, não tem condições de ajudar o ser humano a "ser mais". É admirável o domínio do homem sobre a matéria. Foi-lhe dada a ordem de "cultivar e guardar" a terra (Gn 2,15). Não queremos degradar o progresso como também não pretendemos absolutizá-lo.
Esperamos que novas tecnologias inclusive o celular estejam a serviço da vida, do meio ambiente, do bem comum e da dignidade humana. Com um novo estilo de vida e uma mudança de mentalidade, haveremos de diminuir as desigualdades sociais e construir um mundo mais humano onde possamos viver como uma grande família, ou seja, um mundo de irmãos. A tecnologia deve estar a serviço da vida e da família.
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina/PR

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Filhos tornam o casamento mais feliz

FILHOS TORNAM O CASAMENTO MAIS FELIZ


Isso é o que prova uma pesquisa feita por cientistas de Glasgow, no Reino Unido. O que deixa você feliz - pensar no sorriso do seu filho, passar horas brincando com ele ou vendo aquele DVD no sofá pela 10ª vez? Pois uma pesquisa realizada em na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, acaba de comprovar: casais que têm filhos são mais felizes.


E quanto maior o número de filhos, maior é a satisfação. O coordenador da pesquisa, Luis Angeles, acredita que o resultado é simples de entender: quando responderam sobre as coisas mais importantes de suas vidas, a maioria das pessoas casadas colocou os filhos no topo da lista. E a influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social.


Confirma-se o ensinamento de Deus e da Igreja: "A tarefa fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a bênção originária do Criador, transmitindo a imagem divina pela geração de homem a homem. Fecundidade é o fruto e o sinal do amor conjugal, o testemunho vivo da plena doação recíproca dos esposos" (Familiaris Consortio, 28).


"O amor conjugal deve ser plenamente humano, exclusivo e aberto à nova vida" (GS, 50; HV, 11; FC, 29).


"Vede, os filhos são um dom de Deus: é uma recompensa o fruto das entranhas. Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude. Feliz o homem que assim encheu sua aljava: não será confundido quando defender a sua causa contra seus inimigos à porta da cidade". (Sl 126,3-5) "A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais". (Cat.§ 2373).


"Os filhos são o dom mais excelente do Matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais" (§ 2378).


O Papa João Paulo II disse:"Alguns perguntam-se se viver é bom ou se não teria sido melhor nem sequer ter nascido. Duvidam, portanto, da liceidade de chamar outros à vida, que talvez amaldiçoarão a sua existência num mundo cruel, cujos temores nem sequer são previsíveis. Outros pensam que são os únicos destinatários da técnica e excluem os demais, impondo-lhes meios contraceptivos ou técnicas ainda piores. Nasceu assim uma mentalidade contra a vida (anti-life mentality), como emerge de muitas questões atuais: pense-se, por exemplo, num certo pânico derivado dos estudos dos ecólogos e dos futurólogos sobre a demografia, que exageram, às vezes, o perigo do incremento demográfico para a qualidade da vida.


"Mas a Igreja crê firmemente que a vida humana, mesmo se débil e com sofrimento, é sempre um esplêndido dom do Deus da bondade. Contra o pessimismo e o egoísmo que obscurecem o mundo, a Igreja está do lado da vida" (Familiaris Consórtio, 30).


"Não tenham medo da vida". (João Paulo II)


Prof. Felipe AquinoComunidade Canção Nova

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Desculpe o Incômodo, estou em construção!

Desculpe o incômodo, eu estou em construção


Agüente firme, minha filha!

Agüente firme, meu filho!



Há um mundo novo sendo gerado e aquilo que é mal, que é joio, vai desaparecer. Mas, vai surgir um mundo novo, uma humanidade nova.


É claro que agüentar firme não é fácil. A parte de Deus Ele está fazendo, mas a nossa parte nós precisamos fazer também.


Mesmo havendo tanta coisa confusa em sua vida, em sua casa, em sua família e em você, agüente firme. Como diz Santa Tereza: “Nada te perturbe, nada te amedronte. Tudo passa, a paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. S


ó Deus basta.”Mas isso não quer dizer que vamos cruzar os braços. A transformação está acontecendo em nós. É impossível haver uma transformação em nossa casa se ela não acontecer em nós.


Cada um de nós está em construção. É comum vermos obras onde há cartazes avisando: “Desculpe o incômodo. Estamos em construção”. E isso você pode dizer também. Enquanto a gente está em construção, causa muito incômodo.


Se um elefante incomoda muita gente, você em construção incomoda muito mais. Quando marido e mulher entenderem que estão em construção, vai ser muito diferente. Entre pais e filhos, então, será uma beleza quando disserem uns para os outros: “Desculpe o incômodo, eu estou em construção”.


Pense nisso e agüente firme, meu filho!


Padre Jonas Abib
Fonte: Canção Nova - Artigos

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Por que namorar?


PORQUE NAMORAR


Em primeiro lugar, é importante saber que o desejo de relacionar-se com o sexo oposto é algo natural e implica na forma como Deus nos criou. Deus criou o homem, criou-o homem e mulher.


A partir de um certo momento do desenvolvimento humano, sentese a necessidade e a sadia curiosidade de relacionar-se com o sexo oposto, de descobrir parte da riqueza, da diversidade da obra criativa de Deus, uma outra pessoa que não é igual a mim, mas que em muitos pontos chega a me complementar.



Neste ponto, o relacionamento com pessoas do outro sexo é enriquecedor e fonte de formação e edificação do meu crescimento como pessoa.


Entretanto, o que é belo e edificante pode-se transformar em situações que nem sempre nos edificarão ou contribuirão para o nosso crescimento. Devemos levar em conta que estamos vivendo em meio a uma sociedade hedonista, marcada pela sensualidade.


A partir dos meios de comunicação, as próprias crianças, adolescentes e jovens vão sendo manipulados nos seus afetos e instintos para que, de maneira precoce e deformada, vejam na pessoa do outro sexo um objeto de prazer genitalista ou um meio de satisfação de suas carências afetivas.


Isto é fruto do pecado que marcou as faculdades do nosso ser e também das feridas de família, onde a fé e o desenvolvimento dos valores cristãos foram abandonados e a unidade e indissolubilidade do matrimônio e da família, na vivência do amor, são negligenciadas ou até atingidas de maneira irremediável, produzindo no meio de nós gerações marcadas pela dor, insegurança, desvios afetivos, psicológicos e sociais.


Por estes e muitos outros fatores, quando o(a) adolescente vai atingindo sua puberdade (e muitas vezes ainda como criança), a sociedade e, em muitos casos, a própria família, começam a exigir que este(a) jovem "arranje" seu namorado(a) para provar sua masculinidade ou feminilidade.



É preciso que entendamos que o processo natural e salutar de conhecimento do sexo oposto como pessoa não implica necessariamente em um relacionamento de namoro, quando, pelo contrário, a amizade é o passo fundamental e sadio aonde, pelo diálogo e a convivência, vamos podendo construir mutuamente a nossa personalidade de maneira sadia e equilibrada.


Muitos jovens cristãos, como muitos que encontramos, se perguntam: Qual é a hora de iniciarmos o namoro?


Em primeiro lugar, é necessário que alguns tabus possam ser quebrados. Isto não significa que todas as pessoas tenham que namorar. Precisamos nos lembrar neste momento das Palavras de Jesus que dizem: "Há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem tiver capacidade para compreender que compreenda." (Mt 19,2)



Devemos nos lembrar que há muitos são chamados para a virgindade como uma oblação espiritual e um serviço à Igreja e aos homens, e nisto encontram sua plena realização. Alguns, muito cedo podem descobrir este chamado no seu interior e, apesar de como pessoa experimentarem a complementaridade do sexo oposto na convivência comum e fraterna, não viverão esta complementaridade no plano da afetividade-genitalidade, próprio dos que são chamados ao Sacramento do Matrimônio.


Alguns passam por relacionamentos de namoro antes de descobrir este sublime chamado, outros não precisam passar por esta etapa, pois a vocação já se faz manifesta no seu interior de maneira definida.


Para isso é necessário que o jovem cristão tenha sempre no seu interior este questionamento:



- Qual é a vocação que Deus me chama a viver?


– e uma reta e séria motivação de responde-la. Sabemos que isso, para muitos, se constitui em um longo processo, aonde graças a Deus vai iluminado, tirando a cegueira e apontando onde encontrar e aderir à sua vontade, pois aí está a felicidade.


Fonte: Comunidade Católica Shalom

Recebido por e-mail do Grupo Msg Cristãs