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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O CAMINHO DA SANTIDADE

O CAMINHO DA SANTIDADE
Um conto dos padres do deserto diz que certo monge, vendo a morte chegar, pediu aos seus companheiros que lhe trouxessem a chave do céu: queria morrer agarrado a ela.
Um companheiro saiu correndo e lhe trouxe a Bíblia, mas não era isso que o agonizante queria. Outro teve a idéia de trazer a chave do sacrário, também não deu certo. Foi então que alguém que conhecia melhor o doente foi buscar agulha e linha. Agarrado a esses objetos prosaicos, o irmão passou mais tranqüilo para a vida eterna.
Era o alfaiate da comunidade: sua chave para o céu era a atividade diária, carinhosamente realizada para servir aos seus irmãos. A historinha nos leva a entender que o trabalho cotidiano do monge foi a sua verdadeira chave para entrar no céu. Com certeza ele também devia ter rezado muito, meditado bastante, talvez jejuado nos dias certos, e cultivado algumas dezenas de outras virtudes. No entanto ele sabia muito bem que tudo dependia de como ele havia exercido o seu maior serviço na comunidade.
O caminho da santidade pode passar por momentos extraordinários, gestos de heroísmo, façanhas memoráveis; porém passa, em primeiro lugar, por aquilo que fazemos bem ou mal no dia a dia. Todos nós reconhecemos que, em nossa vida, é muito mais pesado o dever cotidiano do que alguns momentos de esforço, difíceis sim, mas passageiros. É por isso que João Batista, o precursor, deu respostas diferentes para os diversos grupos de pessoas que lhe perguntavam: “O que devemos fazer?”
Todos deviam partilhar o que estava sobrando de suas roupas e de sua comida. A solidariedade com os necessitados e carentes é o primeiro passo para iniciar uma nova vida. Sem desprendimento não há verdadeira conversão. Depois o profeta do deserto apontou escolhas diferentes para os cobradores de impostos, que extorquiam o povo, e para os soldados que deviam aproveitar demasiadamente da sua força e das suas armas. Significa que cada um deles, naquele tempo, como também nós, hoje, devemos encontrar o nosso próprio caminho de conversão, a partir do lugar onde estamos.
No entanto, nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar e o que deveriam fazer para dar certo. Mais uma vez é muito mais fácil criticar os outros, ou declarar como nos comportaríamos se estivéssemos no lugar deles, do que começar a corrigir e a melhorar a nossa própria vida.
Os exemplos não faltam. Muitos sabem perfeitamente o que eles fariam se fossem o presidente ou o governador. No entanto poderiam começar a cuidar melhor das suas famílias e dos seus negócios. Mal conseguem administrar os seus lares; o que fariam se tivessem maior responsabilidade? Não muito diferente acontece na Igreja também.
Quem nunca quis dar conselhos ao padre, ao bispo e ao papa? Com toda razão, talvez, mas nem sempre quem distribui sentenças aplica os mesmos critérios para si mesmo. Com isso não quero dizer que não podemos mais falar ou criticar. Ao contrário, a correção fraterna é evangélica e salutar entre amigos e irmãos. Quando, porém, a crítica é estéril, ou é a descarga de mágoas, invejas e frustrações, ela não serve nem para quem a recebe e nem para quem a dispara.
De acordo com nossas responsabilidades, cada um de nós tem muito a melhorar, simplesmente procurando cumprir bem o que se supõe seja o seu dever, ou, ao menos, o seu trabalho cotidiano. Assim os pais poderiam caprichar mais na educação dos seus filhos. Os educadores deveriam ensinar mais humanidade e amor à vida própria e a dos outros. Quem julga, deveria julgar com justiça. Quem administra, fazê-lo com mais honestidade e lisura.
Quem comunica, buscar a verdade e não o seu próprio interesse. Quem deve evangelizar também deveria fazê-lo com alegria, entusiasmo e competência, deixando de lado outras preocupações.Todos precisamos nos agarrar mesmo às agulhas e às linhas de nossas vidas. Fazer bem o que está ao nosso alcance, no dia a dia, sempre será a melhor chave para entrar no Reino do Céu. Se isso ainda nos interessa.

Fonte: Comunidade Shalom
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Recebido por e-mail do grupo Mensagem Cristã: msg_crist@hotmail.com

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Na pornografia pode, no tribunal não…



by Rafael Vitola Brodbeck

Vários órgãos públicos brasileiros se defrontam, hodiernamente, com o tema dos crucifixos em suas paredes. Impregnados de um pernicioso princípio laicista, que quer não a tolerância aos vários cultos, mas, na prática, a instauração da não-religião e a oficialização do ateísmo, alguns deles inclusive já proibiram que ele, o Cristo Crucificado, morto pelos pecados dos homens, esteja em seus prédios. Invocam, muito forçosamente interpretada, a separação entre Igreja e Estado no Brasil.

Interessante é o caso, todavia, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. No início do ano passado, o Desembargador Luiz Sveiter tomou posse como presidente do referido colegiado e, como uma de suas primeiras ações, mandou retirar os crucifixos da corte. Aquele que é o Supremo Juiz, Criador do Céu e da Terra, não seria mais o grande inspirador das decisões dos homens. Ora, impedir que os crucifixos estejam no tribunal – e em qualquer órgão público do país – é ignorar a história e a cultura de nossa pátria. É desrespeitar a religião da esmagadora maioria do povo brasileiro, e jogar no lixo a riqueza da simbologia em troca da excessiva e fria austeridade de matriz notadamente puritana – vejam “A Festa de Babette” e façam a analogia…

Um ano depois – na verdade, faltaram dois dias para fechar um ano completinho –, o mesmo tribunal, pelo Órgão Especial, tomou decisão diametralmente oposta quando se tratava de usar os mesmos símbolos religiosos pelas escolas de samba do Rio de Janeiro. Na verdade, a Câmara de Vereadores da Cidade Maravilhosa, mediante a Lei Municipal 4.483/07, proibiu o uso de alguns símbolos religiosos, entre os quais o crucifixo, pelas agremiações carnavalescas, sob pena de perder a subvenção paga pela Prefeitura. O sentido da norma em tela é impedir a profanação das imagens, o uso irreverente, misturando Cristo e Nossa Senhora com mulatas seminuas e letras de moral duvidosa. O que fez o tribunal? Considerou a lei inconstitucional, o que significa dizer que as escolas de samba podem, à vontade, colocar seios, nádegas e “perseguidas” lado a lado com Jesus Cristo, a Virgem Maria e São Longuinho.

E por que isso? Porque na cabeça desse povo, os santos, as imagens, o crucifixo, são meramente a representação de nossa cultura, a expressão de nossa identidade pátria e, portanto, podem ser usados. É por tal argumento que a atriz Carol Castro fotografou nua, na Playboy, usando um terço e não achou nada de errado… É por isso que uma “rainha de bateria” disse no Caldeirão do Huck que levava uma estampa de São Jorge quando pisava na passarela e o guardava na minúscula calcinha, junto às partes baixas – e ainda foi clara quando afirmou que coloca “o santinho na ‘santinha’”, batizando com um apelido inverossímil sua cavidade reprodutiva.

As símbolos das outras religiões são só dessas religiões, mas os símbolos católicos são de todo mundo, já que todos são batizados, se dizem católicos, e nossa cultura é, ainda que alguém esperneie, profundamente irrigada pelo catolicismo.

Quer dizer, o crucifixo nas paredes do TJ do Rio não pode, mas na Sapucaí pode. O crucifixo a inspirar os julgadores cariocas não pode, mas a “acompanhar” a celebração da luxúria e da pornografia pode.

Tristes tempos os nossos. Não se quer mais dar a Jesus Cristo o seu lugar de direito. Ele, Rei universal, foi destronado por nós, que deveríamos ser seus súditos. Talvez estejamos agindo como aqueles romanos que, na sua Paixão, lhe deram uma coroa não de ouro ou cravejada de jóias, mas de espinhos que lhe fizeram sangrar a fronte. E já que ele não tem mais lugar entre os magistrados do TJ, lhe arrumaram um jeito de habitar a rua da devassidão.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Abortistas

Boa tarde! O Blog Católicos Somos está de volta, pela graça de Deus!

Começo esse "retorno" com algumas informações sobre novos movimentos dos abortistas, retiradas do Site ACI Digital. Importante que nós católicos nos mantenhamos bem informados a respeito dessas manifestações, para colocar nossa posição sempre, e ajudar a outros a se decidirem contra o aborto e essa demoníaca "matança" que tem ocorrido no mundo todo, e que querem liberar no Brasil.
Abraços


WASHINGTON DC, 27 Jan. 10 (ACI) .
- Dois grupos anti-vida em Washington: a conhecida Planned Parenthood, a maior multinacional abortista do mundo, e a NARAL Pró- Choice, estão pressionando os legisladores de Washington para que aprovem uma lei que busca "acabar" com os centros pro-vida de ajuda gratuita a mulheres grávidas.
O projeto de lei para "eliminar" a mais de 45 centros de ajuda gratuitos será debatido a partir desta quarta-feira 27 de janeiro a partir das 08:00 a.m. A idéia principal desta iniciativa abortista pretende encher de travas legais a estes centros de atenção materno-infantil para fazer virtualmente impossível a realização do seu trabalho.A respeito disto, Paula Cullen, ex-diretora do Life Services of Spokane, um destes centros afetados por esta iniciativa anti-vida, assinala que "esta lei fere as mulheres grávidas, é assim de simples. Será muito importante para nossos legisladores que conheçam em primeira mão a tremenda contribuição destes centros em seus distritos"."Assim se darão conta que estas instituições serviram a suas comunidades durante anos sem queixa e que jogam um importante papel proporcionando ajuda a mulheres que enfrentam gravidezes não planejadas".
Esta regulação que propõem os partidários do aborto, concluiu Cullen, "não só não é necessária mas também é uma bofetada a estes grupos de caridade que trabalharam muito duro durante muito tempo".Em 2009, estes centros de ajuda que trabalham há 25 anos em Washington realizaram as seguintes obras:
serviram a mais de 60 mil mulheres gratuitamente.
contribuíram com serviços sociais como vestimenta, cuidado pré-natal, fraldas, etc., a mais de 34 mil mulheres.
realizaram mais de 20 mil provas gratuitas de gravidez.
realizaram mais de 6 mil exames de ultra-som gratuitos.
mais de 22 agências de serviços sociais as têm como referência no estado de Washington.
Proporcionaram, em total, mais de 15 milhões de dólares em serviços gratuitos a homens, mulheres e adolescentes.
WASHINGTON DC, 29 Jan. 10 (ACI) .
- Diversos grupos abortistas estão tentando bloquear um anúncio pró-vida que será exibido durante o "Super Bowl", o evento esportivo mais importante do país e o mais sintonizado do mundo, no qual a máxima estrela do futebol americano universitário dos Estados Unidos, Tim Tebow, agradece a sua mãe por não ter praticado um aborto quando o esperava rechaçando assim a "recomendação" de seus médicos.
O anúncio, que será irradiado pela cadeia americana CBS, foi criado pela instituição Focus on the Familiy (Enfoque à Família) e busca recordar o inalienável direito à vida que tem toda pessoa.Entretanto, para a abortista Jehmu Green, presidenta do Women's Media Center, "esta campanha coloca um tema muito controvertido em um lugar no qual todos os americanos devem estar unidos, não divididos".
Do mesmo modo, para a também ativista anti-vida, Erin Matson, vice-presidenta da Organização Nacional de Mulheres (NOW, por suas siglas em inglês) "este comercial é francamente ofensivo" e alega que "é ódio pintado de amor. Envia a mensagem de que o aborto sempre é um engano".A respeito, o próprio Tim Tebow comentou que quem rechaça este anúncio o qual defende a vida "devem ao menos respeitar que defendo o que acredito. Sempre estive convencido disto porque essa é a razão pela qual estou aqui. Minha mãe foi uma mulher muito valente".
Para Gary Schneeberger que trabalha para o Enfoque à Família, o anúncio "celebra a vida e a família" e considera ademais que "não tem nada de político ou controvertido. É uma história pessoal de amor entre uma mãe e seu filho".Comprometido com a causa pró-vidaTebow é atualmente o quarto zagueiro (Quarte Back) dos Florida Gators, equipe ao que o ano passado Tim guiou ao seu segundo campeonato nacional da NCAA (a liga universitária) e já é uma estrela nacional. Tebow nunca ocultou sua profunda fé cristã.
Tebow também manifestou sua alegria pela publicidade dada à história de sua mãe que ajudou a outras mulheres a optarem por não abortar os seus filhos não nascidos. Com efeito, a mãe de Tebow servia como missionária junto ao pai do jogador de futebol nas Filipinas quando estava grávida de Tim, o quinto dos seus filhos.Durante a gestação, a mãe contraiu uma infecção severa e os médicos propuseram que ela abortasse para salvar as duas vidas.
A mulher se opôs e superou a infecção. Tim nasceu com perfeita saúde em 14 de agosto de 1987."Há muita gente que decidiu não submeter-se a um aborto, porque escutou a história da minha mamãe, ou que foram animados porque compartilho minha fé na televisão ou nas reportagens", disse Tebow, quem está acostumado a luzir citas bíblicas no rosto durante os jogos. Tebow cresceu ajudando os seus pais na missão cristã das Filipinas. Foi educado em casa por sua mãe, quem inculcou em todos seus filhos fortes valores cristãos.
Foi além disso o primeiro atleta educado em casa em receber o Troféu Heisman, o máximo galardão para os jovens jogadores de futebol americanos.Em meados do ano passado, Tim Tebow, de 22 anos, deixou estupefatos a dezenas de repórteres quando admitiu em uma roda de imprensa que decidiu preservar sua castidade e esperar ao matrimônio para ter relações sexuais.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Recesso

Queridos irmãos,

O blog estará em recesso até dia 07 de fevereiro. Peço que Deus abençoe a todos os que acompanham nossas publicações.
Voltaremos com muita alegria, após merecido período de férias, com muitas novidades, textos edificantes, formações e informações católicas!

Abraços fraternos,
João Batista

VIDA ORIENTADA PELA PALAVRA DE DEUS

VIDA ORIENTADA PELA PALAVRA DE DEUS

Quando se trata de um uso pessoal da Palavra de Deus, para sua própria vida, o melhor é começar a utilizar a Palavra que a Igreja nos oferece através da liturgia: a liturgia das horas, a missa... Com freqüência, o Senhor, para falar, se serve da escolha da Igreja, das leituras do dia.
Escutar com os ouvidos atentos as leituras do dia com freqüência revela uma resposta a um problema particular. Uma palavra parece feita à nossa medida até o ponto de que às vezes se diz: «Isso foi escrito para mim!». Portanto, deve-se valorizar a escolha comunitária, não pessoal, feita pela Igreja na liturgia.
Depois está a escolha pessoal, ou seja, reler as passagens da Escritura que no passado tiveram importância para nós, que nos interpelaram. Com freqüência, o Senhor volta a falar através dos próprios textos para dizer-nos coisas novas e adaptadas às situações que estamos vivendo. Portanto, devem-se valorizar as palavras de Deus que no passado foram para nós indicações importantes.
Há outro meio que é utilizado na Renovação Carismática, ainda que não só nela: consiste em rezar e, depois de fazer um ato de fé, abrir a Bíblia, pensando que se vai encontrar uma resposta do Senhor, ou inclusive, dizendo que se tomará como Palavra de Deus para nós a que cai ante nossos olhos. Não é um meio que a Renovação Carismática inventou hoje. Por exemplo, é o que aconteceu com Santo Agostinho, que no momento crucial de sua conversão, abriu as cartas de São Paulo decidido a tomar como vontade de Deus a primeira passagem que lesse.
Tocou-lhe Romanos 13, onde se diz «Nada de orgias, nada de bebedeira; nada de desonestidades nem dissoluções; nada de contendas, nada de ciúmes», «revistamo-nos das armas da luz». Ao ler a passagem, experimentou como lhe penetrava uma luz e uma serenidade que lhe permitiram compreender que podia viver casto.
O mesmo aconteceu com São Francisco de Assis. Quando ainda não sabia o que fazer, foi a uma igreja e abriu três vezes o Evangelho e cada vez caiu em uma passagem que falava do envio dos apóstolos sem bastão, sem bolsa, sem dinheiro, sem duas túnicas. E ele disse: «Isto é o que o Senhor quer para nós».
Mas os exemplos se multiplicam até nossos dias. Teresa de Lisieux não sabia o que fazer, abriu a Carta aos Coríntios e nela encontrou sua vocação a ser o coração, a ser a caridade.
Eu tive muitas confirmações pessoais e também de outras pessoas que encontraram na Bíblia a Palavra de Deus. Não me canso de repetir um episódio muito interessante. Estava pregando em uma missão na Austrália, e durante o último dia veio ver-me um operário, uma pessoa muito simples, para dizer-me que tinha um problema grave em sua família. Tinha um filho de 11 anos que não estava batizado, pois sua mulher se havia tornado testemunha de Jeová e não queria o batismo. Disse-me: «O que faço? Se o batizo haverá um problema, se não o batizo não posso ficar tranqüilo, pois quando nos casamos nós dois éramos católicos». Eu lhe disse: «Deixe-me refletir esta noite».
No dia seguinte, quando chegou, disse-me: «Padre, encontrei a solução. Ontem, quando cheguei em casa, rezei, depois abri a Bíblia e me apareceu o episódio no qual Abraão leva Isaac à imolação. E vi que quando Abraão leva Isaac a imolar, não disse nada à sua mulher». Era um discernimento perfeito, pois, de fato, os rabinos dizem que Abraão não disse nada precisamente para evitar que a mulher o impedisse de obedecer a Deus. Eu mesmo batizei a criança.
Naturalmente, é preciso evitar um uso mágico da Escritura, abri-la sem ter rezado. Esta utilização da Escritura só pode ter lugar quando se vive em um clima espiritual de obediência a Deus.
Com Deus não se brinca, a Deus não se interroga de brincadeira, se interroga antes de tudo porque se está decidido a fazer o que Ele nos dará a entender. Como se pode ver, há muitos métodos, desde o público ao mais pessoal, para orientar a própria vida com a Palavra de Deus.
Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap
Pregador da Casa Pontifícia (Vaticano)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O inferno é um blefe?

No mundo em que vivemos, a televisão nos diz que não existe mais pecado e nem inferno... entretanto, as Verdades Eternas permanecem, apesar do vai-e-vem da moda... segue um texto bem informativo.
Essa pergunta foi feita ao Site Veritatis Splendor, e pode ser dúvida de mais alguém, boa leitura.
Abraços fraternos.
***



LEITOR PERGUNTA: O INFERNO É APENAS UM BLEFE?


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Mensagem postada:
Se fosse possível medir entre nós e o criador a misericórdia, o amor, a tolerãncia, a bondade, a fraternidade e etc, é claro que ficaríamos em séria desvantagem, pois DEUS é tudo, pois é o criador. Também de acordo com os seus ensinamentos, um dos mais nobres a meu ver seria amar o teu próximo como a ti mesmo, amar o teu inimigo, oferecer a outra face e tudo o mais.
Pois bem, dentro desta linha de pensamento e salvaguardando a diferença estratosférica entre os homens e o criador, seria um exagero afirmar que o inferno é apenas um blefe?
Se para DEUS, nós, míseros humanos temos condição de amar sem ressalvas........Será que DEUS em sua grandeza absoluta perderia ou admitiria perder alguma alma para o demônio?

Resposta:
Prezado Wellington

Agradecemos-lhe a visita ao nosso site e também a sua mensagem.

As suas perguntas:
1) O inferno é apenas um blefe? e
2) Será que Deus em sua grandeza absoluta perderia ou admitiria perder alguma alma para o demônio?; poderiam ser resumidas numa única pergunta:
O estado de inferno, a condenação para todo o sempre, de um ser criado à imagem e semelhança de Deus, não seria incompatível com o amor e a misericórdia infinitos de Deus?

O inferno não é incompatível com a misericórdia e o amor infinitos de Deus porque o estado de inferno não é criação, nem desejo de Deus, que quer a salvação de todos. Deus que é Amor infinito não se impõe à Sua criatura, criada à Sua imagem e semelhança, nem a força a amá-Lo, mas a convida contínua, amorosa e pacientemente, por meio de muitas graças, para que ela livremente O procure, O conheça e O ame, a fim de que, dando glória a Ele, seja plenamente feliz participando de Sua Vida Bem Aventurada para a qual ela foi criada.

É a própria criatura, criada à imagem e semelhança de Deus, seja ela ser humano, seja ela ser puramente espiritual (um anjo), que, quando se recusa a se arrepender de seu pecado mortal e de se abrir humildemente ao amor, à misericórdia de Deus, e de aceitar o perdão de Deus, se fixa livre, obstinada e definitivamente no estado de inferno. Deus não condena ninguém ao estado inferno, é a própria criatura que se condena.

Deus continua a amar e a manter na existência a criatura que se condenou ao estado de inferno. Ele está sempre pronto a perdoá-la e a acolhê-la. Mas, infelizmente, é a própria criatura que livremente se fechou em si mesma em seu orgulho, recusou as graças de Deus, não quer ser amada, acolhida e perdoada por Deus.

Vejamos o que nos ensina sobre o Inferno,
o Catecismo da Igreja Católica, Edição Típica Vaticana,

"O Inferno


1033. Não podemos estar em união com Deus se não escolhermos livremente amá-Lo. Mas não podemos amar a Deus se pecarmos gravemente contra Ele, contra o nosso próximo ou contra nós mesmos: «Quem não ama permanece na morte. Todo aquele que odeia o seu irmão é um homicida: ora vós sabeis que nenhum homicida tem em si a vida eterna» (1 Jo 3, 14-15).
Nosso Senhor adverte-nos de que seremos separados d'Ele, se descurarmos as necessidades graves dos pobres e dos pequeninos seus irmãos (629). Morrer em pecado mortal sem arrependimento e sem dar acolhimento ao amor misericordioso de Deus, significa permanecer separado d'Ele para sempre, por nossa própria livre escolha. E é este estado de auto-exclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados que se designa pela palavra «Inferno».

1034. Jesus fala muitas vezes da «gehena» do «fogo que não se apaga» (630) reservada aos que recusam, até ao fim da vida, acreditar e converter-se, e na qual podem perder-se, ao mesmo tempo, a alma e o corpo (631). Jesus anuncia, em termos muitos severos, que «enviará os seus anjos que tirarão do seu Reino [...] todos os que praticaram a iniquidade, e hão-de lançá-los na fornalha ardente»(Mt 13, 41-42), e sobre eles pronunciará a sentença: «afastai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno» (Mt 25, 41).

1035. A doutrina da Igreja afirma a existência do Inferno e a sua eternidade. As almas dos que morrem em estado de pecado mortal descem imediatamente, após a morte, aos infernos, onde sofrem as penas do Inferno, «o fogo eterno» (632). A principal pena do inferno consiste na separação eterna de Deus, o único em Quem o homem pode ter a vida e a felicidade para que foi criado e a que aspira.

1036. As afirmações da Sagrada Escritura e os ensinamentos da Igreja a respeito do Inferno são um apelo ao sentido de responsabilidade com que o homem deve usar da sua liberdade, tendo em vista o destino eterno. Constituem, ao mesmo tempo, um apelo urgente à conversão: «Entrai pela porta estreita, pois larga é a porta e espaçoso o caminho que levam à perdição e muitos são os que seguem por eles. Que estreita é a porta e apertado o caminho que levam à vida e como são poucos aqueles que os encontram!» (Mt 7, 13-14):

«Como não sabemos o dia nem a hora, é preciso que, segundo a recomendação do Senhor, vigiemos continuamente, a fim de que, no termo da nossa vida terrena, que é só uma, mereçamos entrar com Ele para o banquete de núpcias e ser contados entre os benditos, e não sejamos lançados, como servos maus e preguiçosos, no fogo eterno, nas trevas exteriores, onde "haverá choro e ranger de dentes"» (633).

1037. Deus não predestina ninguém para o Inferno (634). Para ter semelhante destino, é preciso haver uma aversão voluntária a Deus (pecado mortal) e persistir nela até ao fim. Na liturgia eucarística e nas orações quotidianas dos seus fiéis, a Igreja implora a misericórdia de Deus, «que não quer que ninguém pereça, mas que todos se convertam» (2 Pe 3, 9):

«Aceitai benignamente, Senhor, a oblação que nós, vossos servos, com toda a vossa família, Vos apresentamos. Dai a paz aos nossos dias livrai-nos da condenação eterna e contai-nos entre os vossos eleitos» (635)."


Conclusão:
O inferno não é um blefe. É uma realidade terrível e possível para toda a criatura, criada à imagem e semelhança de Deus, que permanecendo livre e obstinadamente em estado de pecado mortal, recusa o amor, a misericórdia e o perdão de Deus.
Assim sendo, Deus permitiria sim que uma criatura (anjo ou ser humano) se condenasse ao estado de inferno porque Ele, embora todo-poderoso, respeita a escolha e a liberdade da criatura que em definitivo recusou, por orgulho, todas as graças enviadas por Ele necessárias para o arrependimento e a conversão para o bem.
O demônio/diabo/satanás é um exemplo de criatura, um anjo originalmente bom, que de modo livre e obstinado rejeitou para todo o sempre o amor de Deus e assim está, por culpa própria, no estado de inferno do qual nunca sairá, não porque Deus não o permita ou não o queira, mas porque ele mesmo (demônio/diabo/satanás) não o quer.

Notas do Catecismo:

629. Cf. Mt 25, 31-46.

630. Cf. Mt 5, 22.29; 13, 42.50; Mc 9, 43-48.

631. Cf. Mt 10, 28.

632. Cf. Symbolum Quicumque: DS 76; Synodus Constantinopolitana. q (em 543), Anathematismi contra Origenem, 7: DS 409; Ibid, 9: DS 411; IV Concílio de Latrão, Cap. I, De fide catholica: DS 801: II Concílio de Lião, Professio fidei Michaelis Palaeologi imperatoris: DS 858; Bento XII, Const. Benedictus Deus: DS 1002; Concílio de Florença, Decr. pro Iacobitis: DS 1351: Concílio de Trento, Sess. 6ª, Decr. de iustiftcatione, canon 25: DS 1575; Paulo VI. Sollemnis Professio fidei, 12: AAS 60 (1968) 438.

633. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 48: AAS 57 (1965) 54.

634. II Concílio de Orange, Conclusio: DS 397; Concílio de Trento, Sess. 6ª. Decr: de iustificatione, canon 17: DS 1567.

635. Oração Eucarística I ou Cânone Romano, 88: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 450 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 518].


Espero que a resposta tenha sido útil.
Que Deus o abençoe.
Atenciosamente,

Renato Colonna Rosman
Apostolado Veritatis Splendor

Para citar este artigo:
ROSMAN, Renato Colonna. Apostolado Veritatis Splendor: LEITOR PERGUNTA: O INFERNO É APENAS UM BLEFE?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5966. Desde 20/10/2009.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Culto aos ícones sagrados

O CULTO AOS ÍCONES SAGRADOS



As seitas fundamentalistas, travestidas de evangélicas, - desde quando acusar, caluniar, difamar, injuriar e julgar alguém é evangélico? - fazem do culto às imagens verdadeiro cavalo de batalha.

Há os analfabetos de fato; também há uma legião de analfabetos funcionais, que sabem ler letras e palavras, mas incapazes de assimilar o sentido de frases abstratas. Saber ler e escrever não são requisitos, para entender o que a Bíblia nos revela.


Como a Bíblia não é um livro ocidental, mas oriental, escrita - em hebraico, aramaico e grego, é indispensável conhecimentos históricos, geográficos, antropológicos, arqueológicos, lingüísticos, exegéticos, - teológicos etc. Para compreender a proibição das imagens é necessário conhecer o ambiente religioso antigo.

Todos os povos que se relacionavam com Israel acreditavam que a imagem não somente era um símbolo da divindade, mas que a própria divindade nela habitava maneira real. A imagem era de certa forma o mesmo Deus representado.

Na mentalidade primitiva oriental, na imagem da divindade residia um fluído pessoal divino. Quando alguém fabricava uma imagem, o deus nela habitava, já que toda imagem, de algum modo tinha uma "epiclesis", - isto é, um chamado para deus nela habitar. Era uma espécie de "clone" da divindade simbolizada na imagem:

Por isso, quando Raquel esposa de Jacó, rouba os ídolos de seu pai Labão, ele se queixa de que lhe roubaram seus deuses, não as imagens (Gn 31,30). Na história de Micas, este acusou a tribo de Dã de que lhe - roubaram o seu deus, enquanto estes marchavam só com a imagem (Jz 18,27).

Passaram-se os séculos. O ambiente grego fez com que os homens - fossem não mais escravos da magia, mas se deixaram influenciar pelo pensamento filosófico e racional. Isto contribuiu para diminuir a idéia fetiquista das imagens divinas. Aos poucos Israel foi compreendendo que Javé era o único Deus de todos os povos; que não existiam divindades distintas para outras nações.
Por isso, qualquer imagem, altar, oração ou culto que se celebrava em qualquer lugar, ou idioma, era dedicado somente a Deus. Assim o perigo de crer que se adorava a deuses estrangeiros desapareceu.

Em alguns casos o próprio Deus ordenou o fabrico de imagens sagradas. Durante a travessia do deserto, quando Javé mandou fabricar a arca da Aliança, tabernáculo sagrado destinado a guardar as tábuas da Lei, ordenou que de cada lado se pusesse uma imagem de ouro de um querubim, ser angélico, dividida metade animal, metade homem (Ex 25,18).

Por outro lado o candelabro de sete braços que se colocava no interior da Tenda Sagrada tinha gravada flores de amêndoa (Ex 25,33). Estes fatos não são prescrições humanas. Segundo a Bíblia o próprio Deus inspirou com seu Espírito o artista Beseleel, dando-lhe habilidade e perícia para criá-las (Ex 31, 1-5).

Gedeão, um dos mais importantes juízos de Israel, fabrica com anéis e outros objetos de ouro uma imagem de Javé, a quem os israelitas prestaram culto (Jz 8,24-27). E Micasm famoso e piedoso javista, fabricou uma efígie de prata de Javé e edificou um santuário para prestar-lhe culto (Jz 17.19,11-13; 18,24-30).

E com se tudo isso não bastasse, com permissão de Javé (Nm 21,8-9), uma enorme serpente de bronze foi erguida por Moisés no deserto. A todos, picados por víboras, ao contemplá-la ficavam curados. Ela ficou exposta no templo durante duzentos anos, até que o rei Ezequias a destruísse (2Rs 18,4).
Se na antiga Aliança, Deus se revela (Ex 19,3-25) ao povo, sem imagem, na Nova Aliança considerou imprescindível ter uma para ser visto. Deus mesmo desde agora, quando não há mais perigo, revela-se aos homens mediante - uma imagem, a de Cristo, para que o vissem, olhassem, tocassem, sentissem. Paulo apóstolo que viveu durante muito tempo fiel a antiga Lei, compreendeu muito bem, a nova disposição ao falar de "Cristo a imagem do Pai" (2Cor 4,4). Em maravilhoso hino, canta que "Cristo é a imagem de Deus invisível" (Cl 1,15). Cristo Jesus dialogando com o apóstolo Filipe, antecipa-o com esta revelação: "Quem me viu, viu o Pai" (Jo 14,9).

Os ícones sagrados venerados pelo catolicismo e as igrejas cristãs Russa, Grega e Armênia, não são divinas, pois não são deuses. São símbolos de irmãs e irmãos nossos que em sua peregrinação terrestre, tornaram-se páginas vivas do Evangelho com o testemunho de vida cristã.



Para citar este artigo:

SSP, Frei Juvenal R Dias. Apostolado Veritatis Splendor: O CULTO AOS ÍCONES SAGRADOS. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/673. Desde 1/6/2003.

Aborto com Síndrome de Down

Mulheres inglesas abortam a mais de 90 por cento de bebês com Síndrome de Down

LONDRES, 28 Out. 09 (ACI) .- Um estudo publicado no British Medical Journal revelou que mais de 90 por cento dos bebês diagnosticados com Síndrome de Down são abortados na Grã-Bretanha.
O estudo, recolhido por várias agências, destaca que os diagnósticos pré-natais desta síndrome aumentaram em 71 por cento entre 1989 e 2008, principalmente devido a que cada vez mais mulheres adiam a maternidade.
Segundo os investigadores do hospital Barts e da Escola de Medicina de Londres, de não ser pelos abortos massivos das crianças com esta condição, os nascimentos de bebês com síndrome de Down teriam aumentado em 48 por cento entre 1989 e 2008, já que cada vez mais pais iniciam suas famílias tarde.
O estudo britânico revela que nove de cada dez mulheres que recebem o diagnostico de síndrome de Down durante a gravidez, termina submetendo-se a um aborto.
Fonte: ACI

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pilula do Dia Seguinte


LIMA, 28 Out. 09 (ACI) .- O diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute, Carlos Pólo, lamentou que a imprensa peruana ecoe as críticas contra o Tribunal Constitucional (TC) por sua sentença contra a distribuição da pílula do dia seguinte, sem investigar os interesses milionários de seus comercializadores no país.
"Chama poderosamente a atenção que diversos jornalistas simultaneamente acolham a mesma critica ao TC de que sua sentença é discriminatória contra as mulheres pobres. Mais ainda quando é o mesmo argumento, palavra por palavra, que se usou em outros países como o Equador e Chile recentemente", sustenta Pólo.
O perito pediu aos jornalistas que se façam a pergunta "quem ganha com sua venda ou se prejudica se esta é considerada ilegal?" assim encontrarão simplesmente uma resposta.
Para Pólo, o grande perdedor com a distribuição da pílula e a eventual proibição de sua venda é "principalmente um só laboratório: o dono da marca Postinor". Recordou que "em muitos outros países a marca Postinor pertence à Schering, líder mundial em venda de anticoncepcionais hormonais (pílulas e injetáveis) e há não muito tempo atrás Schering se fundiu com a Bayer".
"Eu o digo assim porque estranhamente no Peru essa marca é comercializada por um laboratório muito pequeno, Farmage, que se criou exclusivamente para o lançamento de Postinor no Peru", indicou.
"Farmage foi constituído para distribuir Postinor e por muito tempo foi sua única marca. Agora tem uma segunda marca para o Levonorgestrel 0.75 mg e outras marcas de pílulas combinadas. Fora do Postinor, a venda das outras marcas da Farmage é insignificante", sustentou Pólo.
"Postinor é a marca mais vendida de pílulas do dia seguinte no Peru lucrando mais de 3.5 milhões de Nuevos Soles (em torno de 1 milhão de dólares) nos últimos 12 meses", denunciou Pólo.
Só no Peru, "Bayer Schering com diferentes marca sob seu próprio nome mais as da Farmage, vende mais de 16 milhões de Nuevos Soles (mais de 5 milhões de dólares) por ano em pílulas e anticoncepcionais injetáveis. Se somarmos a esta cifra as vendas de Postinor, chega-se à cifra de quase 20 milhões de Nuevos Soles por ano. Isso constitui mais de 50 por cento do mercado dos anticoncepcionais".
Segundo o perito, disto se desprende que a eventual retirada da pílula prejudicaria a uma só empresa cujos interesses estão sendo defendidos "indiretamente" por ministros e funcionários públicos.

Fonte: ACI

Ação do Espírito Santo

Vamos aprender um pouco sobre nosso Deus?!
Segue uma rápida catequese sobre o Espírito Santo!
Abraços
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O Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, que procede do Pai e do Filho.

Jesus Cristo prometeu aos apóstolos que lhes enviaria o Espírito Santo, o qual lhes recordaria e lhes ajudaria a entender tudo o que Ele lhes tinha dito.

No dia de Pentecostes estavam todos os Apóstolos reunidos em um mesmo lugar e de repente produziu-se um ruído no céu, como de um vento impetuoso que encheu toda a casa onde residiam. Apareceram línguas de fogo que posaram sobre cada um deles.

A ação do Espírito Santo nos Apóstolos tornou-os fortes, audazes e santos para anunciar o Evangelho com fidelidade a todo o mundo.

A Igreja ficou constituída em templo do Espírito Santo; Ele a santifica e faz com que os batizados se unam à Santíssima Trindade.

Quem é o Espírito Santo?
O Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, que procede do Pai e do Filho, que o enviaram ao mundo para vivificar e santificar os homens.

Quando Jesus enviou o Espírito à sua Igreja?
Jesus enviou o Espírito Santo a sua Igreja no dia de Pentecostes em forma de línguas de fogo, sobre os Apóstolos e Maria Santíssima.

O que indicavam as línguas de fogo?
As línguas de fogo indicavam que o Espírito Santo vinha para nos santificar por meio da luz da verdade e do calor do amor.

Como o Espírito Santo nos santifica?
O Espírito Santo nos santifica por meio da graça, das virtudes e de seus dons.

O que são os dons do Espírito Santo?
Os dons do Espírito Santo são disposições permanentes, infundidas por Deus, que fazem o homem dócil, para seguir os impulsos do Espírito Santo.

Quais são os dons do Espírito Santo?
Os dons do Espírito Santo são: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus.