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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Do comunismo ao catolicismo e ao sacerdócio

Do comunismo ao catolicismo e ao sacerdócio

Entrevista com o Pe. Yurko Kolasa, da Ucrânia

VIENA, quarta-feira, 9 de junho de 2010 (ZENIT.org).- Educado na União Soviética comunista, Yurko Kolasa não sabia nada da fé católica até o início de sua adolescência. Quando a Igreja greco-católica passou de um ambiente clandestino a ser uma prática aberta e uma religião respeitada na Ucrânia, o mundo se abriu para esse futuro sacerdote.

Atualmente, o Pe. Kolasa é o prefeito do programa de formação para sacerdotes, seminaristas e religiosos no Instituto Teológico Internacional de Viena. Também é um sacerdote casado da Igreja greco-católica de rito oriental e pai de quatro filhos.

Ele fala do programa de preparação para o Matrimônio que foi desenvolvido e como ele influenciou de maneira positiva na taxa de êxito matrimonial na Ucrânia.

Rapidamente está se convertendo no protótipo do programa de preparação matrimonial em várias dioceses do Leste Europeu.

- O senhor afirma que aceitou as ideias do comunismo até os 15 anos. O que lhe fez se afastar desta ideologia e ir para a fé católica?

Pe. Kolasa: A maioria dos meus familiares era muito ativa no partido comunista. Como criança, eu não sabia nada sobre a perseguição à Igreja greco-católica na União Soviética.

Foi em 1989, quando a igreja grega foi legalizada, que comecei a ter conhecimento dos milhares de mártires dessa igreja greco-católica: bispo, clero, monges e leigos.

Foi a autenticidade de sua fé que mudou radicalmente minha vida. Estava impressionado pelo fato de que tanta gente resistia a se comprometer com o regime opressor desse momento e a superar os maiores desafios morais do século XX: a supressão da liberdade dada por Deus e a dignidade humana pelo totalitarismo ideológico.

Eles deram o testemunho mais forte de sua fé: seu sangue.

- Apesar dos esforços do governo para acabar com o cristianismo, a fé das pessoas prevaleceu. Você poderia descrever como as pessoas continuaram praticando, ou ao menos mantendo, sua fé nessas condições?

Pe. Kolasa: No final de 1947, homens e mulheres religiosos, fiéis leigos e centenas de sacerdotes que se recusaram a "se converter" à ortodoxia, muitas vezes com seus cônjuges e filhos, foram presos e enviados para campos de trabalho, onde enfrentaram dificuldades terríveis.
As paróquias nas que o pastor havia sido preso se contiveram na coluna vertebral do underground.

Os fiéis cantavam fora das igrejas fechadas ou celebravam o culto em igrejas não registradas pelo regime. Os sacerdotes que tinham evitado ser presos tentavam fazer suas visitas pastorais a essas comunidades clandestinas. As freiras mantinham contato entre os sacerdotes e os leigos, impulsionando serviços religiosos secretos e catequizando as crianças.

Com a morte de Stalin, em março de 1953, muitos sacerdotes que sobreviveram aos campos receberam autorização para voltar para casa, onde retomaram suas atividades pastorais.
Os sacerdotes celebravam os sacramentos em bosques ou em lugares reservados, à tarde, à noite ou logo de manhã, além de seus trabalhos legais. Algumas vezes eram capturados e condenados novamente.

Até sair da clandestinidade em 1989, a igreja ucraniana greco-católica era a maior igreja ilegal do mundo. Também era a rede mais extensa de oposição civil entre a União Soviética.

Apesar da implacável perseguição, a vida da Igreja continuou, por meio de um elaborado sistema de seminários, mosteiros, ministros, paróquias e grupos juvenis clandestinos, até que foi legalizada em 1º de dezembro de 1989.

- O senhor é sacerdote greco-católico, está casado e tem quatro filhos. Para os que não estão familiarizados com a tradição do clero casado nos ritos católicos ou orientais, poderia explicar-nos como se produziu esta diferença na tradição?

Pe. Kolasa: A tradição do clero casado vem dos tempos apostólicos. Nos primeiros anos da Igreja, alguns homens casados foram inclusive consagrados bispos. A igreja oriental sempre seguiu a possibilidade de que os homens casados fossem ordenados ao sacerdócio.

Leve em consideração que nenhum sacerdote solteiro na igreja nunca se casou; só houve exemplos de homens casados que depois foram ordenados. A igreja ocidental decidiu ordenar somente homens que não estão casados, exceto para alguns protestantes que entraram na igreja nos últimos anos.

Eu sempre tive um grande respeito e uma alta estima pelos sacerdotes não casados e sempre tento incentivá-los a valorizar e proteger o dom que receberam.

São Paulo, em 1 Coríntios 7,7, diz: "Aliás, gostaria que todos fossem como eu. Mas cada um recebe de Deus um dom particular, um este, outro aquele".

- O senhor foi ordenado em 2001. Próximo do seu 10º aniversário como sacerdote, poderia compartilhar conosco algumas reflexões sobre sua vocação e sobre como sua vida mudou desde sua ordenação?

Pe. Kolasa: Uma das experiências mais fortes de ser sacerdote é ser testemunha direto do grande poder dos santos sacramentos e saber que, tão indigno como sou, Deus está me usando como canal de seu infinito amor.

Nunca esquecerei esse momento da minha vida em que, após um dia longo e exaustivo de cumprir diferentes tarefas na paróquia, me chamaram para dar a Unção dos Enfermos a um homem muito doente.

Quando cheguei, o pobre homem estava com uma terrível dor. Todo seu corpo estava preso a uma forte convulsão. Tentei me comunicar com ele, mas não respondia. Não sei se chegou a me escutar ou a me ver. Comecei a rezar as orações do rito da Unção dos Enfermos.

Nesse período, as convulsões somente aumentaram. No momento em que acabei com a palavra "Amém", seu corpo de repente descansou. Seus olhos estavam fechados. Contudo, ele respirava.
Eu disse para sua irmã que ficasse junto de mim, para rezarmos juntos e darmos graças a Deus por sua misericórdia. Quando começamos a recitar o Pai Nosso, o homem abriu os olhos suavemente; olhou sua irmã e a mim e sorriu de uma forma feliz e pacífica. Então fechou os olhos e respirou pela última vez.

Nesse momento, eu não podia parar de dar graças a Deus por salvar sua alma e pelo presente do sacerdócio.

- O senhor desenvolveu um programa de preparação para o Matrimônio que foi bem recebido na Ucrânia. Poderia nos falar do programa e do que acredita ter sido a chave de seu êxito?

Pe. Kolasa: Nossa experiência na Ucrânia mostrou que os jovens de hoje estão muito carentes de verdade. Somente quando encontram a verdade, suas vidas começam a mudar.

Outro aspecto importante é o desenvolvimento do cuidado pastoral das famílias cristãs jovens. Todo programa de preparação para o Matrimônio deve ser visto em relação com o cuidado pastoral das famílias jovens. Pode-se dizer que a qualidade da preparação ao matrimônio depende da continuidade.

Assim, só alguns meses depois de minha graduação no Instituto Teológico Internacional (2001), Sua Eminência, o cardeal Huzar, me pediu para que eu ficasse encarregado da Comissão Arquidiocesana de Matrimônio e Família em Lviv.

Em três rápidos anos, a comissão criou 13 centros de preparação para o Matrimônio, publicou um manual de preparação para o Matrimônio e preparou mais de três mil casais para o casamento. A cada ano, mais de 1.500 casais participam deste programa. Também foi usado como modelo para outras dioceses da Igreja ucraniana greco-católica.

É interessante destacar que as questões pró-vida e matrimoniais deram uma oportunidade para encontrar um ponto de união com a Igreja Ortodoxa. Alguns sacerdotes ortodoxos também recomendam o uso do manual greco-católico de preparação para o Matrimônio em suas paróquias.

Este trabalho da Igreja afetou também as estatísticas estatais, com um resultado destacável. Em 2000, a taxa de divórcio na região de Lviv era de 54%. Desde o momento em que a Igreja começou a implementar o programa de preparação para o Matrimônio, a situação melhorou. Na Ucrânia, os casais jovens são os mais propensos a se divorciarem, mas nos últimos quatro anos, a taxa de divórcio na região de Lviv caiu para 40%. Nas regiões Leste e Sul da Ucrânia, onde o programa não foi implementado, a taxa de divórcio estava em 80%. Também desde 2004 até o presente momento, a cidade de Lviv tem a maior taxa de natalidade.

Em 2006, o programa foi dado a conhecer aos oficiais do Estado, como uma via para superar a crise familiar na Ucrânia. Em janeiro de 2007, uma equipe de leigos começou um programa piloto para o Estado em Kiev, capital da Ucrânia, em um dos escritórios estatais para o registro matrimonial. O programa desenvolvido pelo Estado é diferente do programa utilizado na Igreja, mas também tem o objetivo de proclamar a verdade sobre a pessoa humana, o amor genuíno de Deus.

Em janeiro de 2008, após examinar o programa governamental durante um ano e entrevistar jovens casais que participaram da preparação matrimonial, os oficiais do Estado decidiram que o programa deveria continuar e ser implantado em toda cidade de Kiev. Agora, há 7 centros de preparação matrimonial na capital da Ucrânia, que preparam casais que se casam fora da igreja. Conforme for, poderia ser aprovado para todo o país.

Também criamos uma rede para ajudar os casais durante os primeiros anos de seu matrimônio e por meio de sua vida matrimonial conjunta. Percebemos que a preparação para o casamento deve sempre ser acompanhada do cuidado pastoral das famílias.

Cerca de 300 casais que passaram pelo programa são agora também voluntários ativos e ajudam outros casais a prepararem seu casamento. Isso melhorou consideravelmente a situação das famílias em nossa diocese.

A igreja greco-católica romana está usando agora o curso como base de seu programa de preparação para o Matrimônio.

No ano passado, o bispo austríaco encarregado do matrimônio e da família, Dom Kaus Küng, me pediu para ajudar a estabelecer um programa similar para a Áustria. Este programa está se estendendo agora pelas paróquias da Áustria.
Fonte: Zenit

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Islam e os Cristãos

Triste realidade...


ROMA, 08 Jun. 10 (ACI) .- Um vaticanista italiano revelou que Dom Luigi Padovese, Vigário de Anatólia e Presidente do Episcopado Turco, cancelou sua viagem ao Chipre diante da suspeita de que seu chofer –agora seu assassino confesso- pudesse atentar contra o Papa Bento XVI durante sua estadia na ilha.
O analista e sacerdote Filippo di Giacomo, que escreve para meios como o L'Unitá e La Stampa (ambos da Itália), revelou que "umas horas antes que Padovese fora assassinado, o Governo turco ligou para ele para dizer que o chofer, que eles mesmos tinham posto a seu serviço quatro anos atrás, tinha saído do seu controle.
Quer dizer, que tinha abraçado a causa fundamentalista".
Em declarações recolhidas pelo jornal espanhol El Pais, di Giacomo acrescentou que "ao sabê-lo, Padovese cancelou os bilhetes que tinha reservado para ir ao Chipre com Altun (seu chofer). Preferiu ficar em casa antes que realizar a viagem porque temia que seu chofer pudesse aproveitar sua proximidade ao Papa para atentar contra ele".
Segundo o diário El Pais, "a morte do bispo franciscano capuchinho, conhecido como um intelectual aberto ao islã que adorava a Turquia, produziu-se em um momento dramático para o Oriente Médio, horas depois de que Israel matara a nove pessoas (oito turcos e um americano) ao assaltar em águas internacionais a frota humanitária contra o bloqueio israelense a Gaza"."Outro fato menos comentado alimentou a inquietude do Vaticano: o Marrocos aproveitava a confusão para expulsar do país 28 cristãos que trabalhavam com os pobres aduzindo que 'perturbavam a mentalidade do bom muçulmano'", acrescentou o jornal.
Di Giacomo assinalou ao jornal espanhol que a expulsão é conseqüência "da sentença promulgada por 7.300 doutores marroquinos da lei islâmica que declararam recentemente que a caridade cristã deve ser considerada terrorismo religioso".
Enquanto se celebravam os funerais de Dom Padovese, o canal de televisão turco NTV informou que o chofer Murat Altun, de 26 anos de idade, confessou ter assassinado o Bispo –que recebeu 25 punhaladas, oito delas no coração, e quase foi decapitado- por "inspiração divina".
NTV acrescentou que Altun deu vivas a Alá várias vezes depois do assassinato, apesar de apresentar-se como cristão.
fonte: ACI Digital

Andrea Bocelli sobre o Aborto

A HAIA, 07 Jun. 10 (ACI) .- O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha "certa", dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.
Em um vídeo no site YouTube intitulado "Andrea Bocelli conta uma "historinha" sobre o aborto", o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por "um ataque de apendicite simples.""Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência."Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu," ele continuou."
Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa". Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em "situações difíceis", que querem salvar a vida de seus bebês.
Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.
O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês).
A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded
Fonte: ACI digital

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Manifestação Anti-Católica


ROMA, 12 Abr. 10 (ACI) .- Ed Kock é um judeu que foi prefeito de Nova Iorque, Estados Unidos, entre 1978 e 1989. Ele escreveu um artigo no jornal israelense Jerusalem Post no qual assinala: "acredito que os contínuos ataques dos meios à Igreja Católica e a Bento XVI se converteram em manifestações de anti-catolicismo e que a cadeia de artigos sobre os mesmos eventos não têm já a intenção de informar mas sim de 'castigar'".
Em seu artigo sobre a campanha difamatória empreendida por diversos meios para apresentar o Santo Padre como "encobridor" de abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero, Koch comenta que este tipo de crimes são uma coisa "horrenda" e sublinha como o Papa Bento XVI "em várias ocasiões, em nome da Igreja, admitiu as culpas e pediu perdão".
Para o ex-prefeito de Nova Iorque "muitos dos que nos meios atacam a Igreja e o Papa hoje o fazem evidentemente com prazer, e em qualquer caso com malícia".
Isto acontece, em opinião de Ed Kock, porque "existem muitos nos meios, inclusive entre os católicos assim como entre outras pessoas, que objetam ou se irritam pela posição da Igreja que é contrária a todo aborto e ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, favorece a manutenção da regra do celibato para os sacerdotes assim como a exclusão das mulheres no sacerdócio. É contrária às medidas de controle da natalidade, ao uso libertino dos preservativo e fármacos (anticoncepcionais), assim como contrária ao divórcio civil".
Embora ele mesmo poderia não estar de acordo com estas posições, explica Koch, considera que a Igreja Católica tem "o direito de exigir a seus próprios fiéis o cumprimento de todas as suas obrigações religiosas e o direito de sustentar-se no que (Ela) crê".
Para o ex-prefeito a Igreja Católica é "uma força positiva no mundo" e que a importância de milhões de católicos é importante para a paz e a prosperidade.
Finalmente Ed Kock reitera que "os atos cometidos por membros do clero católico são atos terríveis" e adverte citando o Evangelho de São João: "quem de vós esteja livre de pecado, que atire a primeira pedra".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Oração pelo Papa

Boa tarde!

Relembro aqui a campanha iniciada: Rezemos pelo Papa. Como continuamos no Ano Sacerdotal, continuo o apelo: Rezemos pelos nossos Sacerdotes.

Amigos, tudo pode ser mudado pela oração, e sabemos que somos muitos os católicos pelo mundo, se cada um fizer a sua parte, oferecer suas orações, missas e sacrifícios pelo Santo Padre, pela Igreja e pelos Sacerdotes, tudo pode mudar!!
Só depende de cada um! Eu estou fazendo a minha parte, e você?
Partilho com vocês uma bela oração pelo Santo Padre que veio do Movimento Salvai Almas. Convido-os a rezar diariamente essa oração por nosso Pastor!


Abraços fraternos

João Batista

ORAÇÃO DIÁRIA PELO PAPA BENTO XVI

Pai Santo, Vós que sois o Senhor de todas as gentes e de todo o Universo, olhai para o nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI, escolhido por vós como Timoneiro desta Santa Igreja, que tanto sofre por causa dos constantes ataques do inimigo, para que ele consiga prosseguir na elaboração de Vossos planos e ser sempre o guardião fiel de vossos segredos, a fim de que nossa Santa Igreja seja sempre protegida e salva das mãos inimigas!

Pai Santo, derramai luzes sobre a Santa Igreja, Fortaleza e Discernimento sobre o Santo Padre! Cuidai dele e protegei-nos sempre, para que também possamos ser igreja fiel, e seguidora das orientações deste nosso Pastor.

Obrigado, Pai, por nos amardes tanto! Amém!

Fonte: Movimento Salvai Almas

“não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”

Pediatras americanos: “não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”

ROMA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org). - Christine Vollmer, presidente da Alliance for the Family, membro da Pontifícia Academia pela Vida e do Pontifício Conselho da Família e líder do grupo que instituiu o “Alive to the World”, comemorou o recente anúncio do American College of Pediatricians (ACP) que inclui uma advertência embasada em anos pesquisas clínicas e observações rigorosas.

A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.

A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.

“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.

“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.

Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians.

Benton divulgou ainda uma página na internet sobre o tema,www.FactsAboutYouth.com (em inglês), na qual os pais e responsáveis podem encontrar mais informações.

“É importante a questão seja esclarecida”, disse Christine Vollmer a ZENIT.

“Nosso programa, que já tem 12 anos, Alive to the World, inclui diretrizes claras para compreender e acompanhar as crianças e adolescentes através dos vários estágios psicológicos de seu desenvolvimento rumo à maturidade”, acrescentou.

“Para dizer com as palavras do Dr. Benton” – prossegiu – “a adolescência é um período de agitação e efemeridade. Os adolescentes experimentam confusão a respeito de muitas coisas, incluindo a orientação sexual e a identidade de gênero, e são particularmente vulneráveis às influências do ambiente”.
Fonte: Zenit

terça-feira, 4 de maio de 2010

Papa quer diálogo com os pensadores ateus

Arcebispo Ravasi: Papa quer diálogo com os pensadores ateus

Afirma que a Santa Sé está tratando “com muito rigor” os casos de pedofilia
VALÊNCIA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI está impulsionando o diálogo entre a fé e a razão, e nele se incluem pensadores e artistas ateus. Foi o que afirmou hoje o presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, o arcebispo Gianfranco Ravasi, em uma coletiva de imprensa em Valência (Espanha), segundo informa a agência diocesana Avan.

Dom Ravasi, que se encontra na cidade espanhola para a inauguração da cátedra Fides et Ratio da Universidade Católica de Valência (UCV), explicou que seu dicastério vaticano está conduzindo muitas iniciativas no âmbito do diálogo com o mundo da cultura.

Ele explicou que durante a visita a Portugal, em maio, o Papa manterá um encontro com artistas portugueses, entre eles o cineasta Manuel Oliveira.

Também se está preparando, para este ano, uma série de encontros em Paris, na sede da UNESCO, na universidade de Sorbona e na Academia Francesa, através do Pátio dos Gentis, instituição criada por seu próprio dicastério para impulsionar o diálogo com o âmbito do ateísmo.
Dom Ravasi afirmou que o cristianismo “tem sempre uma função dentro da cultura”, ainda que em algumas de suas expressões esta “possa ser completamente secular ou laica”.

A religião “favorece as respostas fundamentais que todo homem se faz acerca da vida, morte, dor, justiça e da verdade”.

Pedofilia

Perguntado por jornalistas locais sobre os casos de abusos a menores da parte de clérigos, Dom Ravasi reconheceu que se trata de questões greves e afirmou que a Santa Sé está tratando o tema “com muito rigor”.

Após explicar as medidas adotadas nestes casos, o prelado também lamentou algumas das reações públicas reproduzidas por meios de comunicação contra o Papa, que em sua opinião são “excessivas e quase agressivas”.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Livro conta as memórias de um exorcista

Livro conta as memórias de um exorcista

Entrevista com o autor, o jornalista e escritor Marco Tosatti
Por Antonio Gaspari

ROMA, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Padre Gabriele Amorth é sacerdote paulino. Antes de se tornar sacerdote, esteve na guerra, foi partidário e graduou-se em direito. Teólogo mariano, foi por muitos anos diretor da prestigiada publicação paulina Madre di Dio, até ser apontado pelo cardeal Ugo Poleti ao cargo oficial de exorcista.

Em mais de 25 anos de atividade, Amorth já realizou mais de 70 mil exorcismos, sendo considerado o exorcista mais experiente do mundo.

Marco Tosatti, vaticanista do jornal La Stampa, autor de diversos livros, entrevistou padre Amorth, publicando em seguida o livro Memorie di un esorcista (“Memórias de um exorcista”, Edizioni Piemme).

O livro é algo como um testamento espiritual, no qual Amorth narra seus embates contra o maligno: um série impressionante de histórias que testemunham a presença, mas também a libertação do mal.

ZENIT entrevistou Marco Tosatti.

- Quem é o exorcista e quem é particularmente padre Amorth?
- Tossati: Um exorcista é um sacerdote que recebeu de seu bispo – o único autorizado a realizar este tipo de intervenção – a autorização para libertar do mal pessoas afetadas por fenômenos demoníacos, como a infestação, a vexação e a possessão. Padre Gabriele é presidente honorário da associação de exorcistas, por ele fundada há vários anos, e é provavelmente o exorcista mais famoso do mundo. Completará 85 anos neste mês de abril e continua empenhado em sua batalha...

- Existe de fato o demônio?
- Tosatti: Quem é cristão não pode se privar de acreditar na existência de um espírito, que rejeitou a Deus e age de maneira ordinária e extraordinária – algo raríssimo – no mundo.

- Quem é, o que faz, como se manifesta e de que modo os exorcistas neutralizam sua influência sobre as pessoas?
- Tosatti: É um anjo caído, que lidera outros seres semelhantes a ele. Em sua ação ordinária, busca arrastar as pessoas para o pecado, a fim de conquistar suas almas. Sua ação extraordinária é certamente mais misteriosa. Com a permissão de Deus, realiza ações sobre as pessoas, podendo alcançar, em alguns casos, a possessão (que não pode, porém, tocar a alma). Os exorcistas, com as orações do ritual e pelo uso dos sacramentais, buscam libertar as vítimas de tais ações negativas.

- Por que a Igreja instituiu a figura do exorcista?
- Tosatti:
Jesus Cristo conferiu aos seus discípulos o mandato de pregar o evangelho, curar os doentes e expulsar os demônios. Por vários séculos, não houve na cristandade a figura do exorcista: qualquer cristão poderia se fazer soldado nesta batalha. E ainda hoje simples cristãos podem proferir orações de libertação. Alguns santos, como por exemplo o padre Pio, libertavam vítimas da influência demoníaca sem serem exorcistas. Cumpre salientar que nos últimos anos, em resposta a uma demanda crescente, os bispos se veem cada vez mais obrigados a nomear sacerdotes para atuarem neste tipo de trabalho pastoral.

- Quanto há de sugestão e quanto há de verdadeiro nas pessoas que acreditam estar possuídas pelo demônio?
- Tosatti:
Pelo que pude verificar em minhas pesquisas, os casos reais de possessão, vexação ou infestação são muito, muito raros. Padre Gabriel, e acredito que seus colegas também devam agir desse modo, não recebe nenhum caso que não tenha sido previamente avaliado pela medicina oficial. E, apesar dessa precaução, vê que em muitos casos não se evidencia uma origem maléfica dos distúrbios. Mas, ainda que raros, os casos de influência demoníaca autêntica existem, e são impressionantes.

- De que maneira as pessoas podem evitar as tentações do pecado e do mal?
- Tosatti:
Evitar as investidas das tentações, creio que seja impossível; mas uma vida límpida e cristã pode nos ajudar a não ceder a estas tentações.

- O demônio sempre ameaçou a Igreja. Papa Paulo VI disse certa vez: “a fumaça de Satanás adentrou na Igreja”. João Paulo II e Bento XVI denunciaram em diversas ocasiões a presença da cauda do diabo em muitas ocasiões na qual a cátedra de Pedro foi prejudicada. No presente momento, assistimos a um ataque sem precedentes ao atual Pontífice. O que pensa a respeito?
- Tosatti:
Bento XVI, como João Paulo II antes dele, indicou nos temas morais como a defesa da vida e da família a batalha central da Igreja em nossos tempos. É uma batalha contra a cultura predominante no mundo ocidental, em especial no âmbito da mídia.
É evidente a tentativa de desacreditar a Igreja e o Papa, justamente para enfraquecer o impacto de seu ensinamento. Também de modo instrumentalizado e incorreto, esperando pelos efeitos negativos na opinião pública, que frequentemente não dispõe de instrumentos ou de tempo para analisar de forma ponderada as acusações. Isso se torna ainda mais extraordinário quando constatamos que, se há alguém hoje que busque limpar a Igreja e que sempre buscou, este alguém é Joseph Ratzinger. Parece-me assim que nossa categoria não está vivendo um de seus momentos mais felizes.
Fonte: Zenit.com

Santa Sé publica guia de procedimentos sobre casos de abusos


Para explicar como a Congregação para a Doutrina da Fé age nestes casos

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org).- A partir de hoje, o site da Santa Sé oferece uma guia para compreender os procedimentos básicos da Congregação para a Doutrina da Fé frente a casos de denúncias por abusos sexuais. Assim afirmou a Rádio Vaticano, explicando que esta iniciativa "não é um novo documento, mas um resumo dos procedimentos operativos já definidos, que pode ser de ajuda para leigos e não-canonistas" na hora de compreender a atuação da Congregação.

Os procedimentos se remetem, segundo a emissora pontifícia, ao "Motu Proprio Sacramentorum sanctitatis tutela, de 30 de abril de 2001, junto com o Código de Direito Canônico de 1983".

Este procedimento, que está em vigor desde 2001, começa quando uma "diocese indaga sobre qualquer suspeita de abusos sexuais perpetrados por um religioso contra um menor. Se a suspeita for verossímil, o caso deve ser levado à Congregação para a Doutrina da Fé".

"O bispo local transmite todas as informações necessárias à Congregação para a Doutrina da Fé e expressa sua opinião sobre medidas e procedimentos que devem ser adotados. A lei civil referente à denúncia dos crimes às autoridades apropriadas deve ser sempre aplicada."

Da fase preliminar até a conclusão do caso, o bispo pode tomar medidas preventivas. "É conferido ao bispo local o poder de tutelar as crianças, limitando as atividades de qualquer sacerdote em sua diocese", seja antes, durante ou depois do procedimento.

Com relação ao procedimento, a Congregação estuda o caso e pede, se necessário, informações complementares.

A Congregação "pode autorizar o bispo local a instruir um processo penal judicial diante de um tribunal eclesiástico local". Também pode autorizá-lo a instruir um processo penal administrativo. Para apelar às sentenças emitidas por um tribunal eclesiástico, o sacerdote deve fazê-lo por meio da Congregação, cuja sentença será inapelável.

Ambos os procedimentos - judicial e administrativo penal - podem comportar certo número de penas canônicas, incluindo a demissão do estado clerical.

"Nos casos particularmente graves, em que um religioso durante um processo é declarado culpado de abusos sexuais contra menores ou que as provas sejam evidentes, a Congregação para a Doutrina da Fé pode decidir levar tal caso diretamente ao Santo Padre, a fim de que o Papa emita um decreto de demissão do estado clerical ‘ex officio'. Não existe recurso canônico contra o decreto papal."

Também apresentam ao Papa os casos de sacerdotes que, conscientes dos crimes cometidos, pedem a demissão.

"Nos casos em que o sacerdote acusado tenha admitido seus crimes e se proposto a viver uma vida de oração e penitência, a Congregação para a Doutrina da Fé autoriza o bispo local a emitir um decreto que proíbe ou limite o ministério público de tal sacerdote. No caso de violação das condições do decreto, não está excluída a destituição do estado clerical", informa a Rádio Vaticano.
Fonte: Zenit.com

terça-feira, 27 de abril de 2010

Convocação à Oração por Bento XVI!!!

Caros irmãos,

Em vista do que estamos vendo e ouvindo sobre a perseguição ao Papa, aos Sacerdotes e à Igreja Católica pela mídia e pela sociedade, convoco aos verdadeiros católicos, que amam a Santa Igreja, ao Papa e aos Sacerdotes que rezem, ofereçam terços, missas, sacrifícios e muitas orações ao nosso querido Pai Espiritual, representante de Cristo na Terra, bem como à toda a Igreja, seus representantes - cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, assim como todos nós fiéis leigos!

Nossa amada Igreja passa por um terrível momento de perseguição no mundo todo. Nosso Papa sofre e precisa de nós: que o defendamos e principalmente, rezemos muito por ele, para que o Espírito Santo dê forças, discernimento e sabedoria nesse momento tão difícil.
Não deixemos de fazer nossa parte, de oferecer nossa ajuda à nosso Pai, principalmente por meio de nossas orações. Ele precisa muito delas!

Convoque seus amigos, seu grupo de orações, encaminhe essa mensagem a seus vizinhos, colegas de trabalho, coloque no seu blog e mande a todos os que você sabe que são verdadeiramente católicos e que amam o Papa Bento.

Você que recebeu essa mensagem, pare por 2 minutos e reze uma Ave-Maria por nosso Papa. Ofereça sacrifícios, missas e orações. Nosso pouco, nesse momento, será muito!
Que essa mensagem corra o mundo, e que todos juntos, nos unamos pelo Papa e pela Santa Igreja!
Um grande abraço, na certeza de que Deus estará recompensando a cada um por tudo o que puder fazer por nosso Papa e pela Santa Igreja!
Abaixo, segue uma reportagem do site Zenit que mostra um pouco da perseguição que hoje tem sofrido nossa amada Igreja e principalmente nosso Papa.
João Batista
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Cardeal Rivera denuncia “linchamento midiático” do Papa

Por Nieves San Martín
CIDADE DO MÉXICO, segunda-feira, 26 de abril de 2010 (ZENIT.org). – O Conselho dos Analistas Católicos do México divulgou nesta segunda-feira um comunicado no qual denuncia uma campanha de “descrédito midiático do Papa Bento XVI e do cardeal Norberto Ribera Carrera pelos casos de pedofilia”, definida como um “linchamento midiático”.

Os leigos que compõem o Conselho dos Analistas Católicos sustentam em sua declaração – enviada à ZENIT por Carlos Montiel, presidente do conselho – que a “intenção dos vários meios de comunicação ao informarem sobre a pedofilia no seio da Igreja não é outra senão a de levar a cabo uma campanha de linchamento midiático contra o Papa e o arcebispo primaz do México, dedicando-se a explorar o escândalo”.

“A ineficiência de alguns destes veículos os levou a assumirem a postura de juízes, abandonando seu trabalho de informar para dedicarem-se a punir”. “Estamos diante de um momento em que faltam informações sérias”, em que “a divulgação da informação se reduz à promoção da calúnia”, sublinham.

Do mesmo modo, consideram “inaceitável que a campanha de descrédito do pontificado do Santo Padre Bento XVI provenha de lobbyies políticos, de grupos midiáticos e de organizações privadas que atuam na defesa de interesses próprios, como consequência da campanha pró-vida e pró-família promovida pela Igreja”.

Segundo os analistas católicos, “pretende-se expulsar a Igreja católica do espaço público, ou pelo menos manchar sua imagem pública”.

Analisando a situação atual, acrescentam, constata-se que “aqueles que buscam diluir a liderança da Igreja enquanto formadora de sociedades e famílias, são aqueles que lutam por uma falsa, pérfida e eufemística democracia, a fim de submetê-la aos interesses e caprichos do Estado ou de alguns poucos grupos políticos”.

Os analistas católicos expressam sua “plena adesão ao Santo Padre Bento XVI, que afrontou, de modo decisivo, os depreciáveis casos de pedofilia”, e pedem aos “informadores e meios de comunicação hostis à Igreja, que apresentem as provas que fundamentam seus artigos e suas opiniões”.

Da mesma forma, manifestam “apoio ao arcebispo primaz do México, cardeal Norberto Rivera Carrera, que anunciou ‘tolerância zero’ contra pedófilos que possam eventualmente agir na arquidiocese”.

Neste sentido, rejeitam a campanha de reabertura do processo judicial movido contra o cardeal, segundo eles “uma distração”, “uma fabricação oportunista da mídia, que busca lucrar com a reabertura de processos já analisados pelas autoridades competentes, que inocentaram o cardeal”.

Por isso, pedem o fim das investidas contra Bento XVI e os prelados, afirmando que “certamente o Santo Padre é um líder necessário para a promoção e a melhoria das relações sociais, políticas e culturais no mundo”.

Anunciam também que “a Igreja católica não perdeu sua credibilidade com os escândalos cometidos por sacerdotes”. Ao contrário, lembram os tantos “católicos que, de maneira heróica, mantiveram íntegra sua própria fé: bispos, sacerdotes, religiosos, líderes e fiéis leigos”, e pedem “aos responsáveis pelos veículos de comunicação e às autoridades às quais compete zelar pela liberdade religiosa, que se deixe de influenciar a opinião pública acrer que na Igreja se age com uma moral ambígua”.

Aos deputados e senadores que compõem o Congresso, pedem “que seus projetos de lei estejam de acordo com o princípio do Estado laico e da liberdade religiosa”, e aos juízes “que sejam imparciais ao aplicarem a justiça”.

“O problema da pedofilia” – afirmam – “é sem dúvida inaceitável, como o é também o aborto. Se o primeiro desfigura o futuro de uma pessoa, o segundo despedaça, destrói e elimina todo o futuro de uma vida”. Lamentam assim “a dor daqueles que sofreram abusos por parte de alguns pastores e ex-sacerdotes da Igreja”.

O Conselho dos Analistas Católicos do México “expressa sua solidariedade para com todas as vítimas, pedindo a Deus que alivie esta situação abominável, e que conceda sua graça aos homens e mulheres que denunciaram estes crimes, e que seu corajoso testemunho sirva para melhorar toda a sociedade”.

Concluem declarando sua “confiança na Misericórdia divina para todos aqueles acometidos pelo desejo de destruir o próximo”, para que possam “ser iluminados e converterem-se, integrando-se à Igreja de Cristo, ferida por estes pecados”.
Fonte: Zenit.com

'O Papa chorou conosco'

Bom dia!!
Para aqueles que acham que a Igreja, em especial nosso amado Papa não está nem aí para com os tristes problemas de pedofilia que estão sendo descobertos, segue reportagem recebida por e-mail.

'O Papa chorou conosco', disse uma vítima de pedofilia em Malta

- AFPO papa "chorou conosco", declarou à AFP uma das vítimas dos abusos sexuais cometidos por religiosos em Malta, durante o encontro deste domingo com Bento 16 na nunciatura apostólica da capital Valletta.
"Fiquei impressionado com a humildade do papa. Ele tomou para si o constrangimento causado pelos outros. Ele foi muito corajoso. Nos escutou individualmente, rezou e chorou conosco", declarou Lawrence Grech. "Ele até benzeu uma cruz que eu carregava", acrescentou.
O Papa Bento 16 se reuniu em Malta com "um pequeno grupo de pessoas que sofreram abusos sexuais cometidos por religiosos", anunciou o Vaticano mais cedo em um comunicado. O papa mencionou a "profunda comoção provocada pelas histórias e expressou sua vergonha e lamentação pelas vítimas e pelo sofrimento de suas famílias".
Lawrence Grech afirmou que ele não quer pedidos de perdão do papa. "Eu exigi desculpas antes porque estava enfurecido. Minha raiva desapareceu e estou satisfeito de ter encontrado o papa. Continuarei batalhando, não contra a Igreja mas contra a pedofilia", assegurou.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Papa convida pais a rezarem para que seus filhos escutem Jesus

Papa convida pais a rezarem para que seus filhos escutem Jesus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de abril de 2010 (ZENIT.org).- No Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que a Igreja celebra neste domingo, Bento XVI convidou os pais a rezarem para que seus filhos se abram à escuta de Jesus.

Antes de rezar a oração mariana do Regina Caeli, o Papa se dirigiu, da janela dos seus aposentos, aos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro e assegurou que "a primeira forma de testemunho que suscita vocações é a oração".

Para exemplificar, falou de "de Santa Mônica, que, suplicando a Deus com humildade e insistência, obtém a graça de ver seu filho Agostinho tornar-se cristão".

"Portanto, convido os pais a rezarem, para que o coração dos seus filhos se abra à escuta do Bom Pastor e até ‘o mais pequenino gérmen de vocação (...) faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade'", afirmou, citando a carta de proclamação do Ano Sacerdotal.

Logo depois, fez uma pergunta: "Como podemos escutar a voz do Senhor e reconhecê-lo?".
"Na pregação dos Apóstolos e dos seus sucessores: nela ressoa a voz de Cristo, que convida à comunhão com Deus e à plenitude de vida."

"Somente o Bom Pastor protege com imensa ternura seu rebanho e o defende do mal, e só n'Ele os fiéis podem depositar absoluta confiança", continuou.

Neste dia especial de oração pelas vocações, o Pontífice também exortou em particular "os ministros ordenados para que, estimulados pelo Ano Sacerdotal, sintam-se comprometidos ‘com um mais intenso e incisivo testemunho evangélico no mundo de hoje'".

E destacou, recordando alguns aspectos da carta que escreveu para proclamar o Ano Sacerdotal que a Igreja está vivendo, que o sacerdote "continua a obra da Redenção na terra".

Desejou que os sacerdotes "saibam ‘de bom grado deter-se diante do sacrário'; adiram ‘totalmente à sua vocação e missão mediante uma severa ascese'; tornem-se disponíveis à escuta e ao perdão; formem de maneira cristã o povo confiado a eles; cultivem cuidadosamente a fraternidade sacerdotal".

E também que "sigam o exemplo de sábios e diligentes pastores, como fez São Gregório Nazianzeno, quem escrevia dessa maneira ao amigo fraterno e bispo São Basílio: ‘Mostra teu amor pelas ovelhas, tua solicitude e tua capacidade de compreensão, tua vigilância (...), a severidade na doçura, a serenidade e a mansidão na atividade, (...) as lutas na defesa do rebanho, as vitórias (...) alcançadas em Cristo'".

Por outro lado, Bento XVI agradeceu pelas demonstrações de apoio que está recebendo, afirmando: "Agradeço a todos os presentes e a todos os que, com a oração e o afeto, sustentam meu ministério de Sucessor de Pedro".

Finalmente, dirigiu uma saudação especial à Associação METER, que há 14 anos promove o Dia Nacional para as crianças vítimas da violência, da exploração e da indiferença.

"Nesta ocasião, quero sobretudo agradecer e encorajar os se dedicam à prevenção e à educação - afirmou -, em particular os pais, professores e tantos sacerdotes, irmãs, catequistas e animadores que trabalham com os jovens nas paróquias, escolas e associações."
Fonte: Zenit

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Vaticanista denuncia preconceito anti-católico da mídia: "O-Papa-deve-ser-culpado"

Que hoje, aniversário do Papa Bento XVI, possamos dar-lhe de presente nossas orações, em meio à tanta perseguição que a Igreja sofre.
Abraços fraternos!
ROMA, 13 Abr. 10 (ACI) .- O vaticanista italiano Andrea Tornielli se referiu à carta apresentada pela agência Associated Press (AP) manipulada para tentar mostrar o Papa Bento XVI, quando era Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, como encobridor de um sacerdote acusado de abusos contra menores na Califórnia.
Para o perito, esta manobra se orquestra com um novo preconceito: "O-Papa-deve-ser-culpado".
Tornielli assinala que na referida missiva de 1985, assinada pelo então Cardeal Ratzinger "aconselhava-se prudência sobre a redução ao estado laico solicitada por um sacerdote pedófilo de 38 anos que efetivamente foi demitido dois anos depois, ao cumprir 40 anos. Como já sucedeu em dias passados, a carta foi apresentada como um caso de 'encobrimento' de parte do futuro Papa a favor de um sacerdote pedófilo".
Entretanto, explica o vaticanista, "as coisas não foram assim e no transcurso das horas foi possível verificar o contexto recordando que
1) nessa época a Congregação para a Doutrina da Fé não era competente nos casos de pedofilia e na carta se fala da demissão do estado laico e não do processo,
2) a demissão do estado clerical não se decidia antes dos 40 anos de idade,
3) a solicitude foi apresentada pelo mesmo sacerdote envolvido,
4) Ratzinger solicita aprofundar no caso e dois anos depois chega a demissão do estado clerical, e
5) não houve nenhum encobrimento do culpado".
Para Tornielli, "o que mais chama a atenção não é o fato de que estas cartas (muitas terá assinado Ratzinger durante os 23 anos à frente do ex-santo Ofício) sejam publicadas, mas sim que sejam lançadas e relançadas sem verificar os contextos e procedimentos, quer dizer sem aprofundar nas circunstâncias para permitir que o leitor tenha uma idéia (da situação). Esta seria a tarefa do jornalista".
"Quem escreve –reconhece o vaticanista falando sobre si mesmo– cometeu diversos enganos em anos de profissão, não me sinto para nada em grau de dar lições ou conselhos a ninguém. Mas me parece, como leitor, que estamos diante de um preconceito já estabelecido: O-Papa-deve-ser-culpado (talvez por isso tentam levá-lo aos tribunais) e com esta óptica buscam testemunhos, documentos".
Para o vaticanista este preconceito se manifesta no fato que "apareçam estes fatos na primeira página sem verificar o caso e sem explicar as circunstâncias".
Depois de ressaltar o grande trabalho do Papa Bento XVI enfrentando os casos de abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero, Tornielli comenta que "é totalmente evidente que estamos ante um encarniçamento consertado que procura deslegitimar a autoridade moral da Igreja, do Papa, para tirar força à sua mensagem. Com isto –conclui– não procuro minimizar os escândalos que estão aos olhos de todos".
Andrea Tornielli escreve também um artigo no jornal italiano Il Giornale no qual assinala que o advogado Jeff Anderson está atrás da publicação da carta da AP, quem ademais assinalou a esta mesma agência alguns anos atrás que estava processando a Igreja por tudo o que ela tem e que já ganhou milhões de dólares em processos legais.
O vaticanista indica que "junto ao advogado Anderson, durante a conferência de imprensa em Nova Iorque no último 25 de março, dedicada ao caso do Padre Murphy, estava presente o dominicano Thomas Doyle, há anos empenhado em favorecer as vítimas de abusos, mas empenhado sobre tudo em demonstrar uma responsabilidade do vaticano".
Tornielli assinala além que "é necessário recordar que ao início dos casos de pedofilia na Alemanha se deram as denúncias do presidente do Canisius College, Padre Klaus Mertel, quem busca uma revalorização teológica da homossexualidade".
William McGurn, editor do Wall Street Journal, explica com mais profundidade o papel de Jeff Anderson em: www.acidigital.com/noticia.php?id=18661

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Encobrimento de abusos deve ser tratado com rigor dentro e fora da Igreja Católica

Encobrimento de abusos deve ser tratado com rigor dentro e fora da Igreja Católica, diz Cardeal

ROMA, 13 Abr. 10 (ACI) .- O Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Cardeal Angelo Bagnasco, reiterou seu apoio ao Papa Bento XVI ante a campanha difamatória mediática contra a sua pessoa e explicou que ninguém faz tanto como o Santo Padre ante os abusos cometidos por parte de alguns membros do clero e precisou que o encobrimento destes casos deve ser tratado com rigor, dentro e fora da Igreja Católica.
Em entrevista concedida ao Il Sole 24 ore, o purpurado assinalou que "a pedofilia –como tive oportunidade de dizer nestas semanas– é um crime odioso. E é ademais um pecado escandalosamente grave que trai o pacto de confiança inscrito na relação educativa; por isso sempre é algo aberrante e, se é cometido por uma pessoa consagrada, adquire uma gravidade ainda maior"."Bento XVI, a quem renovo o afeto e a proximidade do Episcopado e de toda a Igreja na Itália pelas acusações gratuitas e infamantes das que é objeto, empreendeu, e não só desde hoje, uma severa ação de auto-exame que conduza à Igreja a purificar-se a si mesma dos membros que ofuscaram dolorosamente sua imagem e credibilidade".
Mas esta "vigorosa obra de limpeza", prossegue o Cardeal, "que compreende obviamente uma leal e correta cooperação com a magistratura, não pode cancelar o sofrimento e o desencanto das vítimas: crianças e jovens que foram traídos em sua confiança espontânea. Para cada uma das pessoas violadas, a suas famílias, expresso vergonha e amargura, especialmente nos casos nos que não foram escutados por aqueles que deviam ter intervindo imediatamente".
O também Arcebispo de Gênova disse também que "os casos esclarecidos de desgoverno e de menosprezo dos fatos, quando não de encobrimento, devem ser rigorosamente seguidos dentro e fora da Igreja e, como já aconteceu em alguns casos, devem ter como efeito o afastamento e a demissão das pessoas envolvidas".

Papa Bento XVI envia 50 mil Dólares às vítimas das chuvas no Estado do Rio

Papa Bento XVI envia 50 mil Dólares às vítimas das chuvas no Estado do Rio

RIO DE JANEIRO, 13 Abr. 10 (ACI) .- Em nota de imprensa divulgada hoje, a Arquidiocese do Rio informou que o Papa Bento XVI doou 50 mil dólares às vítimas das enchentes no Estado. O comunicado foi feito ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, por meio de carta enviada pelo Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Cardeal Paul Josef Cordes.
Com esse gesto, o Sumo Pontífice deseja prestar auxílio "àqueles que foram atingidos pelos deslizamentos provocados pela chuva torrencial que devastou algumas favelas na cidade do Rio de Janeiro", e assim "estar perto das famílias que estão sofrendo e também perto de todos que generosamente estão trabalhando na operação de emergência".
As chuvas ao longo de todo o Estado deixaram um saldo de mais de 11.000 pessoas desabrigadas e outras 245 mortas até agora.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cardeal Bertone anuncia iniciativas do Papa contra pederastia

Cardeal Bertone anuncia iniciativas do Papa contra pederastia

Em uma coletiva de imprensa concedida no Chile

SANTIAGO, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org).
- Segundo o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, anunciou no Chile, o Papa tomará iniciativas para enfrentar os atos de pederastia cometidos por membros da Igreja e “não deixará de nos surpreender”.

Em uma coletiva de imprensa concedida nessa segunda-feira no Seminário Pontifício de Santiago, o purpurado, que visita em nome do Santo Padre o país flagelado pelo terremoto, afirmou: “creio que o Papa ainda tomará outras iniciativas. Não posso antecipar, mas se estão pensando outras iniciativas. Não vai deixar de nos surpreender com essas iniciativas sobre este tema específico”.

Segundo o purpurado italiano, “também outras instituições devem tomar iniciativas concretas, de coração”, para defender a dignidade das crianças e das mães jovens.

Em resposta aos jornalistas, afirmou: “muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros demonstraram, e me disseram recentemente, que há relação entre homossexualidade e pedofilia”.

A pederastia, reconheceu, é uma patologia “que toca todas as categorias de pessoas, e percentualmente em menor medida aos sacerdotes”, mas de todos os modos, estas condutas negativas de sacerdotes “são muito graves e escandalosas”.
Fonte: Zenit

O Sinal da Cruz


O SINAL DA CRUZ
(†)-Pelo sinal da Santa Cruz,
(†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor,
(†) dos nossos inimigos,
(†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém
Quantas pessoas fazem o Sinal da Cruz, ou como se costuma dizer, o “Pelo Sinal” antes das orações, ou pelo menos uma vez ao dia? A impressão que temos é que o número é bastante reduzido, especialmente entre os mais jovens. A maioria faz, e às vezes de modo displicente, como um salamaleque, o “Em nome do Pai”, ficando só no gesto, sem invocar a Santíssima Trindade.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia. Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
Que inimigos? Todos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais. O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que protejaa nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias dehoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio;
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor os Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos: que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão.
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.
Padre Marcelo Rossi
Recebido por e-mail.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Igreja aceita a pena de morte?


A Igreja aceita a pena de morte?

Alguns leitores têm nos perguntado como interpretar o §2266 do Catecismo da Igreja que fala sobre a pena de morte e afirma: “… o ensinamento tradicional da Igreja reconheceu como fundamentado o direito e o dever da legítima autoridade pública de infligir penas proporcionadas à gravidade dos delitos, sem excluir, em caso de extrema gravidade, a pena de morte. ”

A Igreja, na prática, é contra a pena de morte; tanto assim que a cada caso de condenação nos EUA, o Papa pede clemência; aliás, tem pouco adiantado.

Como S. Tomás de Aquino a aceitava, em casos raros, na Idade Média, a Igreja não fechou a porta definitivamente para a possibilidade dela ser usada em “um caso de extrema gravidade”. Esse caso de “extrema gravidade” seria por exemplo comparado à legítima defesa, onde a sociedade não tivesse como se livrar do perigo de um assassino, de forma alguma, nem pela prisão perpétua. Na prática, isto parece não mais existir; especialmente por causa dos presídios de segurança máxima; o que faz a Igreja ser, na prática contra a pena de morte.

Uma prova clara disso, foi que quando da pena de morte aplicada a Sadam Hussein, o Vaticano foi contra a sua execução. A fonte de noticias www.acidigital noticiou o seguinte:

O Vaticano reitera rejeição à pena de morte após execução de Saddam Hussein
VATICANO, 2006-12-30 (ACI).- A Santa Sé reagiu ao anúncio da aplicação da pena capital ao ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein, mediante um comunicado do Diretor da Sala de Imprensa, Pe. Federico Lombardi, S.J., quem reiterou a posição da Igreja contra a pena de morte e auspiciou o início de um tempo de reconciliação e paz para o país.

“Uma execução capital é sempre uma notícia trágica, motivo de tristeza, inclusive quando este foi culpado de graves delitos”, diz a nota do Pe. Lombardi.“A posição da Igreja católica, contrária à pena de morte, foi várias vezes reiterada”.

“A morte do culpado não é o caminho para reconstruir a Justiça e reconciliar à sociedade. Existe, pelo contrário, o perigo de que isto alimente o desejo de vingança e se semeie nova violência”, adiciona.O exposto acima deixa claro que a Igreja Católica é contra a pena de morte.


Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

terça-feira, 23 de março de 2010

cristãos devem libertar-se do complexo de inferioridade

Cardeal Rylko: "cristãos devem libertar-se do complexo de inferioridade"

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- "Para os cristãos, chegou o momento de libertar-se do falso complexo de inferioridade para com o chamado mundo leigo, para poderem ser valentes testemunhas de Cristo."
O Cardeal analisou a situação atual das sociedades ocidentais, caracterizadas pela "ditadura do relativismo", e denunciou a aparição de um "novo anti-cristianismo" que "faz passar por politicamente correto atacar os cristãos, e em particular os católicos".
Hoje, advertiu, "quem quer viver e atuar segundo o Evangelho de Cristo deve pagar um preço, inclusive nas sumamente liberais sociedades ocidentais". "Está ganhando espaço a pretensão de criar um homem novo completamente desarraigado da tradição judaico-cristã, uma nova ordem mundial", acrescentou.
Fonte: Cléofas

segunda-feira, 22 de março de 2010

A BÍBLIA NÃO PODE SER INTERPRETADA À MARGEM DA IGREJA

A BÍBLIA NÃO PODE SER INTERPRETADA À MARGEM DA IGREJA


Por pe. Disán Vázquez (México)
Tradução: Carlos Martins Nabeto
Fonte: http://www.apologetica.org


Pontos de meditação sobre a relação Bíblia-Igreja

A Bíblia não pode ser compreendida corretamente se for separada da Igreja, onde nasceu.

1. A Igreja não nasceu da Bíblia, porque a Igreja é anterior à Bíblia. Ou seja, primeiro veio a Igreja e dela nasceu a Bíblia. O mesmo se deu acerca de Israel, se nos referirmos ao Antigo Testamento (o que se deu também com a Igreja cristã, se nos referirmos ao Novo Testamento).
Quando os livros do Novo Testamento foram escritos, a Igreja já tinha sido fundada por Cristo, pois -recordemos - que Cristo morreu e ressuscitou por volta do ano 30, enquanto que os livros do Novo Testamento foram escritos muito tempo depois. Por exemplo, o Evangelho de São Marcos foi escrito por volta do ano 64; São Lucas escreveu o seu Evangelho entre os anos 65 e 80; dessas datas, mais ou menos, provém o atual Evangelho de São Mateus. Os primeiros livros do Novo Testamento são as cartas de São Paulo, escritas entre os anos 51 e 67. O último foi o Apocalipse, escrito entre os anos 70 e 95.

2. Quando a Bíblia foi escrita (em concreto, o Novo Testamento), a Igreja já era uma comunidade viva, governada pelos apóstolos e por seus sucessores, que transmitiam de viva voz a Palavra de Deus. Nem tudo o que ocorreu foi posto por escrito, nem sequer da vida e da pregação de Jesus (João 21,25; 2Tessalonicenses 2,15; 2Timóteo 1,13; 2,2; 2João 12).

3. A Bíblia é verdadeira Palavra de Deus, e devemos crer e obedecer tudo o que ela nos ensina e manda. Porém, Jesus Cristo não veio para escrever uma Bíblia. Ele veio para inaugurar o Reino de Deus e para isso fundou uma comunidade (a sua Igreja) que fosse no mundo o anúncio e o início permanente desse Reino. Aos seus apóstolos, Jesus não mandou que compartilhassem Bíblias, mas que pregassem e dirigissem a Igreja em seu Nome (Mateus 28,19; Lucas 10,16; Romanos 10,17). Aos seus discípulos, Jesus não mandou que lessem a Bíblia para que conhecessem a sua vontade, mas que seguissem a sua Igreja e as autoridades que constituiu nela (Atos 9,6-17; Mateus 18,15-17). Isto mesmo fez YHWH no Antigo Testamento (Deuteronômio 17,8-13).

Encontramos na Bíblia partes difíceis de ser entendidas e que muitos corrompem o seu sentido, razão pela qual é necessário que alguém, inserido plenamente na Igreja, ajude a compreendê-las (2Pedro 3,16; Atos 8,29-31).

4. A Igreja cristã do século I era guiada pela Palavra de Deus. Porém, esta não estava apenas nos poucos livros escritos por alguns dos apóstolos, mas também era encontrada nas palavras e atos de Jesus, na pregação dos apóstolos, na orientação que davam continuamente à pregação dos apóstolos e na orientação que davam continuamente à Igreja e que ela recolhia, conservava e vivia com fidelidade. A este conjunto de orientações vivas de Cristo e dos apóstolos (que não foram escritas) é que a Igreja chama de "Tradição", a qual se formou na própria vida da Igreja, em suas instituições, em seu cultos e - sobretudo - na sua maneira de compreender as questões estabelecidas na Bíblia.

5. A Tradição é a atmosfera e o ambiente em que esta (a Bíblia) foi escrita e é a chave para interpretá-la corretamente. A Tradição é a vida e a fé da Igreja do século I que, juntamente com a Bíblia escrita, foi conservada e transmitida fielmente.


Para citar este artigo:
(MÉXICO), pe Disán Vázquez. Apostolado Veritatis Splendor: A BÍBLIA NÃO PODE SER INTERPRETADA À MARGEM DA IGREJA. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/1537. Desde 7/14/2003.

quinta-feira, 18 de março de 2010

A CULPA NÃO CONFESSADA CONSOME NOSSAS FORÇAS

Não enfrentar o mal consome a gente. Ter sabedoria para enfrentar o mal é fugir dele para não pecar. A nossa meta é não pecar. Deus não deixa de estar ao lado da pessoa em pecado, mas alguém que não enfrenta o mal e que anda de braços dados com o mal, esta pessoa não consegue enfrentar a presença do Senhor.
Você já prestou atenção que quando não estamos bem com nós mesmos e com o outro, ou quando não estamos bem com Deus a gente não gosta da Igreja? Porque entrar ali é ter que se enfrentar, é ter que olhar para aquilo que não está bem nossa vida, para aquilo que está errado. Entrar na igreja é enfrentar a presença de Deus e nós não conseguimos, porque Ele é luz, então Ele ilumina a situação que está nos incomodando. Mas chega uma hora em que não aguentamos e vamos lá pedir socorro.
“Então eu vos confessei o meu pecado, e não mais dissimulei a minha culpa. Disse: Sim, vou confessar ao Senhor a minha iniquidade. E vós perdoastes a pena do meu pecado”. A quem vamos recorrer ao sermos cercados pela angústia? Nesses momentos angustiantes ninguém consegue nos ajudar, podem até nos apoiar, mas, nessa hora, a única ajuda que é indispensável é a de Deus. A todo aquele, sem exceção: Deus diz: Já que você se arrependeu de coração do mal que fez, esta palavra é para você, “Vou te ensinar, vou te mostrar o caminho que deves seguir; vou te instruir, fitando em ti os meus olhos”.
Deus está nos dizendo que não sejamos pessoas sem freios! Deus não nos constrange, Ele não quer ninguém sendo obrigado, Ele quer o nosso coração e nos quer felizes. Quem é feliz? Feliz é aquele que é perdoado. O perdão mata o câncer da nossa alma. E por que o perdão de Deus é tão importante? Porque extirpa o veneno que nos consumia, o pecado é o câncer da alma. O câncer é uma célula com mania de imortalidade, é uma célula que não quer morrer. E o que ela faz? Ela vai consumindo todas as outras células boas que estão perto dela e, no final, ela mata a pessoa e se mata.
Existe muita gente que acabou sendo um câncer na vida da sua família e por quê? Porque ela tem um desejo de imortalidade tão grande, tem um desejo de felicidade tão grande, que foi passando por cima de todo o mundo que estava perto dela. Fez igual a célula cancerosa, só que chega uma hora em que ela experimenta as consequências do que ela fez. Ela fez um rombo na vida afetiva, na vida profissional dela. Isso é uma mania de imortalidade. O pecado faz isso com a gente. Toda vez que a gente decide ser feliz a qualquer preço, o pecado consome tudo ao nosso redor e também o nosso coração.
A felicidade não é o nosso Deus, nós não a idolatramos. Existem muitas pessoas que pensam que idolatria é ter uma imagem em casa, mas não é isso. Na minha casa eu tenho sempre diante dos meus olhos um crucifixo. E por que eu o tenho? Porque nós, seres humanos, nós somos visuais. Por isso eu preciso ter diante dos meu olhos aquilo que eu não posso esquecer, e eu não quero e não posso esquecer que Jesus Cristo derramou o Sangue por mim na cruz. Ele é o meu Senhor e o crucifixo está ali para me lembrar disso. A felicidade não é o nosso Deus, mas o Senhor faz a nossa felicidade acontecer, pois Ele mesmo é a nossa felicidade. E existe muita diferença nisso, há uma verdade aí, porque se você correr atrás da sua felicidade você vai se frustrar porque ela vai escapar de você, mas busque a Deus primeiro, busque as coisas do Alto e a felicidade virá até você.
Você quer ser feliz? Então rompa com o pecado. Porque no coração da gente não tem espaço para o pecado. Para as coisas de Deus ou é um ou outro. Rompa com o mal. Como? Confessando o seu pecado. A culpa não confessada consome as nossas forças, assim como os dias quentes do verão. O pecado nos consome dessa maneira.
Deus precisa da nossa adesão para nos dar o refrigério de que precisamos.
Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

quarta-feira, 17 de março de 2010

O que é "Santo Daime"

Para nós Brasileiros que estamos acompanhando a trágica morte de um seguidor dessa seita, segue para conhecermos um pouco do que se trata.
Abraços fraternos
*****



Por: D.Estevão Bettencourt
Revista Pergunte e Responderemos, n.340; 1990; pg 422

“A palavra “Daime”, segundo explicam os que a professam, vem do verbo “dar” no imperativo. “Dai-me paz, saúde e felicidade”, eis a aspiração implicada por esse vocábulo. “Santo Daime” designa uma bebida (chá - ayahuasca) preparada parada mediante o cruzamento de dois vegetais da Floresta Amazônica cipó jagube e a folha chacrona.

Tal bebida é utilizada por grupos indígenas do continente americano desde a época pré-colombiana em rituais mágico-religiosos, a fim de proporcionar intuições, alívio físico e psíquico, curas… Ora, eis que no século XX habitantes negros e brancos do Brasil descobriram tal bebida e seus efeitos poderosos, e constituíram em torno dela uma corrente religiosa eclética, cujas origens passaremos a ver.

Raimundo Irineu Serra, negro, nascido em 1892 no Maranhão, foi para o Acre com 20 anos de idade, integrando o movimento migratório de nordestinos para trabalhar na extração do látex. Na Floresta Amazônica, Irineu e seus companheiros foram fundindo a sua cultura com a dos índios; aprenderam a preparar a bebida de cipó jagube e folha chacrona. O uso desse chá proporcionou a Irineu as suas “mirações”: “apareceu-lhe” uma mulher chamada Clara, que se dizia Nossa Senhora da Conceição, a Rainha da Floresta. Relatou Irineu que foi ela quem deu o nome do “Santo Daime” à bebida e ditou normas para a realização do respectivo ritual.

Teria revelado a “Senhora” que aquela bebida tinha muitos nomes, mas o verdadeiro era o próprio verbo divino “dar” - dar para os que necessitassem e pedissem -, originando assim o nome “Daime”. “Daime amor, Daime luz, Daime força” são expressões características do Santo Daime.

O Mestre Irineu passou por uma fase de iniciação no interior da floresta, incluindo jejum de alimentos e abstinência sexual, a fim de adquirir (como se dizia) poderes de mira, vidência e comunicação com os espíritos.

A doutrina revelada a Irineu se codificou nos hinos do Santo Daime, que correspondiam à Bíblia Sagrada; esses hinos, recebidos do além, são tidos como a linguagem de comunicação com o astral, onde estão todos os seres divinos. Neles se encontram expressas crenças do cristianismo, das religiões africanas e das indígenas, ou seja, de três culturas (a branca, a negra, a indígena). Evocam Jesus Cristo, Nossa Senhora da Conceição, São João Batis­ta, o patriarca São José, Tuperci, Ripi Iáiá, Currupipipiraguá, Equiôr, Tucum, Barum, Marum, Papai Paxá, B.G., Rei Titango, Rei Agarrube, Rei Tintuma, Princesa Soloína, Princesa Janaína e Marachimbé.

Os seguidores do Mestre Irineu tomaram o nome de “Povo de Juramidam”, expressão composta de Jura (= pai) e Midam (= filho). Tal é o nome que o iniciador da seita diz ter recebido das entidades divinas. Juramidam represen­ta a segunda volta de Jesus Cristo à terra, sendo assim o Povo de Juramidam o Povo de Jesus Cristo.

Mestre Irineu foi se deslocando no Estado do Acre de região em região, até que em 1945 recebeu do senador Guiomar dos Santos uma área no local denominado “Colônia Custódio Freire”, onde fundou o Centro de iluminação Cristã Luz Universal, o Alto Santo, que chegou a congregar 500 membros efetivos e receber milhares de visitantes desejosos de conhecer o Santo Daime.

A fama dessa instituição se espalhou no estrangeiro, de modo que até junho de 1980 um total de 1201 pessoas vindas do exterior haviam assinado o livro de visitantes e tomado o Santo Daime. Provinham da Argentina, da Bolívia, do Peru, da Colômbia, da Venezuela, do Chile, da Inglaterra, da França, da Itália, da Suíça, da Alemanha, de Portugal, de Israel, do Canadá e do Japão.

Outra sede do Santo Daime é a Colônia dos Cinco Mil (Acre), que no foro civil é registrada como entidade filantrópica, tendo o nome de “Centro Eclético de Fluente Luz Universal Raimundo Irineu Serra” (CEFLURIS). Em 1976 havia na Floresta Amazônica 25 Colônias unidas entre si pela utilização do Santo Daime. As festas oficiais do Santo Daime acompanham o calendário cristão. O ano religioso começa em 6 de janeiro, em homenagem aos Três Reis do Oriente. Isso, porém, não implica compromisso como cristianismo; o Santo Daime é um sincretismo religioso, que atrai por suas promessas de “cura” e “mirações” (intuições). Não se coaduna com a fé católica.


O governo brasileiro oficializou na terça-feira (26) as regras para o uso religioso do ayahuasca, chá também conhecido como santo-daime, entre outras denominações, e utilizado principalmente em cerimônias religiosas no Norte do País. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, veta o comércio e propagandas do composto, que só poderá ser cultivado e transportado para fins religiosos e não lucrativos. Em 1985, a bebida chegou a ser proibida no País, mas liberada dois anos depois, para uso religioso. No início dos anos 90 houve nova tentativa de proibir o chá, também refutada. Em 2002, mais uma vez houve denúncias de mau uso do chá”.

D. Estevão Bettencourt.

Fonte: Blog do Prof Felipe Aquino

Fecundação assistida aumenta risco de morte dos fetos

É o que revela uma pesquisa realizada na Dinamarca

COPENHAGUE, terça-feira, 2 de março de 2010 (ZENIT.org).- Um estudo realizado no Hospital da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, revelou que os fetos que são fruto de reprodução assistida têm um risco quatro vezes maior de nascerem mortos que os que são concebidos de forma natural.

Os resultados do estudo foram publicados recentemente na revista da Sociedade Europeia de Reprodução e Embriologia Humana Human Reproduction.

A pesquisa analisou mais de 20.000 gravidezes e obteve como resultado que de cada mil mulheres que concebem de maneira assistida, com métodos como IVF (fecundação in vitro) e ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozóides) 16,2 dão à luz um bebê morto, enquanto que no mesmo número de mulheres que não utilizam esses métodos, o risco se reduz a 3,7.

Diante dos resultados, a diretora desta pesquisa, Kirsten Wisborg, disse que quem se submete a tais tratamentos “não tem de se preocupar”, devido a que “isso não necessariamente indica que o aumento do risco de morte fetal seja explicado pela infertilidade e pode ser mais devido a outros fatores como a tecnologia com a qual se aplicam o IVF e o ICSI, ou algumas diferenças fisiológicas nos casais que se submetem a esses tratamentos”.

ZENIT consultou o ginecologista espanhol Esteban Rodríguez Martín, membro da plataforma Ginecologistas pelo Direito a Viver (DAV), que assegurou que sempre a fecundação assistida “supõe um alto custo de vidas humanas”.

“Este novo trabalho de pesquisa demonstra que a ineficiência (dos métodos de reprodução assistida) não só aumenta a morte de embriões nos tubos de ensaio e nos congeladores, mas também aumenta a morte de crianças em fase final”, diz o médico.

Rodríguez assinalou a importância de que “os casais estejam informados dos riscos que as técnicas de transferência e produção artificial de embriões implicam para seus filhos”.

Amostra

A pesquisa levou em conta 20.166 mulheres grávidas, das quais 82% tinham concebido de maneira natural e 10% conceberam um ano depois da primeira tentativa. Entre o restante, 4% havia concebido com tratamento de IVF e ICSI e 4% com outras formas de tratamento.

Nessa amostra, todas as mulheres estavam grávidas pela primeira vez e esperavam apenas um filho. De cada uma se tomou um registro de sua história obstétrica, em que se analisaram fatores como o tempo que levou engravidar-se, os tratamentos utilizados e a idade.

Também se tiveram em conta alguns hábitos como tabagismo, consumo de álcool e café durante a gravidez, o estado civil, nível de educação e seu estado psicológico.

O estudo concluiu que as mulheres que mostraram menos risco de ter um bebê morto ao nascer foram as que tinham concebido de maneira natural, sem nenhum tipo de tratamento. Entre as que conceberam de forma espontânea em um lapso de 12 meses, o risco foi de 3,7 para cada 1.000, e nas que tardaram mais de um ano para conceber de forma espontânea, o risco foi de 5,4 por 1.000.

Para o doutor Esteban Rodríguez, a fecundação assistida está “derivando para a mercantilização da vida humana”.

“A indústria da produção embrionária, valendo-se de um sentimentalismo superficial e do sofrimento por não ter descendência de milhares de casais em todo o mundo desenvolvido, obstinado em atrasar e planejar artificialmente ao máximo a maternidade, coisifica os embriões, dando-lhes um trato indigno do ser humano”, denunciou.

“Congelamentos, experimentos, seleções eugenésicas, inclusive transferências a casais de mulheres unidas por vínculos afetivos homossexuais são alguns exemplos desta mercantilização e coisificação deste lucrativo negócio em que se converteu o tratamento da infertilidade”, concluiu o ginecologista.

(Carmen Elena Villa)

Fonte: Zenit.com

sexta-feira, 12 de março de 2010

Milagre atribuído a João Paulo II

Nenhuma objeção ao milagre atribuído a João Paulo II
Confirma o arcebispado francês de Aix-en-Provence
Por Jesús Colina

PARIS, quinta-feira, 11 de março de 2010 (ZENIT.org). – A análise do suposto milagre vivido por uma religiosa francesa que sofria do mal de Parkinson, atribuído à intercessão de João Paulo II, atende às exigências estabelecidas pela Congregação para as Causas dos Santos, confirmaram fontes oficiais da Igreja na França.

A Conferência Episcopal Francesa publicou nessa quarta-feira em sua página na web (http://www.cef.fr/) um comunicado do sacerdote Luc Marie Lalanne, chanceler do arcebispo de Aix-en-Provence, em que são desmentidas supostas alegações de que a irmã Marie Simon Pierre teria sofrido uma recaída em sua doença.

“Em nome da Congregação das Pequenas Irmãs das Maternidades Católicas e do Arcebispado de Aix-en-Provence, desminto categoricamente esta afirmação”, diz o padre Lalanne. “A irmã Marie Simon Pierre continua a gozar da mais perfeita saúde”, sublinha.

A religiosa de 48 anos, que oferece sua obra de caridade numa maternidade de Paris, está bem, como testemunham diversas pessoas a ela ligadas.

“Conforme declarou recentemente a assessoria de imprensa da Santa Sé, o processo romano referente a esta cura potencialmente milagrosa encontra-se em fase inicial e segue seu curso em condições normais, com toda a seriedade e precisão exigidas para as investigações que precedem o reconhecimento de um milagre”, conclui o comunicado do chanceler.

A investigação diocesana sobre a suposta cura inexplicável da irmã Marie Simon Pierre, que teria ocorrido em junho de 2005, foi conduzida em 2007 pela arquidiocese de Aix-en-Provence, em cuja jurisdição se encontra a maternidade na qual a freira trabalhava na época.

Ainda que Bento XVI tenha concedido a licença para a não observância do prazo mínimo de cinco anos exigido para a condução da causa de beatificação de João Paulo II, o processo está sendo submetido a todas as fases exigidas como em qualquer outro caso, entre as quais está previsto o reconhecimento, por uma comissão médica, de uma cura inexplicável, que em seguida deve ser reconhecida como um “milagre” por uma comissão teológica, por uma comissão de cardeais e bispos e, finalmente, pelo próprio Papa.

O postulador da causa de beatificação de Karol Wojtyła, o sacerdote polonês Slawomir Oder, explicou em 27 de março de 2007 que o caso da irmã Marie Simon Pierre foi escolhido, dentre diversos outros apresentados, por dois motivos: por ela ter sido curada de uma doença que também acometeu o Papa, e porque, uma vez curada, pôde continuar a se dedicar à “batalha pela defesa da vida” na maternidade, como fez o pontífice polonês em seu magistério e ministério.
Fonte: Zenit.com

quarta-feira, 10 de março de 2010

Historiador judeu: Pio XII não foi o "Papa de Hitler"

Historiador judeu: Pio XII não foi o "Papa de Hitler"

ROMA, 08 Mar. 10 (ACI) .- O historiador judeu nascido em Praga, Saul Friedländer, assinala em uma recente entrevista no semanário Le Point que Pio XII não foi o Papa de Hitler. Deste modo recorda a aversão do Papa Pacelli pelo nazismo e sua decisiva colaboração na encíclica Mit brennender Sorge de Pio XI na qual se deplora esta ideologia.
Friedländer ensinou história contemporânea no Instituto universitário de altos estudos internacionais de Genebra. Trabalhou também nas universidades de Los Angeles (EUA) e Tel Aviv (Israel). É autor, entre outros livros de "Hitler e os Estados Unidos", "Pio XII e o Terceiro Reich" e "Reflexões sobre o futuro de Israel".
Em entrevista concedida ao semanário Le Point dada conhecer pelo L'Osservatore Romano, o historiador judeus se refere ao "silêncio de Pio XII afirmando que se a Igreja tivesse elevado sua voz, hoje sua 'grandeza' seria recordada". Hoje se sabe que a verdadeira grandeza deste Papa esteve no seu silêncio que permitiu que ele salvasse mais de 700.000 judeus de perecer sob o regime nazista.O LOR assinala que ante diversas acusações deste tipo, "Friedländer considera que não quer transformar, como outros têm feito, a Pio XII no 'Papa de Hitler'.
Recorda, ao contrário, a aversão do Papa Pacelli pelo nazismo e sua decisiva colaboração na redação da Mit brennender Sorge", a encíclica de Pio XII que condena a ideologia nazista.
Fonte: ACI Digital

terça-feira, 9 de março de 2010

Bebê prematuro sobrevivente

Ao ler essa reportagem, fiquei pensando... essa é a beleza do amor, do lutar pela vida. Enquanto mulheres lutam para ter o direito de matar seus filhos em seu ventre, essa viu seu filho sendo submetido a 6 meses de tratamento intensivo para poder levá-lo pra casa, por ter nascido tão pequeno.
Situações como essa nos lembram que devemos lutar pela vida, a cada dia, pela nossa e pelo de cada bebê que hoje corre o risco de ser assassinado, sem ter o direito de ver o sol nascendo. Assim como esse bebê, que lutou e conseguiu sair de 275 gramas para quase quatro quilos em seis meses, e viver!
Lutemos pela vida, ao lado de Deus, que é o Deus da Vida!

BERLIM, 07 Mar. 10 (ACI) .- Um bebê menino que nasceu em 25 de junho de 2009 com 275 gramas de peso, sobreviveu logo depois de seis meses de tratamento e foi dado de alta em dezembro passado, convertendo-se no menor recém-nascido (varão) do mundo que conseguiu sobreviver.Este fato foi destacado pela imprensa ao assinalar que de acordo à experiência médica, os bebês prematuros que nascem com menos de 350 gramas de peso falecem ao pouco tempo de nascer.
Conforme indicou o porta-voz da Universidade Médica de Göttingen (UMG), Stefan Weller, o bebê nasceu na vigésima quinta semana de gestação com 275 gramas e após seis meses na unidade de cuidados intensivos, foi dado de alta em dezembro com 3,7 quilogramas de peso.
Este menino se converteu no quarto bebê do mundo que sobreviveu logo depois de nascer com um peso tão baixo, e no primeiro de sexo masculino. Segundo as estatísticas, as possibilidades de sobrevivência dos bebês prematuros são 25 por cento mais altas nas meninas.
Segundo a UMG, a mãe chegou em junho à clínica universitária por complicações na gravidez. A pesar que os médicos tentaram atrasar o parto, este teve que dar-se através de uma cesárea.Indicou-se que o menino não teve complicações severas como derrames cerebrais ou infecções letais, e que para favorecer seu desenvolvimento motor e neurológico, está sendo submetido à estimulação precoce e a controles médicos regulares.
Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 8 de março de 2010

Um convento no Coração da Igreja

UM CONVENTO NO CORAÇÃO DA IGREJA
No coração do Vaticano, à sombra da cúpula de São Pedro, há um convento consagrado à Mãe da Igreja. Sua construção é antiga, simples, e foi adaptada, alguns anos atrás, para as necessidades de uma ordem contemplativa. A idéia de ter, dentro do Vaticano, um mosteiro contemplativo que tivesse como missão rezar pelo Papa e pela Igreja, foi de João Paulo II.
Sua inauguração se deu dia 13 de maio de 1994, memória de Nossa Senhora de Fátima. Essa tarefa é confiada, cada cinco anos, a uma diferente ordem contemplativa. A primeira comunidade internacional era composta por Clarissas provenientes de seis diferentes países: Itália, Canadá, Ruanda, Filipinas, Bósnia e Nicarágua. Sucessivamente, foram substituías pelas Carmelitas, que continuaram a rezar e a oferecer a vida pelas intenções do Papa.
Desde o dia 7 de outubro de 2004, festa de Nossa Senhora do Rosário, encontram-se no mosteiro sete Irmãs Beneditinas, de quatro diferentes nacionalidades. Uma é filipina, uma vem dos Estados Unidos, duas são francesas e três, italianas.
Com essa fundação, João Paulo II mostrava à opinião pública mundial, sem palavras, mas de maneira clara, quanto a vida contemplativa é importante e indispensável, mesmo em nossos tempos, e quanto valor ele atribuía à oração no silêncio e ao sacrifício oculto. Ele queria ter próximas de si as religiosas de clausura para que rezassem por ele e por seu pontificado, pois estava convicto de que a fecundidade de seu ministério de pastor universal e o êxito espiritual de sua imensa obra proviriam, em primeiro lugar, da oração e dos sacrifícios de outros.
O Papa Bento XVI tem a mesma convicção. Duas vezes foi celebrar a santa Missa junto às “suas irmãs”, agradecendo-lhes pela oferta de suas vidas.As palavras que dirigiu, dia 15 de setembro 2007, às Clarissas de Castel Gandolfo, valem para as irmãs de clausura do Vaticano: “Eis então, queridas Irmãs, o que o Papa espera de vós: que sejais chamas ardentes de amor, “mãos postas” que vigiam em oração incessante, totalmente separadas do mundo, para apoiar o ministério daquele que Jesus chamou para guiar a sua Igreja”.
Não é por acaso que o Papa João Paulo II escolheu ordens femininas para essa tarefa. Na história da Igreja, seguindo o exemplo da Mãe de Deus, sempre foram as mulheres a acompanhar e apoiar, com orações e sacrifícios, o caminho dos apóstolos e dos sacerdotes em suas atividades missionárias. Por isso, as ordens contemplativas consideram como próprio carisma “a imitação e a contemplação de Maria”. Madre M. Sofia Cicchetti, atual priora do mosteiro, define a vida de sua comunidade como uma vida mariana cotidiana: “Nada é extraordinário aqui. Nossa vida contemplativa e claustral somente pode ser compreendida à luz da fé e do amor de Deus. Em nossa sociedade consumista e hedonista, parece ter desaparecido tanto o sentido da beleza e do estupor perante as grandes obras que Deus realiza no mundo e na vida de cada homem e mulher, quanto a adoração pelo mistério de Sua amorosa presença junto a nós.
No contexto do mundo de hoje, nossa vida, afastada do mundo, mas não indiferente a ele, poderia parecer absurda e inútil. No entanto, podemos testemunhar com alegria que não é uma perda doar o tempo só para Deus. Lembra a todos, profeticamente, uma verdade fundamental: a humanidade deve ancorar-se em Deus. Queremos ser como “Moisés”: com os braços erguidos e o coração dilatado por um amor universal, intercedemos pelo mundo, tornando-nos, dessa forma, “colaboradoras no mistério da redenção” (cf Verbi Sponsa, 3).
Nossa tarefa se funda mais que no “fazer”, no “ser” nova humanidade. À luz de tudo isso, podemos dizer que nossa vida é rica de sentido; não é perda e desperdício, nem recusa ou fuga do mundo, mas alegre doação a Deus-Amor e a todos os irmãos sem exclusão, e aqui, no “Mater Ecclesiae”, em particular pelo Papa e seus colaboradores”. Irmã Chiara-Cristiana, superiora das Clarrissas da primeira comunidade no Vaticano, testemunha: “Quando cheguei aqui, encontrei a vocação na minha vocação: dar a vida pelo Santo Padre como Clarissa. Assim foi para todas as outras co-irmãs”.Madre M. Sofia confirma: “Nós, como Beneditinas, somos profundamente ligadas à Igreja que está no mundo inteiro, e sentimos, portanto, um grande amor pelo Papa, onde quer que estejamos.
Certamente, ser chamadas tão próximas a ele – inclusive fisicamente – neste mosteiro “original”, aprofundou o amor por ele. Procuramos transmitir isso a nossos mosteiros de origem. Sabemos que somos chamadas a ser mães espirituais em nossa vida oculta e no silêncio. Entre nossos filhos espirituais, ocupam um lugar privilegiado os sacerdotes e os seminaristas, e todos os que se dirigem a nós pedindo apoio para suas vidas e seu ministério sacerdotal. Nossa vida quer ser “testemunho da fecundidade apostólica da vida contemplativa, em imitação de Maria Santíssima, que no mistério da Igreja apresenta-se de maneira eminentemente singular como virgem e mãe” (cf LG 63).
Fonte: Revista Adoração Eucarística pela Santificação dos Sacerdotes e Maternidade Espiritual, da Congregação para o Clero