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terça-feira, 27 de julho de 2010

"PADRES QUE ABUSARAM DE MIM"

Recebi esse texto por e-mail, e acho que vale a pena que todos os católicos, em especial aqueles que jogam tanta pedra nos padres, o leiam.
Divulgue entre seus amigos.
Um grande abraço!
João Batista.
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"PADRES QUE ABUSARAM DE MIM"

Os sacerdotes que abusaram de mim! Cuidemos gravemente de tratar com eles...

Quando eu era muito jovem, sem consciência, sem liberdade, sem ser capaz de me defender, um deles – pelo Batismo – fez-me um filho de Deus, herdeiro da vida eterna templo do Espírito Santo e um membro da Igreja, eu nunca poderei perdoar-lhe isso, tamanho o bem que ele me fez!

Outro insistiu em meus anos de adolescente, e usou contra mim de toda violência para incutir a minha alma o respeito pelo nome de Deus, a absoluta necessidade da oração diária, a obediência e reverência aos meus pais, o amor pelo meu país e me ensinou a utopia que é não mentir, roubar, não falar mal dos outros, perdoar e todas estas coisas que hoje nos fazem tão loucos e ridículos...
Outro me falou referindo-se ao Espírito Santo, que Ele deveria vir para completar a obra iniciada no Batismo, que eu iria precisar de Seus dons e dos seus frutos! Que eu teria de contar com seu auxílio, porque eu precisaria defender minha fé, como um soldado. Que audácia de falar em termos tão belicosos! Disse-me que era hora de preservar a minha alma das coisas do mundo, que eu deveria ser nobre, leal e honesto...

Outro abuso que um fez foi me dando livros para ler! Já não eram suficientes para ele os seus conselhos, dizendo que deveria fixar os olhos na eternidade e viver como peregrino aqui na terra! E quem agora vai tirar da minha cabeça os quatro Evangelhos? "As Glórias de Maria?" " A Imitação de Cristo? "Confissões?; etc! Quem será capaz agora de me livrar de todos estes tesouros que me marcaram para sempre?.

Outro abuso deles, na minha ignorância foi me mostrando coisas santas que eu não conhecia! Outro destes padres não falava, mas sua vida virtuosa me tornava cada vez mais inclinado a imitá-lo. Havia alguns que se aproveitaram de mim em momentos inesperados e corrigiram-me, me incentivaram e rezaram por mim.

Outros, quando eu estava em um círculo vicioso do qual não conseguia sair, insistiam com a minha natureza caída e levando-me para receber Jesus Cristo em seu Corpo e Sangue, para assim poder resistir aos ataques do inimigo, para fortalecer-me na minha fraqueza e santificar-me em todos os dias mais e mais.

Embora para qualquer pessoa que leia esta queixa, pareça que já basta e que já nada mais pode ser feito por mim, eu diria ainda que os abusos continuaram a acontecer na medida em que eu me tornava mais idoso. Cada vez que eu conhecia um padre, ele se aproveitava de mim com métodos renovados, me apresentando relíquias, imagens, água benta, terços, bênçãos e orações de todos os tipos. Com isso tudo eles me armaram com tão grandes benefícios, que isso fez atingir o limite da minha resistência.

Eu quero deixar bem claro a todos, essa injustiça cheia de perversidade, pois preciso reagir nos termos desta denúncia. Porque eu sei que alguns deles estarão esperando por mim adiante, para continuarem com esta maldade, sentados quem sabe em um confessionário, ou aparecendo ao lado da minha cama quando estiver morrendo. E vão querer continuar abusando de mim com suas orações, para que a minha alma e conheça enfim os fundamentos de misericórdia.

Associo a minha voz a de todos aqueles que tenham sido vítimas de tais abusos e se sentiram ultrajados por essas pessoas. Pois sei que a outros eles uniram no matrimônio, de outros eles descobriram a vocação, a outros eles ajudaram até materialmente, ou ainda abrindo seus corações para os tremendo segredos da miséria humana.

Vamos tomar cuidado, e lidar seriamente com todos estes padres! Nunca lhes demos os nossos dados e nunca olhemos em seus olhos! Não os consultemos absolutamente em nada, e jamais sigamos a nenhum dos seus passos! Porque pode acontecer então que corramos o risco de um dia cair em suas armadilhas e um deles vier a salvar nossa alma para sempre.

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" Eu sei que da verdade eu não sou dono...

Eu que não sei tudo sobre Deus...

As vezes quem duvida e faz perguntas...,

É muito mais honesto do que Eu..."

Autor: R.P. Gustavo Caro Fonte: arciprestazgodelinares.blogspot

Sacerdotes de Vida Dupla

Segue mais uma "estratégia" para desacreditar os Sacerdotes e a Santa Igreja!
Diocese de Roma protesta contra sacerdotes de “vida dupla”

Diante das afirmações de um jornal sobre supostos atos homossexuais

ROMA, segunda-feira, 26 de julho de 2010 (ZENIT.org) – A diocese de Roma pediu aos sacerdotes de “vida dupla” – em relação à homossexualidade – que abandonem o exercício de seu ministério.

O forte comunicado do vicariato da diocese, cujo bispo vigário é Agostino Vallini, foi publicado para esclarecer o longo artigo publicado pelo semanário italiano Panorama, a 23 de julho, intitulado “As noites loucas dos padres homossexuais”.

O jornalista garante que por 20 dias, com uma câmera escondida, ajudado por um “cúmplice homossexual”, infiltrou-se no ambiente noturno de três sacerdotes, dos quais preserva o nome.
O comunicado da diocese de Roma condenou duramente estes atos, caso sejam verdadeiros. Ao mesmo tempo, afirma que “a finalidade do artigo é evidente: criar escândalo, difamar todos os sacerdotes, em virtude da declaração de um dos entrevistados, segundo o qual “98% dos sacerdotes que ele conhece são homossexuais”. O artigo visa a desacreditar a Igreja e, por outro lado, fazer pressão contra essa parte da Igreja definida de “intransigente, que não quer dar reconhecimento à realidade dos sacerdotes homossexuais”.

Segundo a diocese de Roma, “os fatos narrados suscitam dor e desconformidade na comunidade eclesial de Roma, que conhece de perto seus sacerdotes que não levam uma “vida dupla”, mas "uma só vida”, feliz e boa, coerente com sua vocação, entregue a Deus e ao serviço das pessoas, comprometida na vivência e no testemunho do Evangelho, e que é modelo de vida moral para todos”.

"Aquele que conhece a Igreja de Roma não se reconhece no comportamento dos sacerdotes que levam uma 'vida dupla'".

“Sabemos que ninguém os obriga a permanecer como sacerdotes, aproveitando só os benefícios. Não queremos o mal para eles, mas não podemos aceitar que devido a seus comportamentos sujem o nome de todos os outros”.

Por último, a diocese de Roma afirma que está comprometida “a agir com rigor, segundo as normas da Igreja, contra todo comportamento indigno da vida sacerdotal”.
Fonte: Zenit.com

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Vós desonrasstes a Igreja

Num momento em que a mídia ataca tanto nossa Igreja, dizendo que o Papa e os padres não se importam com o escândalo da pedofilia, segue um texto mostrando que a verdade é bem diferente do que estão nos apresentando. Os erros realmente aconteceram, mas o papa e os santos sacerdotes, além dos bispos, sofrem muito com o que tem acontecido.
Continuemos rezando por eles. Acredito que se cada leigo rezasse que fosse uma Ave-Maria por seu sacerdote, não estaríamos vivendo essa crise de modo tão violento. Como Católicos praticantes, façamos nossa parte por aqueles que doam sua vida à Jesus, mas que, como humanos tem falhas, muitas vezes, como nesse caso, inaceitáveis.
Um bom fim de semana!
João Batista
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VÓS DESONRASTES A IGREJA

O primeiro abalo ocorreu há uns 10 anos atrás, quando começaram a aparecer notícias sobre casos de pedofilia, inclusive entre o clero dos USA. Aos poucos foram explodindo outros escândalos em vários países, mormente anglo-saxões. A última avalanche de denúncias provém da Alemanha e da Irlanda. Claro que diante da gravidade dos fatos os papas não poderiam ficar calados. Foi assim que o Papa João Paulo II, rodeado de todos os cardeais dos USA, não usou de meias palavras: a pedofilia é um crime e um pecado.
Agora, no dia 20 de março, em carta dirigida à Igreja da Irlanda, o Papa Bento XVI dizendo-se angustiado, envergonhado, também foi contundente na condenação: nós nos encontramos diante de crimes atrozes. E indignado declara: "vós desonrastes a igreja e perdestes a confiança do vosso povo."Diante de fatos inegáveis com certeza muitos são os que se perguntam: mas afinal, como entender tamanhas aberrações? O que está ocorrendo no mundo e na própria Igreja? Como procederá a Igreja?
Para entender a situação, sem negar em nada nem a gravidade nem amplitude, é preciso, antes de mais nada, colocar os fatos agora vindos à tona num contexto mais amplo. Esse contexto nos assegura que as crianças se transformaram numa espécie de produto tentador para satisfazer as exigências do desregramento sexual, que atinge proporções alarmantes.
Em alguns lugares já se começam a implantar terapias especializadas visando o controle de impulsos aberrantes ligados ao sexo.O sexo qualificado como normal parece estar cedendo lugar a formas sempre mais refinadas para quem já se cansou dele. E aqui entra a pedofilia, como expressão máxima no campo das patologias sexuais, e que se faz presente em todas as camadas da sociedade e em todas as profissões.
O fenômeno tomou proporções de verdadeira epidemia, e através da Internet se transformou numa espécie de indústria comandada por verdadeiras máfias, e vitimando milhões de crianças. O denominado turismo sexual, tão conhecido no nosso litoral brasileiro, é apenas uma das muitas expressões da praga da pedofilia. Diante do fato de isto estar ocorrendo também em certos ambientes de Igreja, naturalmente as perguntas que se colocam é o que fazer visando conter esta onda devastadora. E é claro que ninguém conta com respostas prontas e acabadas, pois nas proporções atuais trata-se de um fenômeno novo, e que remete para as raízes mais profundas da maldade humana.
Nos dois casos, isto é, da Igreja e da sociedade, não há muita dúvida quanto ao aspecto punitivo: aplicar estrita e duramente as leis existentes, tanto nas Constituições, quanto no Direito Eclesial. No que se refere mais especificamente à Igreja, há pouco mais de 1 ano atrás, o cardeal brasileiro, D. Cláudio Hummes, no programa televisivo "em pauta", da Canção Nova, foi claro e incisivo: que os pedófilos peçam desligamento do sacerdócio ou da vida religiosa, assumindo eles mesmos sua responsabilidade, ou serão demitidos e entregues à justiça civil.
Entretanto, dada a gravidade do problema social e eclesial, só a punição, por mais severa que seja, não é suficiente. São necessárias outras medidas, de caráter preventivo. Urge juntar todas as forças para oferecer uma verdadeira educação da sexualidade, através da educação para o amor. Isto significa montar todo um esquema que comece desde a infância e se estenda até as pessoas maduras, ou até de mais idade. Além disso, não podemos esquecer que o desregramento no campo da sexualidade nunca anda sozinho: ele é apenas uma das expressões de um mundo brutal, onde a ética deixou de ser uma preocupação.
A única norma vigente em quase todos os campos é uma espécie de "vale tudo". Uma corrupção reforça a outra. Por isso mesmo são urgentes ações de cunho mais amplo e mais profundo no sentido de um novo processo de humanização que começa pelo respeito profundo a si próprio e aos outros, mormente às crianças indefesas. E nunca é demais lembrar uma palavra do mesmo Jesus que disse "deixar vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino dos céus: " Ai do mundo por causa dos escândalos... quem transviar um destes pequeninos... mais valeria que lhe pendurassem uma pedra de moinho ao pescoço e o jogassem no fundo do mar" ( Mt. 18, 6-7).
Prof. Dr. Frei Antônio Moser, OFM
Diretor Presidente da Editora Vozes

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pio XII e o auxílio aos judeus: prova viva!!

A "prova viva" da existência da rede clandestina de Pio XII em auxílio dos judeus
Entrevista com um de seus membros, o padre Giancarlo Centioni


Por Jesús Colina


ROMA, quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Alguns setores da opinião pública têm pedido, em semanas recentes, provas da ajuda oferecida por Pio XII aos judeus durante a perseguição nazista. O sacerdote italiano Giancarlo Centioni, 97 anos, é uma das provas vivas, já que é o último membro vivo da rede clandestina criada pelo Papa Pacelli.

Entre 1940 a 1945, Centioni foi capelão militar em Roma na Milícia Voluntária pela Segurança Nacional, tendo vivido com sacerdotes alemães da Sociedade do Apostolado Católico. “Na condição de capelão fascista, era mais fácil para mim ajudar os judeus ", disse ele, explicando por que foi escolhido para participar da arriscada operação.

“Meus colegas sacerdotes palotinos provenientes de Hamburgo tinham fundado uma sociedade denominada "Verein Rafael '(Society of San Raffaele), criada para prestar auxílio aos judeus", revelou.

Um dos objetivos da rede era dar suporte à fuga de judeus da Alemanha, através da Itália, em direção à Suíça ou Portugal, motivo pelo qual a rede contava com membros nos quatro países.
Na Alemanha, lembra o padre Centioni, a sociedade era dirigida pelo padre Josef Kentenich, conhecido em todo o mundo como o fundador do Movimento Apostólico de Schönstatt.

Posteriormente, este sacerdote acabou sendo preso e mantido num campo de concentração até o final da guerra.

“Em Roma, o líder de todas estas atividades era o padre Anton Weber, o qual tinha contato direto com Pio XII e sua secretaria”, explicou.

Uma das principais atividades da rede consistia em obter passaportes para que as famílias judias pudessem deixar a Alemanha.

“Estes passaportes eram obtidos diretamente da Secretaria de Estado de Sua Santidade, pela intervenção direta do próprio Pio XII”, acrescentou.

“Comigo atuavam ao menos 12 sacerdotes alemães em Roma”, prosseguiu o padre, explicando que a rede recebia também uma ajuda decisiva da polícia, em particular do chefe adjunto de Mussolini, Romeo Ferrara, que lhe informava o local onde estavam escondidas as famílias judias para que pudessem levar os passaportes " – “mesmo à noite”.

Padre Centioni lembra uma dessas ocasiões, em que o policial o enviou durante a noite, advertindo-o para ir vestido com os trajes de Capelão para que “não fosse preso por soldados alemães”, a uma casa na qual estava escondida uma família judia de nome Bettoja.

O sacerdote diz lembrar “nitidamente” do medo e das dificuldades na operação, inclusive por parte das famílias que ajudava. “Bati à porta, mas não quiseram abrir. Disse então que não temessem, pois era um capelão e vinha para ajudar, para trazer os passaportes”; “juro, vocês podem ver através do olho-mágico da porta”, e então foi finalmente recebido pela senhora Bettoja com as crianças.

“Disse a ela: saiam amanhã antes das 7 em seu automóvel, porque às 7 poderão cruzar a fronteira pelo Lácio em direção a Gênova”. Fugiram e se salvaram. “Foi uma das tantas famílias”, disse.

As atividades da rede se iniciaram antes mesmo da invasão alemã na Itália, lembra o padre Centioni, e prolongou-se "até onde eu sei, até depois de 45, porque as relações do padre Weber com o Vaticano e os judeus eram muito vivas”.

"Entre aqueles que posteriormente colaboraram conosco, havia dois judeus que escondemos: um homem de letras, (Melchiorre) Gioia, e um grande músico e compositor de Viena, autor de canções e operetas, Erwin Frimm”.

“Todas pessoas de coragem”, disse. “Nos ajudaram muito com informações precisas” - reconheceu” – “mesmo colocando sua própria vida em risco”.

“Ajudei Ivan Basilius, um espião russo, que eu não sabia que era russo nem espião; era judeu. Foi preso pela SS e nas revistas, encontraram meu nome em suas anotações. Então, convocou-me a Santa Sé, sua excelência Hudal [alto e influente prelado alemão em Roma], dizendo: “venha para cá, pois a SS quer prendê-lo”. Perguntei: “Mas o que fiz?” - “Você ajudou um espião russo”. “Eu? Quem é?” - Então escapei.

Pe. Centioni, como capelão, conheceu pessoalmente o oficial alemão Herbert Kappler, comandante da Gestapo em Roma e autor do massacre das Fossas Ardeatinas, no qual 335 italianos foram assassinados, entre os quais muitos civis e judeus.

“Durante a invasão alemã, logo após a carnificina, perguntei a Kappler, a quem via com freqüência: por que não chamaram os capelães militares para as Fossas Andreatinas? E ele me respondeu: porque teria eliminado também eles”.

Pe. Centioni assegura que as centenas de pessoas que pôde ajudar tinham conhecimento de quem estava por trás de tudo. “Quem os ajudava era o Papa Pio XII, por meio de nós sacerdotes e da Raphael's Verein”, e através dos Verbitas, sociedade alemã em Roma. A entrevista foi concedida à Agência ZENIT e à Agência H2ONews (www.h2onews.org) e publicada nesta quinta-feira.

O caso do padre Centioni foi descoberto e investigado pela fundação Pave the Way (http://www.ptwf.org), criada pelo judeu nova-iorquino Gary Krupp.

Os relatos de Centioni são corroborados pela condecoração a ele concedida pelo governo polonês (“a cruz de ouro com duas espadas”, “pela nossa e pela vossa liberdade”).

O sacerdote citou outras expressões de gratidão por parte de algumas das pessoas que ajudou: os senhores Zoe e Andrea Maroni, os professores Melchiorre Gioia e Aroldo Di Tivoli, e as famílias Tagliacozzo e Ghiron, cujos filhos puderam se salvar, alcançando os EUA, com passaportes e recursos disponibilizados pelo Vaticano.

A entrevista pode ser assistida no site: www.h2onews.org.

Desabafo de um Sacerdote

Boa tarde, queridos amigos.
Peço muitas desculpas por andar meio sumido, mas o trabalho e algumas mudanças tem tomado muito do meu tempo, mas a medida do possível pretendo voltar às postagens como antes. Por hora, peço que não se assustem de ainda passar alguns dias ou semanas sem postagens.

Segue um desabafo muito interessante que recebi por e-mail e senti que precisava partilhar contigo, para que você partilhe com seus amigos. Essa imagem que a mídia vem trazendo dos sacerdotes nunca foi a verdadeira, mas com maestria, esse sofrido sacerdote mostra como devemos olhar para nossos padres.

um grande abraço
João Batista



"uma arvore que cai, faz mais barulho que uma floresta que cresce".

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.
Eis a carta.
Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Sinto-me orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta.Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo.
Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes... Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio.
É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo! Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no Moxico com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças...
Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino. Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como o padre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio.
Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados.Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos... ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.
Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região... Nenhum passa dos 40 anos. Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve.
A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce. Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos.
Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura...Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido. Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.
Em Cristo, Pe. Martín Lasarte, SDB.
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Apesar do Ano Sacerdotal ter terminado, continuamos com a campanha: reze uma Ave-Maria por seu Sacerdote! Eles precisam de nós e de nossas orações.
abraços fraternos

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O MAIOR INVESTIMENTO DADO AOS FILHOS

O MAIOR INVESTIMENTO DADO AOS FILHOS
No sistema do príncipe deste mundo, há punições. No sistema do mundo, o que o inimigo faz acontecer é infidelidade, adultério, prostituição, sexualidade livre e tantos outros males.
Se você já entrou pelo caminho errado, pule imediatamente para fora desse sistema! Por quê? Porque, se Deus não for o primeiro da sua casa, de seu casamento, de sua família, nada vai sobreviver! É uma questão de sobrar! É preciso que Deus seja o primeiro em sua família! Que seja o centro dela! Isso se chama conversão: entrarmos no caminho certo, no qual Deus seja o primeiro de nossa vida e de tudo que a envolve.
O primeiro em seu trabalho precisa ser Deus. Você trabalha por causa d'Ele e não por dinheiro, promoção, por seu patrão ou seus colegas. Trabalha porque assim o Senhor fala a respeito da lei do trabalho: "Ganharás o pão com o suor do teu rosto" (cf. Gn 3,19a).
Se Deus não guardar nossos filhos, se não for o primeiro em nossas vidas de pai e mãe, em vão tentaremos guardá-los. Estaremos perdendo, pois o mundo segue seu próprio sistema, com suas causas e consequências, e nos envolve. Ele é inclemente com nossos filhos. Não será nossa honradez que vai protegê-los; não serão nossas palavras que irão assegurá-los: será nossa vida colocada a serviço de Deus e Seu Reino que vai alcançar essa graça.
Aqueles que estão no sistema do mundo são extorquidos até a última consequência; são cobrados de tudo até o fim. Nossos filhos não serão guardados se o Senhor não guardá-los. Portanto, atenção: o maior investimento que pode ser dado a eles não é o colégio, roupas, poupança, e sim, Deus vivo! E só conseguimos transmitir um Deus vivo quando O vivenciamos.
Monsenhor Jonas Abib

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Do comunismo ao catolicismo e ao sacerdócio

Do comunismo ao catolicismo e ao sacerdócio

Entrevista com o Pe. Yurko Kolasa, da Ucrânia

VIENA, quarta-feira, 9 de junho de 2010 (ZENIT.org).- Educado na União Soviética comunista, Yurko Kolasa não sabia nada da fé católica até o início de sua adolescência. Quando a Igreja greco-católica passou de um ambiente clandestino a ser uma prática aberta e uma religião respeitada na Ucrânia, o mundo se abriu para esse futuro sacerdote.

Atualmente, o Pe. Kolasa é o prefeito do programa de formação para sacerdotes, seminaristas e religiosos no Instituto Teológico Internacional de Viena. Também é um sacerdote casado da Igreja greco-católica de rito oriental e pai de quatro filhos.

Ele fala do programa de preparação para o Matrimônio que foi desenvolvido e como ele influenciou de maneira positiva na taxa de êxito matrimonial na Ucrânia.

Rapidamente está se convertendo no protótipo do programa de preparação matrimonial em várias dioceses do Leste Europeu.

- O senhor afirma que aceitou as ideias do comunismo até os 15 anos. O que lhe fez se afastar desta ideologia e ir para a fé católica?

Pe. Kolasa: A maioria dos meus familiares era muito ativa no partido comunista. Como criança, eu não sabia nada sobre a perseguição à Igreja greco-católica na União Soviética.

Foi em 1989, quando a igreja grega foi legalizada, que comecei a ter conhecimento dos milhares de mártires dessa igreja greco-católica: bispo, clero, monges e leigos.

Foi a autenticidade de sua fé que mudou radicalmente minha vida. Estava impressionado pelo fato de que tanta gente resistia a se comprometer com o regime opressor desse momento e a superar os maiores desafios morais do século XX: a supressão da liberdade dada por Deus e a dignidade humana pelo totalitarismo ideológico.

Eles deram o testemunho mais forte de sua fé: seu sangue.

- Apesar dos esforços do governo para acabar com o cristianismo, a fé das pessoas prevaleceu. Você poderia descrever como as pessoas continuaram praticando, ou ao menos mantendo, sua fé nessas condições?

Pe. Kolasa: No final de 1947, homens e mulheres religiosos, fiéis leigos e centenas de sacerdotes que se recusaram a "se converter" à ortodoxia, muitas vezes com seus cônjuges e filhos, foram presos e enviados para campos de trabalho, onde enfrentaram dificuldades terríveis.
As paróquias nas que o pastor havia sido preso se contiveram na coluna vertebral do underground.

Os fiéis cantavam fora das igrejas fechadas ou celebravam o culto em igrejas não registradas pelo regime. Os sacerdotes que tinham evitado ser presos tentavam fazer suas visitas pastorais a essas comunidades clandestinas. As freiras mantinham contato entre os sacerdotes e os leigos, impulsionando serviços religiosos secretos e catequizando as crianças.

Com a morte de Stalin, em março de 1953, muitos sacerdotes que sobreviveram aos campos receberam autorização para voltar para casa, onde retomaram suas atividades pastorais.
Os sacerdotes celebravam os sacramentos em bosques ou em lugares reservados, à tarde, à noite ou logo de manhã, além de seus trabalhos legais. Algumas vezes eram capturados e condenados novamente.

Até sair da clandestinidade em 1989, a igreja ucraniana greco-católica era a maior igreja ilegal do mundo. Também era a rede mais extensa de oposição civil entre a União Soviética.

Apesar da implacável perseguição, a vida da Igreja continuou, por meio de um elaborado sistema de seminários, mosteiros, ministros, paróquias e grupos juvenis clandestinos, até que foi legalizada em 1º de dezembro de 1989.

- O senhor é sacerdote greco-católico, está casado e tem quatro filhos. Para os que não estão familiarizados com a tradição do clero casado nos ritos católicos ou orientais, poderia explicar-nos como se produziu esta diferença na tradição?

Pe. Kolasa: A tradição do clero casado vem dos tempos apostólicos. Nos primeiros anos da Igreja, alguns homens casados foram inclusive consagrados bispos. A igreja oriental sempre seguiu a possibilidade de que os homens casados fossem ordenados ao sacerdócio.

Leve em consideração que nenhum sacerdote solteiro na igreja nunca se casou; só houve exemplos de homens casados que depois foram ordenados. A igreja ocidental decidiu ordenar somente homens que não estão casados, exceto para alguns protestantes que entraram na igreja nos últimos anos.

Eu sempre tive um grande respeito e uma alta estima pelos sacerdotes não casados e sempre tento incentivá-los a valorizar e proteger o dom que receberam.

São Paulo, em 1 Coríntios 7,7, diz: "Aliás, gostaria que todos fossem como eu. Mas cada um recebe de Deus um dom particular, um este, outro aquele".

- O senhor foi ordenado em 2001. Próximo do seu 10º aniversário como sacerdote, poderia compartilhar conosco algumas reflexões sobre sua vocação e sobre como sua vida mudou desde sua ordenação?

Pe. Kolasa: Uma das experiências mais fortes de ser sacerdote é ser testemunha direto do grande poder dos santos sacramentos e saber que, tão indigno como sou, Deus está me usando como canal de seu infinito amor.

Nunca esquecerei esse momento da minha vida em que, após um dia longo e exaustivo de cumprir diferentes tarefas na paróquia, me chamaram para dar a Unção dos Enfermos a um homem muito doente.

Quando cheguei, o pobre homem estava com uma terrível dor. Todo seu corpo estava preso a uma forte convulsão. Tentei me comunicar com ele, mas não respondia. Não sei se chegou a me escutar ou a me ver. Comecei a rezar as orações do rito da Unção dos Enfermos.

Nesse período, as convulsões somente aumentaram. No momento em que acabei com a palavra "Amém", seu corpo de repente descansou. Seus olhos estavam fechados. Contudo, ele respirava.
Eu disse para sua irmã que ficasse junto de mim, para rezarmos juntos e darmos graças a Deus por sua misericórdia. Quando começamos a recitar o Pai Nosso, o homem abriu os olhos suavemente; olhou sua irmã e a mim e sorriu de uma forma feliz e pacífica. Então fechou os olhos e respirou pela última vez.

Nesse momento, eu não podia parar de dar graças a Deus por salvar sua alma e pelo presente do sacerdócio.

- O senhor desenvolveu um programa de preparação para o Matrimônio que foi bem recebido na Ucrânia. Poderia nos falar do programa e do que acredita ter sido a chave de seu êxito?

Pe. Kolasa: Nossa experiência na Ucrânia mostrou que os jovens de hoje estão muito carentes de verdade. Somente quando encontram a verdade, suas vidas começam a mudar.

Outro aspecto importante é o desenvolvimento do cuidado pastoral das famílias cristãs jovens. Todo programa de preparação para o Matrimônio deve ser visto em relação com o cuidado pastoral das famílias jovens. Pode-se dizer que a qualidade da preparação ao matrimônio depende da continuidade.

Assim, só alguns meses depois de minha graduação no Instituto Teológico Internacional (2001), Sua Eminência, o cardeal Huzar, me pediu para que eu ficasse encarregado da Comissão Arquidiocesana de Matrimônio e Família em Lviv.

Em três rápidos anos, a comissão criou 13 centros de preparação para o Matrimônio, publicou um manual de preparação para o Matrimônio e preparou mais de três mil casais para o casamento. A cada ano, mais de 1.500 casais participam deste programa. Também foi usado como modelo para outras dioceses da Igreja ucraniana greco-católica.

É interessante destacar que as questões pró-vida e matrimoniais deram uma oportunidade para encontrar um ponto de união com a Igreja Ortodoxa. Alguns sacerdotes ortodoxos também recomendam o uso do manual greco-católico de preparação para o Matrimônio em suas paróquias.

Este trabalho da Igreja afetou também as estatísticas estatais, com um resultado destacável. Em 2000, a taxa de divórcio na região de Lviv era de 54%. Desde o momento em que a Igreja começou a implementar o programa de preparação para o Matrimônio, a situação melhorou. Na Ucrânia, os casais jovens são os mais propensos a se divorciarem, mas nos últimos quatro anos, a taxa de divórcio na região de Lviv caiu para 40%. Nas regiões Leste e Sul da Ucrânia, onde o programa não foi implementado, a taxa de divórcio estava em 80%. Também desde 2004 até o presente momento, a cidade de Lviv tem a maior taxa de natalidade.

Em 2006, o programa foi dado a conhecer aos oficiais do Estado, como uma via para superar a crise familiar na Ucrânia. Em janeiro de 2007, uma equipe de leigos começou um programa piloto para o Estado em Kiev, capital da Ucrânia, em um dos escritórios estatais para o registro matrimonial. O programa desenvolvido pelo Estado é diferente do programa utilizado na Igreja, mas também tem o objetivo de proclamar a verdade sobre a pessoa humana, o amor genuíno de Deus.

Em janeiro de 2008, após examinar o programa governamental durante um ano e entrevistar jovens casais que participaram da preparação matrimonial, os oficiais do Estado decidiram que o programa deveria continuar e ser implantado em toda cidade de Kiev. Agora, há 7 centros de preparação matrimonial na capital da Ucrânia, que preparam casais que se casam fora da igreja. Conforme for, poderia ser aprovado para todo o país.

Também criamos uma rede para ajudar os casais durante os primeiros anos de seu matrimônio e por meio de sua vida matrimonial conjunta. Percebemos que a preparação para o casamento deve sempre ser acompanhada do cuidado pastoral das famílias.

Cerca de 300 casais que passaram pelo programa são agora também voluntários ativos e ajudam outros casais a prepararem seu casamento. Isso melhorou consideravelmente a situação das famílias em nossa diocese.

A igreja greco-católica romana está usando agora o curso como base de seu programa de preparação para o Matrimônio.

No ano passado, o bispo austríaco encarregado do matrimônio e da família, Dom Kaus Küng, me pediu para ajudar a estabelecer um programa similar para a Áustria. Este programa está se estendendo agora pelas paróquias da Áustria.
Fonte: Zenit

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Islam e os Cristãos

Triste realidade...


ROMA, 08 Jun. 10 (ACI) .- Um vaticanista italiano revelou que Dom Luigi Padovese, Vigário de Anatólia e Presidente do Episcopado Turco, cancelou sua viagem ao Chipre diante da suspeita de que seu chofer –agora seu assassino confesso- pudesse atentar contra o Papa Bento XVI durante sua estadia na ilha.
O analista e sacerdote Filippo di Giacomo, que escreve para meios como o L'Unitá e La Stampa (ambos da Itália), revelou que "umas horas antes que Padovese fora assassinado, o Governo turco ligou para ele para dizer que o chofer, que eles mesmos tinham posto a seu serviço quatro anos atrás, tinha saído do seu controle.
Quer dizer, que tinha abraçado a causa fundamentalista".
Em declarações recolhidas pelo jornal espanhol El Pais, di Giacomo acrescentou que "ao sabê-lo, Padovese cancelou os bilhetes que tinha reservado para ir ao Chipre com Altun (seu chofer). Preferiu ficar em casa antes que realizar a viagem porque temia que seu chofer pudesse aproveitar sua proximidade ao Papa para atentar contra ele".
Segundo o diário El Pais, "a morte do bispo franciscano capuchinho, conhecido como um intelectual aberto ao islã que adorava a Turquia, produziu-se em um momento dramático para o Oriente Médio, horas depois de que Israel matara a nove pessoas (oito turcos e um americano) ao assaltar em águas internacionais a frota humanitária contra o bloqueio israelense a Gaza"."Outro fato menos comentado alimentou a inquietude do Vaticano: o Marrocos aproveitava a confusão para expulsar do país 28 cristãos que trabalhavam com os pobres aduzindo que 'perturbavam a mentalidade do bom muçulmano'", acrescentou o jornal.
Di Giacomo assinalou ao jornal espanhol que a expulsão é conseqüência "da sentença promulgada por 7.300 doutores marroquinos da lei islâmica que declararam recentemente que a caridade cristã deve ser considerada terrorismo religioso".
Enquanto se celebravam os funerais de Dom Padovese, o canal de televisão turco NTV informou que o chofer Murat Altun, de 26 anos de idade, confessou ter assassinado o Bispo –que recebeu 25 punhaladas, oito delas no coração, e quase foi decapitado- por "inspiração divina".
NTV acrescentou que Altun deu vivas a Alá várias vezes depois do assassinato, apesar de apresentar-se como cristão.
fonte: ACI Digital

Andrea Bocelli sobre o Aborto

A HAIA, 07 Jun. 10 (ACI) .- O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha "certa", dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.
Em um vídeo no site YouTube intitulado "Andrea Bocelli conta uma "historinha" sobre o aborto", o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por "um ataque de apendicite simples.""Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência."Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu," ele continuou."
Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa". Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em "situações difíceis", que querem salvar a vida de seus bebês.
Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.
O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês).
A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded
Fonte: ACI digital

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Manifestação Anti-Católica


ROMA, 12 Abr. 10 (ACI) .- Ed Kock é um judeu que foi prefeito de Nova Iorque, Estados Unidos, entre 1978 e 1989. Ele escreveu um artigo no jornal israelense Jerusalem Post no qual assinala: "acredito que os contínuos ataques dos meios à Igreja Católica e a Bento XVI se converteram em manifestações de anti-catolicismo e que a cadeia de artigos sobre os mesmos eventos não têm já a intenção de informar mas sim de 'castigar'".
Em seu artigo sobre a campanha difamatória empreendida por diversos meios para apresentar o Santo Padre como "encobridor" de abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero, Koch comenta que este tipo de crimes são uma coisa "horrenda" e sublinha como o Papa Bento XVI "em várias ocasiões, em nome da Igreja, admitiu as culpas e pediu perdão".
Para o ex-prefeito de Nova Iorque "muitos dos que nos meios atacam a Igreja e o Papa hoje o fazem evidentemente com prazer, e em qualquer caso com malícia".
Isto acontece, em opinião de Ed Kock, porque "existem muitos nos meios, inclusive entre os católicos assim como entre outras pessoas, que objetam ou se irritam pela posição da Igreja que é contrária a todo aborto e ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, favorece a manutenção da regra do celibato para os sacerdotes assim como a exclusão das mulheres no sacerdócio. É contrária às medidas de controle da natalidade, ao uso libertino dos preservativo e fármacos (anticoncepcionais), assim como contrária ao divórcio civil".
Embora ele mesmo poderia não estar de acordo com estas posições, explica Koch, considera que a Igreja Católica tem "o direito de exigir a seus próprios fiéis o cumprimento de todas as suas obrigações religiosas e o direito de sustentar-se no que (Ela) crê".
Para o ex-prefeito a Igreja Católica é "uma força positiva no mundo" e que a importância de milhões de católicos é importante para a paz e a prosperidade.
Finalmente Ed Kock reitera que "os atos cometidos por membros do clero católico são atos terríveis" e adverte citando o Evangelho de São João: "quem de vós esteja livre de pecado, que atire a primeira pedra".

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Oração pelo Papa

Boa tarde!

Relembro aqui a campanha iniciada: Rezemos pelo Papa. Como continuamos no Ano Sacerdotal, continuo o apelo: Rezemos pelos nossos Sacerdotes.

Amigos, tudo pode ser mudado pela oração, e sabemos que somos muitos os católicos pelo mundo, se cada um fizer a sua parte, oferecer suas orações, missas e sacrifícios pelo Santo Padre, pela Igreja e pelos Sacerdotes, tudo pode mudar!!
Só depende de cada um! Eu estou fazendo a minha parte, e você?
Partilho com vocês uma bela oração pelo Santo Padre que veio do Movimento Salvai Almas. Convido-os a rezar diariamente essa oração por nosso Pastor!


Abraços fraternos

João Batista

ORAÇÃO DIÁRIA PELO PAPA BENTO XVI

Pai Santo, Vós que sois o Senhor de todas as gentes e de todo o Universo, olhai para o nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI, escolhido por vós como Timoneiro desta Santa Igreja, que tanto sofre por causa dos constantes ataques do inimigo, para que ele consiga prosseguir na elaboração de Vossos planos e ser sempre o guardião fiel de vossos segredos, a fim de que nossa Santa Igreja seja sempre protegida e salva das mãos inimigas!

Pai Santo, derramai luzes sobre a Santa Igreja, Fortaleza e Discernimento sobre o Santo Padre! Cuidai dele e protegei-nos sempre, para que também possamos ser igreja fiel, e seguidora das orientações deste nosso Pastor.

Obrigado, Pai, por nos amardes tanto! Amém!

Fonte: Movimento Salvai Almas

“não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”

Pediatras americanos: “não estimulem a confusão sexual entre os adolescentes”

ROMA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org). - Christine Vollmer, presidente da Alliance for the Family, membro da Pontifícia Academia pela Vida e do Pontifício Conselho da Família e líder do grupo que instituiu o “Alive to the World”, comemorou o recente anúncio do American College of Pediatricians (ACP) que inclui uma advertência embasada em anos pesquisas clínicas e observações rigorosas.

A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.

A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.

“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.

“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.

Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians.

Benton divulgou ainda uma página na internet sobre o tema,www.FactsAboutYouth.com (em inglês), na qual os pais e responsáveis podem encontrar mais informações.

“É importante a questão seja esclarecida”, disse Christine Vollmer a ZENIT.

“Nosso programa, que já tem 12 anos, Alive to the World, inclui diretrizes claras para compreender e acompanhar as crianças e adolescentes através dos vários estágios psicológicos de seu desenvolvimento rumo à maturidade”, acrescentou.

“Para dizer com as palavras do Dr. Benton” – prossegiu – “a adolescência é um período de agitação e efemeridade. Os adolescentes experimentam confusão a respeito de muitas coisas, incluindo a orientação sexual e a identidade de gênero, e são particularmente vulneráveis às influências do ambiente”.
Fonte: Zenit

terça-feira, 4 de maio de 2010

Papa quer diálogo com os pensadores ateus

Arcebispo Ravasi: Papa quer diálogo com os pensadores ateus

Afirma que a Santa Sé está tratando “com muito rigor” os casos de pedofilia
VALÊNCIA, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI está impulsionando o diálogo entre a fé e a razão, e nele se incluem pensadores e artistas ateus. Foi o que afirmou hoje o presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, o arcebispo Gianfranco Ravasi, em uma coletiva de imprensa em Valência (Espanha), segundo informa a agência diocesana Avan.

Dom Ravasi, que se encontra na cidade espanhola para a inauguração da cátedra Fides et Ratio da Universidade Católica de Valência (UCV), explicou que seu dicastério vaticano está conduzindo muitas iniciativas no âmbito do diálogo com o mundo da cultura.

Ele explicou que durante a visita a Portugal, em maio, o Papa manterá um encontro com artistas portugueses, entre eles o cineasta Manuel Oliveira.

Também se está preparando, para este ano, uma série de encontros em Paris, na sede da UNESCO, na universidade de Sorbona e na Academia Francesa, através do Pátio dos Gentis, instituição criada por seu próprio dicastério para impulsionar o diálogo com o âmbito do ateísmo.
Dom Ravasi afirmou que o cristianismo “tem sempre uma função dentro da cultura”, ainda que em algumas de suas expressões esta “possa ser completamente secular ou laica”.

A religião “favorece as respostas fundamentais que todo homem se faz acerca da vida, morte, dor, justiça e da verdade”.

Pedofilia

Perguntado por jornalistas locais sobre os casos de abusos a menores da parte de clérigos, Dom Ravasi reconheceu que se trata de questões greves e afirmou que a Santa Sé está tratando o tema “com muito rigor”.

Após explicar as medidas adotadas nestes casos, o prelado também lamentou algumas das reações públicas reproduzidas por meios de comunicação contra o Papa, que em sua opinião são “excessivas e quase agressivas”.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Livro conta as memórias de um exorcista

Livro conta as memórias de um exorcista

Entrevista com o autor, o jornalista e escritor Marco Tosatti
Por Antonio Gaspari

ROMA, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org). – Padre Gabriele Amorth é sacerdote paulino. Antes de se tornar sacerdote, esteve na guerra, foi partidário e graduou-se em direito. Teólogo mariano, foi por muitos anos diretor da prestigiada publicação paulina Madre di Dio, até ser apontado pelo cardeal Ugo Poleti ao cargo oficial de exorcista.

Em mais de 25 anos de atividade, Amorth já realizou mais de 70 mil exorcismos, sendo considerado o exorcista mais experiente do mundo.

Marco Tosatti, vaticanista do jornal La Stampa, autor de diversos livros, entrevistou padre Amorth, publicando em seguida o livro Memorie di un esorcista (“Memórias de um exorcista”, Edizioni Piemme).

O livro é algo como um testamento espiritual, no qual Amorth narra seus embates contra o maligno: um série impressionante de histórias que testemunham a presença, mas também a libertação do mal.

ZENIT entrevistou Marco Tosatti.

- Quem é o exorcista e quem é particularmente padre Amorth?
- Tossati: Um exorcista é um sacerdote que recebeu de seu bispo – o único autorizado a realizar este tipo de intervenção – a autorização para libertar do mal pessoas afetadas por fenômenos demoníacos, como a infestação, a vexação e a possessão. Padre Gabriele é presidente honorário da associação de exorcistas, por ele fundada há vários anos, e é provavelmente o exorcista mais famoso do mundo. Completará 85 anos neste mês de abril e continua empenhado em sua batalha...

- Existe de fato o demônio?
- Tosatti: Quem é cristão não pode se privar de acreditar na existência de um espírito, que rejeitou a Deus e age de maneira ordinária e extraordinária – algo raríssimo – no mundo.

- Quem é, o que faz, como se manifesta e de que modo os exorcistas neutralizam sua influência sobre as pessoas?
- Tosatti: É um anjo caído, que lidera outros seres semelhantes a ele. Em sua ação ordinária, busca arrastar as pessoas para o pecado, a fim de conquistar suas almas. Sua ação extraordinária é certamente mais misteriosa. Com a permissão de Deus, realiza ações sobre as pessoas, podendo alcançar, em alguns casos, a possessão (que não pode, porém, tocar a alma). Os exorcistas, com as orações do ritual e pelo uso dos sacramentais, buscam libertar as vítimas de tais ações negativas.

- Por que a Igreja instituiu a figura do exorcista?
- Tosatti:
Jesus Cristo conferiu aos seus discípulos o mandato de pregar o evangelho, curar os doentes e expulsar os demônios. Por vários séculos, não houve na cristandade a figura do exorcista: qualquer cristão poderia se fazer soldado nesta batalha. E ainda hoje simples cristãos podem proferir orações de libertação. Alguns santos, como por exemplo o padre Pio, libertavam vítimas da influência demoníaca sem serem exorcistas. Cumpre salientar que nos últimos anos, em resposta a uma demanda crescente, os bispos se veem cada vez mais obrigados a nomear sacerdotes para atuarem neste tipo de trabalho pastoral.

- Quanto há de sugestão e quanto há de verdadeiro nas pessoas que acreditam estar possuídas pelo demônio?
- Tosatti:
Pelo que pude verificar em minhas pesquisas, os casos reais de possessão, vexação ou infestação são muito, muito raros. Padre Gabriel, e acredito que seus colegas também devam agir desse modo, não recebe nenhum caso que não tenha sido previamente avaliado pela medicina oficial. E, apesar dessa precaução, vê que em muitos casos não se evidencia uma origem maléfica dos distúrbios. Mas, ainda que raros, os casos de influência demoníaca autêntica existem, e são impressionantes.

- De que maneira as pessoas podem evitar as tentações do pecado e do mal?
- Tosatti:
Evitar as investidas das tentações, creio que seja impossível; mas uma vida límpida e cristã pode nos ajudar a não ceder a estas tentações.

- O demônio sempre ameaçou a Igreja. Papa Paulo VI disse certa vez: “a fumaça de Satanás adentrou na Igreja”. João Paulo II e Bento XVI denunciaram em diversas ocasiões a presença da cauda do diabo em muitas ocasiões na qual a cátedra de Pedro foi prejudicada. No presente momento, assistimos a um ataque sem precedentes ao atual Pontífice. O que pensa a respeito?
- Tosatti:
Bento XVI, como João Paulo II antes dele, indicou nos temas morais como a defesa da vida e da família a batalha central da Igreja em nossos tempos. É uma batalha contra a cultura predominante no mundo ocidental, em especial no âmbito da mídia.
É evidente a tentativa de desacreditar a Igreja e o Papa, justamente para enfraquecer o impacto de seu ensinamento. Também de modo instrumentalizado e incorreto, esperando pelos efeitos negativos na opinião pública, que frequentemente não dispõe de instrumentos ou de tempo para analisar de forma ponderada as acusações. Isso se torna ainda mais extraordinário quando constatamos que, se há alguém hoje que busque limpar a Igreja e que sempre buscou, este alguém é Joseph Ratzinger. Parece-me assim que nossa categoria não está vivendo um de seus momentos mais felizes.
Fonte: Zenit.com

Santa Sé publica guia de procedimentos sobre casos de abusos


Para explicar como a Congregação para a Doutrina da Fé age nestes casos

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 12 de abril de 2010 (ZENIT.org).- A partir de hoje, o site da Santa Sé oferece uma guia para compreender os procedimentos básicos da Congregação para a Doutrina da Fé frente a casos de denúncias por abusos sexuais. Assim afirmou a Rádio Vaticano, explicando que esta iniciativa "não é um novo documento, mas um resumo dos procedimentos operativos já definidos, que pode ser de ajuda para leigos e não-canonistas" na hora de compreender a atuação da Congregação.

Os procedimentos se remetem, segundo a emissora pontifícia, ao "Motu Proprio Sacramentorum sanctitatis tutela, de 30 de abril de 2001, junto com o Código de Direito Canônico de 1983".

Este procedimento, que está em vigor desde 2001, começa quando uma "diocese indaga sobre qualquer suspeita de abusos sexuais perpetrados por um religioso contra um menor. Se a suspeita for verossímil, o caso deve ser levado à Congregação para a Doutrina da Fé".

"O bispo local transmite todas as informações necessárias à Congregação para a Doutrina da Fé e expressa sua opinião sobre medidas e procedimentos que devem ser adotados. A lei civil referente à denúncia dos crimes às autoridades apropriadas deve ser sempre aplicada."

Da fase preliminar até a conclusão do caso, o bispo pode tomar medidas preventivas. "É conferido ao bispo local o poder de tutelar as crianças, limitando as atividades de qualquer sacerdote em sua diocese", seja antes, durante ou depois do procedimento.

Com relação ao procedimento, a Congregação estuda o caso e pede, se necessário, informações complementares.

A Congregação "pode autorizar o bispo local a instruir um processo penal judicial diante de um tribunal eclesiástico local". Também pode autorizá-lo a instruir um processo penal administrativo. Para apelar às sentenças emitidas por um tribunal eclesiástico, o sacerdote deve fazê-lo por meio da Congregação, cuja sentença será inapelável.

Ambos os procedimentos - judicial e administrativo penal - podem comportar certo número de penas canônicas, incluindo a demissão do estado clerical.

"Nos casos particularmente graves, em que um religioso durante um processo é declarado culpado de abusos sexuais contra menores ou que as provas sejam evidentes, a Congregação para a Doutrina da Fé pode decidir levar tal caso diretamente ao Santo Padre, a fim de que o Papa emita um decreto de demissão do estado clerical ‘ex officio'. Não existe recurso canônico contra o decreto papal."

Também apresentam ao Papa os casos de sacerdotes que, conscientes dos crimes cometidos, pedem a demissão.

"Nos casos em que o sacerdote acusado tenha admitido seus crimes e se proposto a viver uma vida de oração e penitência, a Congregação para a Doutrina da Fé autoriza o bispo local a emitir um decreto que proíbe ou limite o ministério público de tal sacerdote. No caso de violação das condições do decreto, não está excluída a destituição do estado clerical", informa a Rádio Vaticano.
Fonte: Zenit.com

terça-feira, 27 de abril de 2010

Convocação à Oração por Bento XVI!!!

Caros irmãos,

Em vista do que estamos vendo e ouvindo sobre a perseguição ao Papa, aos Sacerdotes e à Igreja Católica pela mídia e pela sociedade, convoco aos verdadeiros católicos, que amam a Santa Igreja, ao Papa e aos Sacerdotes que rezem, ofereçam terços, missas, sacrifícios e muitas orações ao nosso querido Pai Espiritual, representante de Cristo na Terra, bem como à toda a Igreja, seus representantes - cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, assim como todos nós fiéis leigos!

Nossa amada Igreja passa por um terrível momento de perseguição no mundo todo. Nosso Papa sofre e precisa de nós: que o defendamos e principalmente, rezemos muito por ele, para que o Espírito Santo dê forças, discernimento e sabedoria nesse momento tão difícil.
Não deixemos de fazer nossa parte, de oferecer nossa ajuda à nosso Pai, principalmente por meio de nossas orações. Ele precisa muito delas!

Convoque seus amigos, seu grupo de orações, encaminhe essa mensagem a seus vizinhos, colegas de trabalho, coloque no seu blog e mande a todos os que você sabe que são verdadeiramente católicos e que amam o Papa Bento.

Você que recebeu essa mensagem, pare por 2 minutos e reze uma Ave-Maria por nosso Papa. Ofereça sacrifícios, missas e orações. Nosso pouco, nesse momento, será muito!
Que essa mensagem corra o mundo, e que todos juntos, nos unamos pelo Papa e pela Santa Igreja!
Um grande abraço, na certeza de que Deus estará recompensando a cada um por tudo o que puder fazer por nosso Papa e pela Santa Igreja!
Abaixo, segue uma reportagem do site Zenit que mostra um pouco da perseguição que hoje tem sofrido nossa amada Igreja e principalmente nosso Papa.
João Batista
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Cardeal Rivera denuncia “linchamento midiático” do Papa

Por Nieves San Martín
CIDADE DO MÉXICO, segunda-feira, 26 de abril de 2010 (ZENIT.org). – O Conselho dos Analistas Católicos do México divulgou nesta segunda-feira um comunicado no qual denuncia uma campanha de “descrédito midiático do Papa Bento XVI e do cardeal Norberto Ribera Carrera pelos casos de pedofilia”, definida como um “linchamento midiático”.

Os leigos que compõem o Conselho dos Analistas Católicos sustentam em sua declaração – enviada à ZENIT por Carlos Montiel, presidente do conselho – que a “intenção dos vários meios de comunicação ao informarem sobre a pedofilia no seio da Igreja não é outra senão a de levar a cabo uma campanha de linchamento midiático contra o Papa e o arcebispo primaz do México, dedicando-se a explorar o escândalo”.

“A ineficiência de alguns destes veículos os levou a assumirem a postura de juízes, abandonando seu trabalho de informar para dedicarem-se a punir”. “Estamos diante de um momento em que faltam informações sérias”, em que “a divulgação da informação se reduz à promoção da calúnia”, sublinham.

Do mesmo modo, consideram “inaceitável que a campanha de descrédito do pontificado do Santo Padre Bento XVI provenha de lobbyies políticos, de grupos midiáticos e de organizações privadas que atuam na defesa de interesses próprios, como consequência da campanha pró-vida e pró-família promovida pela Igreja”.

Segundo os analistas católicos, “pretende-se expulsar a Igreja católica do espaço público, ou pelo menos manchar sua imagem pública”.

Analisando a situação atual, acrescentam, constata-se que “aqueles que buscam diluir a liderança da Igreja enquanto formadora de sociedades e famílias, são aqueles que lutam por uma falsa, pérfida e eufemística democracia, a fim de submetê-la aos interesses e caprichos do Estado ou de alguns poucos grupos políticos”.

Os analistas católicos expressam sua “plena adesão ao Santo Padre Bento XVI, que afrontou, de modo decisivo, os depreciáveis casos de pedofilia”, e pedem aos “informadores e meios de comunicação hostis à Igreja, que apresentem as provas que fundamentam seus artigos e suas opiniões”.

Da mesma forma, manifestam “apoio ao arcebispo primaz do México, cardeal Norberto Rivera Carrera, que anunciou ‘tolerância zero’ contra pedófilos que possam eventualmente agir na arquidiocese”.

Neste sentido, rejeitam a campanha de reabertura do processo judicial movido contra o cardeal, segundo eles “uma distração”, “uma fabricação oportunista da mídia, que busca lucrar com a reabertura de processos já analisados pelas autoridades competentes, que inocentaram o cardeal”.

Por isso, pedem o fim das investidas contra Bento XVI e os prelados, afirmando que “certamente o Santo Padre é um líder necessário para a promoção e a melhoria das relações sociais, políticas e culturais no mundo”.

Anunciam também que “a Igreja católica não perdeu sua credibilidade com os escândalos cometidos por sacerdotes”. Ao contrário, lembram os tantos “católicos que, de maneira heróica, mantiveram íntegra sua própria fé: bispos, sacerdotes, religiosos, líderes e fiéis leigos”, e pedem “aos responsáveis pelos veículos de comunicação e às autoridades às quais compete zelar pela liberdade religiosa, que se deixe de influenciar a opinião pública acrer que na Igreja se age com uma moral ambígua”.

Aos deputados e senadores que compõem o Congresso, pedem “que seus projetos de lei estejam de acordo com o princípio do Estado laico e da liberdade religiosa”, e aos juízes “que sejam imparciais ao aplicarem a justiça”.

“O problema da pedofilia” – afirmam – “é sem dúvida inaceitável, como o é também o aborto. Se o primeiro desfigura o futuro de uma pessoa, o segundo despedaça, destrói e elimina todo o futuro de uma vida”. Lamentam assim “a dor daqueles que sofreram abusos por parte de alguns pastores e ex-sacerdotes da Igreja”.

O Conselho dos Analistas Católicos do México “expressa sua solidariedade para com todas as vítimas, pedindo a Deus que alivie esta situação abominável, e que conceda sua graça aos homens e mulheres que denunciaram estes crimes, e que seu corajoso testemunho sirva para melhorar toda a sociedade”.

Concluem declarando sua “confiança na Misericórdia divina para todos aqueles acometidos pelo desejo de destruir o próximo”, para que possam “ser iluminados e converterem-se, integrando-se à Igreja de Cristo, ferida por estes pecados”.
Fonte: Zenit.com

'O Papa chorou conosco'

Bom dia!!
Para aqueles que acham que a Igreja, em especial nosso amado Papa não está nem aí para com os tristes problemas de pedofilia que estão sendo descobertos, segue reportagem recebida por e-mail.

'O Papa chorou conosco', disse uma vítima de pedofilia em Malta

- AFPO papa "chorou conosco", declarou à AFP uma das vítimas dos abusos sexuais cometidos por religiosos em Malta, durante o encontro deste domingo com Bento 16 na nunciatura apostólica da capital Valletta.
"Fiquei impressionado com a humildade do papa. Ele tomou para si o constrangimento causado pelos outros. Ele foi muito corajoso. Nos escutou individualmente, rezou e chorou conosco", declarou Lawrence Grech. "Ele até benzeu uma cruz que eu carregava", acrescentou.
O Papa Bento 16 se reuniu em Malta com "um pequeno grupo de pessoas que sofreram abusos sexuais cometidos por religiosos", anunciou o Vaticano mais cedo em um comunicado. O papa mencionou a "profunda comoção provocada pelas histórias e expressou sua vergonha e lamentação pelas vítimas e pelo sofrimento de suas famílias".
Lawrence Grech afirmou que ele não quer pedidos de perdão do papa. "Eu exigi desculpas antes porque estava enfurecido. Minha raiva desapareceu e estou satisfeito de ter encontrado o papa. Continuarei batalhando, não contra a Igreja mas contra a pedofilia", assegurou.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Papa convida pais a rezarem para que seus filhos escutem Jesus

Papa convida pais a rezarem para que seus filhos escutem Jesus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 25 de abril de 2010 (ZENIT.org).- No Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que a Igreja celebra neste domingo, Bento XVI convidou os pais a rezarem para que seus filhos se abram à escuta de Jesus.

Antes de rezar a oração mariana do Regina Caeli, o Papa se dirigiu, da janela dos seus aposentos, aos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro e assegurou que "a primeira forma de testemunho que suscita vocações é a oração".

Para exemplificar, falou de "de Santa Mônica, que, suplicando a Deus com humildade e insistência, obtém a graça de ver seu filho Agostinho tornar-se cristão".

"Portanto, convido os pais a rezarem, para que o coração dos seus filhos se abra à escuta do Bom Pastor e até ‘o mais pequenino gérmen de vocação (...) faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade'", afirmou, citando a carta de proclamação do Ano Sacerdotal.

Logo depois, fez uma pergunta: "Como podemos escutar a voz do Senhor e reconhecê-lo?".
"Na pregação dos Apóstolos e dos seus sucessores: nela ressoa a voz de Cristo, que convida à comunhão com Deus e à plenitude de vida."

"Somente o Bom Pastor protege com imensa ternura seu rebanho e o defende do mal, e só n'Ele os fiéis podem depositar absoluta confiança", continuou.

Neste dia especial de oração pelas vocações, o Pontífice também exortou em particular "os ministros ordenados para que, estimulados pelo Ano Sacerdotal, sintam-se comprometidos ‘com um mais intenso e incisivo testemunho evangélico no mundo de hoje'".

E destacou, recordando alguns aspectos da carta que escreveu para proclamar o Ano Sacerdotal que a Igreja está vivendo, que o sacerdote "continua a obra da Redenção na terra".

Desejou que os sacerdotes "saibam ‘de bom grado deter-se diante do sacrário'; adiram ‘totalmente à sua vocação e missão mediante uma severa ascese'; tornem-se disponíveis à escuta e ao perdão; formem de maneira cristã o povo confiado a eles; cultivem cuidadosamente a fraternidade sacerdotal".

E também que "sigam o exemplo de sábios e diligentes pastores, como fez São Gregório Nazianzeno, quem escrevia dessa maneira ao amigo fraterno e bispo São Basílio: ‘Mostra teu amor pelas ovelhas, tua solicitude e tua capacidade de compreensão, tua vigilância (...), a severidade na doçura, a serenidade e a mansidão na atividade, (...) as lutas na defesa do rebanho, as vitórias (...) alcançadas em Cristo'".

Por outro lado, Bento XVI agradeceu pelas demonstrações de apoio que está recebendo, afirmando: "Agradeço a todos os presentes e a todos os que, com a oração e o afeto, sustentam meu ministério de Sucessor de Pedro".

Finalmente, dirigiu uma saudação especial à Associação METER, que há 14 anos promove o Dia Nacional para as crianças vítimas da violência, da exploração e da indiferença.

"Nesta ocasião, quero sobretudo agradecer e encorajar os se dedicam à prevenção e à educação - afirmou -, em particular os pais, professores e tantos sacerdotes, irmãs, catequistas e animadores que trabalham com os jovens nas paróquias, escolas e associações."
Fonte: Zenit

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Vaticanista denuncia preconceito anti-católico da mídia: "O-Papa-deve-ser-culpado"

Que hoje, aniversário do Papa Bento XVI, possamos dar-lhe de presente nossas orações, em meio à tanta perseguição que a Igreja sofre.
Abraços fraternos!
ROMA, 13 Abr. 10 (ACI) .- O vaticanista italiano Andrea Tornielli se referiu à carta apresentada pela agência Associated Press (AP) manipulada para tentar mostrar o Papa Bento XVI, quando era Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, como encobridor de um sacerdote acusado de abusos contra menores na Califórnia.
Para o perito, esta manobra se orquestra com um novo preconceito: "O-Papa-deve-ser-culpado".
Tornielli assinala que na referida missiva de 1985, assinada pelo então Cardeal Ratzinger "aconselhava-se prudência sobre a redução ao estado laico solicitada por um sacerdote pedófilo de 38 anos que efetivamente foi demitido dois anos depois, ao cumprir 40 anos. Como já sucedeu em dias passados, a carta foi apresentada como um caso de 'encobrimento' de parte do futuro Papa a favor de um sacerdote pedófilo".
Entretanto, explica o vaticanista, "as coisas não foram assim e no transcurso das horas foi possível verificar o contexto recordando que
1) nessa época a Congregação para a Doutrina da Fé não era competente nos casos de pedofilia e na carta se fala da demissão do estado laico e não do processo,
2) a demissão do estado clerical não se decidia antes dos 40 anos de idade,
3) a solicitude foi apresentada pelo mesmo sacerdote envolvido,
4) Ratzinger solicita aprofundar no caso e dois anos depois chega a demissão do estado clerical, e
5) não houve nenhum encobrimento do culpado".
Para Tornielli, "o que mais chama a atenção não é o fato de que estas cartas (muitas terá assinado Ratzinger durante os 23 anos à frente do ex-santo Ofício) sejam publicadas, mas sim que sejam lançadas e relançadas sem verificar os contextos e procedimentos, quer dizer sem aprofundar nas circunstâncias para permitir que o leitor tenha uma idéia (da situação). Esta seria a tarefa do jornalista".
"Quem escreve –reconhece o vaticanista falando sobre si mesmo– cometeu diversos enganos em anos de profissão, não me sinto para nada em grau de dar lições ou conselhos a ninguém. Mas me parece, como leitor, que estamos diante de um preconceito já estabelecido: O-Papa-deve-ser-culpado (talvez por isso tentam levá-lo aos tribunais) e com esta óptica buscam testemunhos, documentos".
Para o vaticanista este preconceito se manifesta no fato que "apareçam estes fatos na primeira página sem verificar o caso e sem explicar as circunstâncias".
Depois de ressaltar o grande trabalho do Papa Bento XVI enfrentando os casos de abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero, Tornielli comenta que "é totalmente evidente que estamos ante um encarniçamento consertado que procura deslegitimar a autoridade moral da Igreja, do Papa, para tirar força à sua mensagem. Com isto –conclui– não procuro minimizar os escândalos que estão aos olhos de todos".
Andrea Tornielli escreve também um artigo no jornal italiano Il Giornale no qual assinala que o advogado Jeff Anderson está atrás da publicação da carta da AP, quem ademais assinalou a esta mesma agência alguns anos atrás que estava processando a Igreja por tudo o que ela tem e que já ganhou milhões de dólares em processos legais.
O vaticanista indica que "junto ao advogado Anderson, durante a conferência de imprensa em Nova Iorque no último 25 de março, dedicada ao caso do Padre Murphy, estava presente o dominicano Thomas Doyle, há anos empenhado em favorecer as vítimas de abusos, mas empenhado sobre tudo em demonstrar uma responsabilidade do vaticano".
Tornielli assinala além que "é necessário recordar que ao início dos casos de pedofilia na Alemanha se deram as denúncias do presidente do Canisius College, Padre Klaus Mertel, quem busca uma revalorização teológica da homossexualidade".
William McGurn, editor do Wall Street Journal, explica com mais profundidade o papel de Jeff Anderson em: www.acidigital.com/noticia.php?id=18661

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Encobrimento de abusos deve ser tratado com rigor dentro e fora da Igreja Católica

Encobrimento de abusos deve ser tratado com rigor dentro e fora da Igreja Católica, diz Cardeal

ROMA, 13 Abr. 10 (ACI) .- O Presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Cardeal Angelo Bagnasco, reiterou seu apoio ao Papa Bento XVI ante a campanha difamatória mediática contra a sua pessoa e explicou que ninguém faz tanto como o Santo Padre ante os abusos cometidos por parte de alguns membros do clero e precisou que o encobrimento destes casos deve ser tratado com rigor, dentro e fora da Igreja Católica.
Em entrevista concedida ao Il Sole 24 ore, o purpurado assinalou que "a pedofilia –como tive oportunidade de dizer nestas semanas– é um crime odioso. E é ademais um pecado escandalosamente grave que trai o pacto de confiança inscrito na relação educativa; por isso sempre é algo aberrante e, se é cometido por uma pessoa consagrada, adquire uma gravidade ainda maior"."Bento XVI, a quem renovo o afeto e a proximidade do Episcopado e de toda a Igreja na Itália pelas acusações gratuitas e infamantes das que é objeto, empreendeu, e não só desde hoje, uma severa ação de auto-exame que conduza à Igreja a purificar-se a si mesma dos membros que ofuscaram dolorosamente sua imagem e credibilidade".
Mas esta "vigorosa obra de limpeza", prossegue o Cardeal, "que compreende obviamente uma leal e correta cooperação com a magistratura, não pode cancelar o sofrimento e o desencanto das vítimas: crianças e jovens que foram traídos em sua confiança espontânea. Para cada uma das pessoas violadas, a suas famílias, expresso vergonha e amargura, especialmente nos casos nos que não foram escutados por aqueles que deviam ter intervindo imediatamente".
O também Arcebispo de Gênova disse também que "os casos esclarecidos de desgoverno e de menosprezo dos fatos, quando não de encobrimento, devem ser rigorosamente seguidos dentro e fora da Igreja e, como já aconteceu em alguns casos, devem ter como efeito o afastamento e a demissão das pessoas envolvidas".

Papa Bento XVI envia 50 mil Dólares às vítimas das chuvas no Estado do Rio

Papa Bento XVI envia 50 mil Dólares às vítimas das chuvas no Estado do Rio

RIO DE JANEIRO, 13 Abr. 10 (ACI) .- Em nota de imprensa divulgada hoje, a Arquidiocese do Rio informou que o Papa Bento XVI doou 50 mil dólares às vítimas das enchentes no Estado. O comunicado foi feito ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, por meio de carta enviada pelo Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Cardeal Paul Josef Cordes.
Com esse gesto, o Sumo Pontífice deseja prestar auxílio "àqueles que foram atingidos pelos deslizamentos provocados pela chuva torrencial que devastou algumas favelas na cidade do Rio de Janeiro", e assim "estar perto das famílias que estão sofrendo e também perto de todos que generosamente estão trabalhando na operação de emergência".
As chuvas ao longo de todo o Estado deixaram um saldo de mais de 11.000 pessoas desabrigadas e outras 245 mortas até agora.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cardeal Bertone anuncia iniciativas do Papa contra pederastia

Cardeal Bertone anuncia iniciativas do Papa contra pederastia

Em uma coletiva de imprensa concedida no Chile

SANTIAGO, terça-feira, 13 de abril de 2010 (ZENIT.org).
- Segundo o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, anunciou no Chile, o Papa tomará iniciativas para enfrentar os atos de pederastia cometidos por membros da Igreja e “não deixará de nos surpreender”.

Em uma coletiva de imprensa concedida nessa segunda-feira no Seminário Pontifício de Santiago, o purpurado, que visita em nome do Santo Padre o país flagelado pelo terremoto, afirmou: “creio que o Papa ainda tomará outras iniciativas. Não posso antecipar, mas se estão pensando outras iniciativas. Não vai deixar de nos surpreender com essas iniciativas sobre este tema específico”.

Segundo o purpurado italiano, “também outras instituições devem tomar iniciativas concretas, de coração”, para defender a dignidade das crianças e das mães jovens.

Em resposta aos jornalistas, afirmou: “muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros demonstraram, e me disseram recentemente, que há relação entre homossexualidade e pedofilia”.

A pederastia, reconheceu, é uma patologia “que toca todas as categorias de pessoas, e percentualmente em menor medida aos sacerdotes”, mas de todos os modos, estas condutas negativas de sacerdotes “são muito graves e escandalosas”.
Fonte: Zenit

O Sinal da Cruz


O SINAL DA CRUZ
(†)-Pelo sinal da Santa Cruz,
(†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor,
(†) dos nossos inimigos,
(†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém
Quantas pessoas fazem o Sinal da Cruz, ou como se costuma dizer, o “Pelo Sinal” antes das orações, ou pelo menos uma vez ao dia? A impressão que temos é que o número é bastante reduzido, especialmente entre os mais jovens. A maioria faz, e às vezes de modo displicente, como um salamaleque, o “Em nome do Pai”, ficando só no gesto, sem invocar a Santíssima Trindade.
O Sinal da Cruz é uma oração importante que deve ser rezada logo que acordamos, como a nossa primeira oração, para que Deus, pelos méritos da Cruz de Seu Divino Filho, nos proteja durante todo o dia. Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.
Que inimigos? Todos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais. O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.
† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa, nós estamos pedindo a Deus que protejaa nossa mente dos maus pensamentos, das ideologias malsãs e das heresias, que tanto nos tentam nos dias dehoje e mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio;
† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor os Seus Santos e aos Seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos: que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão.
† Dos nossos inimigos – esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus.
Padre Marcelo Rossi
Recebido por e-mail.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Igreja aceita a pena de morte?


A Igreja aceita a pena de morte?

Alguns leitores têm nos perguntado como interpretar o §2266 do Catecismo da Igreja que fala sobre a pena de morte e afirma: “… o ensinamento tradicional da Igreja reconheceu como fundamentado o direito e o dever da legítima autoridade pública de infligir penas proporcionadas à gravidade dos delitos, sem excluir, em caso de extrema gravidade, a pena de morte. ”

A Igreja, na prática, é contra a pena de morte; tanto assim que a cada caso de condenação nos EUA, o Papa pede clemência; aliás, tem pouco adiantado.

Como S. Tomás de Aquino a aceitava, em casos raros, na Idade Média, a Igreja não fechou a porta definitivamente para a possibilidade dela ser usada em “um caso de extrema gravidade”. Esse caso de “extrema gravidade” seria por exemplo comparado à legítima defesa, onde a sociedade não tivesse como se livrar do perigo de um assassino, de forma alguma, nem pela prisão perpétua. Na prática, isto parece não mais existir; especialmente por causa dos presídios de segurança máxima; o que faz a Igreja ser, na prática contra a pena de morte.

Uma prova clara disso, foi que quando da pena de morte aplicada a Sadam Hussein, o Vaticano foi contra a sua execução. A fonte de noticias www.acidigital noticiou o seguinte:

O Vaticano reitera rejeição à pena de morte após execução de Saddam Hussein
VATICANO, 2006-12-30 (ACI).- A Santa Sé reagiu ao anúncio da aplicação da pena capital ao ex-presidente do Iraque, Saddam Hussein, mediante um comunicado do Diretor da Sala de Imprensa, Pe. Federico Lombardi, S.J., quem reiterou a posição da Igreja contra a pena de morte e auspiciou o início de um tempo de reconciliação e paz para o país.

“Uma execução capital é sempre uma notícia trágica, motivo de tristeza, inclusive quando este foi culpado de graves delitos”, diz a nota do Pe. Lombardi.“A posição da Igreja católica, contrária à pena de morte, foi várias vezes reiterada”.

“A morte do culpado não é o caminho para reconstruir a Justiça e reconciliar à sociedade. Existe, pelo contrário, o perigo de que isto alimente o desejo de vingança e se semeie nova violência”, adiciona.O exposto acima deixa claro que a Igreja Católica é contra a pena de morte.


Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

terça-feira, 23 de março de 2010

cristãos devem libertar-se do complexo de inferioridade

Cardeal Rylko: "cristãos devem libertar-se do complexo de inferioridade"

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- "Para os cristãos, chegou o momento de libertar-se do falso complexo de inferioridade para com o chamado mundo leigo, para poderem ser valentes testemunhas de Cristo."
O Cardeal analisou a situação atual das sociedades ocidentais, caracterizadas pela "ditadura do relativismo", e denunciou a aparição de um "novo anti-cristianismo" que "faz passar por politicamente correto atacar os cristãos, e em particular os católicos".
Hoje, advertiu, "quem quer viver e atuar segundo o Evangelho de Cristo deve pagar um preço, inclusive nas sumamente liberais sociedades ocidentais". "Está ganhando espaço a pretensão de criar um homem novo completamente desarraigado da tradição judaico-cristã, uma nova ordem mundial", acrescentou.
Fonte: Cléofas