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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Preconceitos contra o aumento da população




CINCO PRECONCEITOS CONTRA O AUMENTO DA POPULAÇÃO
(Dom Estêvão Bettencourt. Pergunte e Responderemos, n.º 511, janeiro 2005, p. 29 a 33)


Em síntese: Quem percorre a bibliografia referente à questão demográfica, verifica haver cinco principais preconceitos contra o aumento da população, preconceitos mais imaginários do que realistas, a saber: 1) as previsões de Tomás Roberto Malthus; 2) o esgotamento dos recursos; 3) a escassez de alimentos; 4) a superpopulação como causa de pobreza; 5) a defesa do futuro.
* * *


O advogado argentino Jorge Scala em seu livro "IPPF: A multinacional da morte" (ver PR 505/2004, p. 294), apresenta sete slogans ou sentenças sobre aumento demográfico, mal fundamentadas, que os meios de comunicação social difundem, suscitando amedrontamento ou mesmo pânico.Também cita fatos que desmentem tais preconceitos oferecendo ao público aspectos da questão geralmente silenciados; ver pp. 277-287. Examinaremos, a seguir, cinco desses preconceitos.


1. As previsões malthusianas
Em 1798 o pastor (ou ministro do culto anglicano) Tomás Roberto Malthus publicou o livro "Ensaio sobre o Princípio da População", em que afirmava ser o crescimento da população infinitamente maior do que a capacidade da terra para produzir alimentos.
Para tanto recorria ao confronto de um numerador fixo com denominador variável.

O primeiro (numerador fixo) seriam os recursos naturais finitos (o mesmo campo, com os sucessivos cultivos produz cada vez menos); o denominador variável seria a população do globo que vai crescendo em forma exponencial ou geométrica. Na base de seus cálculos, Malthus previu que, um século depois, em 1898, a Inglaterra teria 112 milhões de habitantes e alimentos apenas para 35 milhões; ora em nossos dias a Inglaterra ainda está nos 58 milhões de habitantes! A nível mundial Malthus calculou que em 1998 haveria 128 bilhões de habitantes, quando na verdade estamos entre 6 e 7 bilhões.


Malthus não levou em conta a inteligência e a liberdade do homem, que não está sujeito a ritmos de comportamento inexoráveis e que pode aplicar sua inteligência à descoberta de novos meios tecnológicos para prover às suas necessidades.


Refletindo sobre esses dados, verificamos que não é possível submeter a pessoa humana a esta medição matemática, "Porque cada ser humano é distinto dos demais e, além disso, cada pessoa é livre, não se podem predizer nem projetar seus comportamentos, já que nem sequer cada um de nós é capaz de prevê-los para si mesmo. Por isso, falham todas as predições demográficas.

Por exemplo, um Boletim do Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou em 1969, com dados das Nações Unidas, que a população mundial chegaria no ano 2000 a 7.500 milhões. Em 1974 o FNUAP afirmou que essa quantidade seria de 7.200 milhões. Em 1976, que seria 'aproximadamente' de 7.000 milhões. Seu prognóstico em 1978 foi de 5.800 milhões" (p. 279).


2. O esgotamento dos recursos
A Conferência das Nações Unidas para a Conservação dos Recursos previu para 1975 o fim das reservas de chumbo, cromo, zinco e cobre neste mundo. Ora, em vez de se esgotar, tais reservas aumentaram respectivamente 115%, 675%, 61% e 179% durante o período focalizado. Em nossos dias após novas pesquisas e explorações as reservas mais ainda aumentaram. Nenhum mineral foi esgotado no decorrer da história.


Arauto do esgotamento de recursos foi Paul Erhlich em seu livro "A Bomba da População", datado de 1968. Afirmava que a Inglaterra desapareceria no ano 2000. E acrescentava:
"A batalha para alimentar toda a humanidade terminou. Em 1970 o mundo sofrerá privações, centenas de milhões de pessoas morrerão de fome, apesar dos programas de emergência que se estabeleçam agora. Nestes momentos, já nada pode impedir um incremento substancial na taxa de mortalidade mundial" (615). Obviamente nada disso ocorreu. Sem embargo, em 1990, Paul Erhlich animou-se a escrever "A Explosão Demográfica", outro livro-catástrofe, com erros similares, mas sem o êxito editorial do anterior.


"Global 2000": Tratou-se de um relatório ao Presidente Carter, redigido em 1980. Esse trabalho foi refutado em 1984, por um grupo de especialistas encabeçados por Julian L. Simon e Herman Kahn, em um estudo intitulado "The ResourcefuI Earth", onde seus autores afirmam, entre outras teses, que: "1. A expectativa de vida aumentou aceleradamente em todo o mundo, como resultado dos avanços demográficos, científicos e econômicos... o abastecimento de alimentos (pelo menos desde a II Guerra Mundial) tem melhorado, se medido pelo preço dos grãos, pela produção para o consumo e pelas taxas de mortalidade por fome... 12. Os recursos minerais se estão convertendo em menos e não em mais escassos", etc. (cf. pp. 281 s).


3. Escassez de alimentos
O Prêmio Nobel Teodoro Schultz afirmou que o solo se está desgastando, os recursos naturais vão acabando, a terra cultivável já não produz os alimentos necessários à população, que vai crescendo no mundo inteiro e não tardará a sofrer cruciante fome...


Ora entre 1950 e 1980 a produção de alimentos per capita aumentou em 49%. Respeitáveis estudos julgam que há possibilidade de alimentar 39 bilhões de habitantes sobre a Terra, mesmo que as atuais técnicas agrícolas não sejam ainda mais aperfeiçoadas.

Se existe fome no mundo, ela se deve a guerras, à má distribuição de riquezas, à falta de solidariedade entre os homens.
Aliás, há quem julgue que os recursos que a natureza oferece aos homens são, de certo modo, inesgotáveis. Com efeito, o ser humano, aplicando sua inteligência, está sempre a melhorar o rendimento de tais recursos; assim, por exemplo, um hectare de terra produz hoje muito mais do que há três mil anos. Com outras palavras: o homem explora cada vez mais o potencial dos elementos que o cercam.


Além disto, é de notar que muitos recursos de antigas civilizações foram substituídos por outros mais recentes e mais eficazes.


4. Superpopulação como causa de pobreza
O Prêmio Nobel de Economia, Hayek, em seu livro "Nossa Herança", observa:
"Não é certo que o aumento de população conduz ao empobrecimento. Não temos traço algum de história que o comprove... Não se conhece caso em que o aumento demográfico tenha levado ao empobrecimento" (p. 283).


Esta sentença pode apoiar-se sobre numerosos casos reais como, por exemplo, o de Taiwan: entre 1964 e 1973 registrou-se nesta ilha um crescimento demográfico anual médio de 2,57 (o que é catastrófico para o desenvolvimento econômico, segundo Malthus).Eis, porém, que nesse mesmo período a renda per capita cresceu 203%; a poupança líquida 796%; o PIB 260% e o valer das exportações 1.040%.


Em Hong Kong, entre 1960 e 1980 a população cresceu 2,8% ao ano e o PIB 7% ao ano; a população aumentou 50%, mas os salários duplicaram.


"A lei econômica segundo a qual a uma maior população corresponde proporcionalmente uma maior riqueza, que cobre com acréscimos o crescimento demográfico, tem uma explicação vital: É lei de vida que os pais de uma família numerosa - em geral - trabalhem mais do que os de uma família pequena, para cobrir suas maiores necessidades.

Por sua vez, é freqüente que ao entrar na adolescência, muitos filhos de famílias numerosas comecem a trabalhar (uma boca a mais são também dois braços e uma inteligência a mais para trabalhar). Isso que acontece em nível de famílias, sucede também em nível de países, e explica que as nações com maior crescimento demográfico (subdesenvolvidas ou não) sejam as que têm um crescimento econômico proporcionalmente mais alto" (p. 283).


5. A suposta defesa do futuro
Os defensores do controle da natalidade argumentam que, baixando as taxas de natalidade, defendem o futuro da humanidade. Comprovou-se o contrário.

Ao longo de 30 anos de políticas antinatalistas, os países "desenvolvidos" estão envelhecendo a níveis insustentáveis. Pierre Chaunu sintetiza assim: "O vazio que se formou na pirâmide de idades da quarta parte mais inteligente do mundo não tem precedentes. Mesmo se tudo voltasse à ordem no ano próximo, a perturbação provocada por essa mutilação da carne de uma quarta parte do mundo supera, em muito, as perdas provocadas pelas duas grandes guerras mundiais" (624).


"Chama-se envelhecimento (da população) o crescimento da relação entre o número de velhos e o da população total. Uma população inicia o processo de envelhecimento quando, segundo Tabla de Diviliard, cruza a fronteira dos 5,6% de pessoas com mais de 65 anos e 8,8% de pessoas com mais de 60 anos... Como aponta Sauvy, 'o crescimento da população de anciãos não se tem feito, em geral, em detrimento da população adulta... É sobre os jovens que repercute aquele crescimento, ocasionando seu descenso... A estreita relação entre o envelhecimento e a esterilidade voluntária tem uma importância sociológica.

Justificada ou não, a negativa de dar a vida tem reduzido a vitalidade das populações... O antídoto é claro: não deixar debilitar-se a natalidade; acautelar-se com a nova situação, dirigir voluntariamente o olhar ao porvir" (625).

Falando de toda a Europa, Zurfluh nos diz que "com uma taxa de 1,87 filho por mulher, os menores de 20 anos já são menos que os maiores de 60 anos. Acima desta cifra a situação se torna cada vez mais extrema. A Alemanha, com uma taxa de 1,3 filho por mulher, terá, dentro de pouco tempo, duas vezes mais pessoas maiores que jovens" (626).

Atualmente, "os dados mais preocupantes fazem referência à queda de natalidade na Europa, cujo crescimento demográfico segue uma linha descendente desde 1984, cada ano mais acelerada e cuja taxa de crescimento natural (descontando a imigração) situa-se em 1,1 por mil.

Em 1993 nasceram no Espaço Econômico Europeu (a Europa dos 17) 4,19 milhões de crianças, 110.000 a menos que em 1992, o que supõe uma taxa de fecundidade (filhos por mulher em idade fértil) de 1,5, muito abaixo do limite mínimo para que se renovem as gerações (2,1).

As taxas de natalidade passaram de 11,5 por mil em 1992 a 11,2 em 1993. Apesar disso, no último ano a população européia experimentou um ligeiro crescimento de 0,39% (1,5 milhão de pessoas a mais), devido principalmente às migrações... A baixa taxa de natalidade chegou a tal ponto que em 1993, pela primeira vez desde 1960, há dois países europeus em que houve mais mortes que nascimentos. Trata-se da Alemanha (com um balanço de + 96.000 falecimentos) e Itália (+ 3.600) (627).


Em 1994, a situação da Itália piorou. Com efeito; "o futuro do país europeu se apresentará cheio de problemas se não se conseguir reverter o rápido envelhecimento da população em um Estado onde, em 1994, morreram 584.081 pessoas.

Paradoxalmente, a expectativa de vida não pára de crescer entre os italianos. Este fenômeno do aumento do número de mortos em um marco de prolongamento dos anos de vida, é conseqüência de que a porcentagem de anciãos é cada vez maior, comparada com o total da população. Em 1994 houve 20.675 mais mortes que nascimentos (628).


A população do Japão está batendo um dos recordes mais temidos no mundo ocidental: o envelhecimento. Segundo os últimos dados, no ano 2025 será o país com mais velhos do mundo.

A população japonesa chegará a seu nível máximo no ano 2007 e estará composta por 20% de pessoas com mais de 65 anos, estima o Instituto de Investigação Demográfica de Nihon... A proporção de pessoas com mais de 65 anos ascenderá de 12% em 1990 a 17% em 2000 e se situará em 20% em 2007, a porcentagem mais alta do mundo. Além disso, a maioria dos anciãos viverá sozinha no futuro.

De 11% em 1990, passar-se-á a 18% em 2025... Para burlar este destino fatídico, Siroku Kajiyhama, secretário do partido liberal-democrata, atualmente no poder, pediu aos matrimônios japoneses que tenham como mínimo três filhos a partir de agora, único remédio que pode salvar a próxima geração de japoneses de perder seu tradicional 'espírito de competência', indispensável em uma economia de mercado. 'Vocês não precisam ter dez filhos, mas somente entre três e cinco', pediu Kajiyhama, referindo-se a seu exemplo pessoal, pois ele mesmo é pai de dez filhos. Segundo o secretário geral, as famílias numerosas desenvolvem o espírito de competência entre as crianças" (pp. 284s).


Estas e muitas outras informações, sobre o assunto podem ser colhidas no livro de J. Scala "IPPF. A Multinacional da Fonte" editado pelo Comitê Pró-Vida de Anápolis, C.P. 456, 75024-970 Anápolis (GO); tel. (62) 321-2102 - Telefax (62) 321-0900.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sobre o aborto

Recebi na data de ontem um comentário que dizia o seguinte: "Concordo com a foto no alto do Blog.. 'Não aborte'. Difícil é explicar isso para uma pessoa do sexo feminino (em período fértil) que acabou de ser estuprada. Não é?"


Ao buscar pela pessoa que me escreveu esse comentário, encontrei seu blog e descobri que é um ateu, que se alegra em dizer que não precisa de Deus. Interessante... fico pensando, se você se alegra de não precisar de Deus, porque fica lendo blogs Católicos? Seria algum deslize?


Bom, mas respondendo ao seu questionamento, meu caro, conheço diversos testemunhos de pessoas que foram estupradas e que tiveram o filho. 
 
A criança não tem culpa da aberração que é o estupro. Além disso, essa mulher não precisa, além de tudo o que passou, ainda ter sobre sua consciência, um assassinato. Nem vou citar a você o mandamento "Não Matar", já que você é ateu, mas lembro que existem inúmeros casais na fila da adoção, esperando por um bebê para amar e chamar de seu filho. 
 
Essa mulher que passou pela terrível humilhação de ser estuprada pode dar a vida a uma criança saudável que será a alegria de uma família. Ela não precisa ficar com a criança se não quiser... apesar que em muitos casos, quando a mulher decide ter o filho, fruto do estupro, ela acaba decidindo-se por ficar com ele, pois seu amor de mãe é maior do que o que levou a sua concepção, e ela sabe, em seu íntimo, que o bebê jamais teve culpa do crime que aconteceu, e não merece a "pena de morte" por um crime que não cometeu.


Penso no seguinte: a vida de outro não nos pertence a ponto de nos acharmos no direito de decidir sobre ela... e quer você creia ou não, um dia, ela nos será cobrada.





Que você tenha uma ótima semana.



Paz e bem

terça-feira, 21 de maio de 2013

Controle de Natalidade X Regulação Natural



Controle de Natalidade vs. Regulação Natural

Quem propõe o "controle da natalidade" por meios artificiais o fazem movidos por vários mitos à respeito dos métodos naturais de regulação da natalidade:
"são antiquados e poucos eficazes" "são muito complicados" "são inviáveis"
Mas a Verdade é outra:
Os métodos naturais, especialmente os mais modernos, têm o suporte científico mais desenvolvido e consistente.
Dado que respeitam os ritmos naturais da pessoa, uma vez aprendidos, os métodos naturais se incorporam facilmente ao ritmo da vida das pessoas.
Os métodos naturais não têm nada de inviáveis. Certamente supõem o diálogo, o autodomínio e a corresponsabilidade do casal, mas isto, em vez de uma desvantagem, é o grande benefício comparativo dos métodos naturais que nenhum método artificial poderá jamais dar: compreensão, respeito mútuo, diálogo do casal e a conseqüente contribuição ao desenvolvimento integral de cada uma das pessoas.

Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde, os métodos naturais de planejamento familiar demonstraram possuir uma ampla superioridade sobre os métodos artificiais (anticoncepcionais-abortivos) em diversos aspectos. Em tais estudos demonstrou-se que eram fáceis de aprender e de aplicar pela mulher em qualquer que fosse seu nível cultural (demonstrou-se que podem ser aprendidos e aplicados com êxito inclusive por mulheres carentes de instrução mínima), que eram aceitos com preferência aos métodos artificiais e, o mais importante, revelaram-se sumamente eficazes em evitar a gravidez. A todas estas vantagens agrega-se que por sua natureza respeitam a integridade e dignidade da pessoa humana sem lesionar seus direitos.
Um estudo multicêntrico, que abarcou importantes cidades de diversos pontos do mundo e distantes entre si (Auckland, Bangalore, Manila e El Salvador) demonstrou que 93% das mulheres férteis estava em condições de reconhecer e interpretar o momento de fertilidade desde seu primeiro ciclo menstrual (destaca que o grupo de El Salvador incluía 48% de analfabetas). O estudo conclui que as probabilidades de concepção nos períodos determinados como inférteis era de 0,004%, quer dizer, menos de meio por cento.Em contraposição aponta-se que o índice de gravidezes utilizando métodos artificiais para o controle da natalidade, varia de 1% (pílulas combinadas estrógeno-progesterona) até 20-23% em usuárias de anticoncepcionais orais.
Em um estudo realizado em Calcutá, Índia, sobre a eficácia do Método da Ovulação, informou-se de uma porcentagem próxima a 0 (zero) sobre uma população total de 19.843 mulheres pobres e de diversas crenças religiosas (57% hindús, 27% islâmicas, 21% cristãs).
As conclusões do estudo da Organização Mundial da Saúde sobre a eficácia do Método da Ovulação foram as seguintes:
Por meio de ecografia ovárica determinou-se que os sintomas do muco cervical identificam com precisão o momento da ovulação.
Todas as mulheres, de qualquer nível cultural e educacional podem aprender o método da observação do muco cervical para reconhecer quando ocorre a ovulação.
A evidência mundial sugere que os métodos de controle natal, abstendo-se da relação sexual na fase fértil identificada pelos sintomas da ovulação, são equivalentes àqueles dos anticoncepcionais artificiais.
O estudo realizado entre 20.000 mulheres pobres em Calcutá, com uma porcentagem de gravidez próxima a zero, complementado com outros estudos em países em desenvolvimento, demonstram a efetividade do Planejamento Familiar com Métodos Naturais.
Os usuários do método estavam satisfeitos com a freqüência da relação sexual sugerida por este método de planificação familiar, o qual é econômico e pode ser especialmente valioso para os países em desenvolvimento (Cf. R.E.J. Ryder, British Medical Journal, Vol. 307, edição de 18 de setembro de 1993, pp. 723-725).
Comparando os dois métodos naturais mais seguros, os índices de efetividade são bastante parecidos (Cf. Dra. Zelmira Bottini de Rey, Dra. Marina Curriá, Instituto de Ética Biomédica, Curso de Planificação familiar natural, Universidad Católica Argentina Santa Maria dos Buenos Aires, abril de 1999):
-o índice para o Método da Ovulação ou Billings é 96.6% (Cf. American Journal of Obstretics and Gynecology, 1991).
-o índice para o Método Sintotérmico é de 97.7% (idem).
-o índice para o Método Sintotérmico em matrimônios altamente motivados para evitar a gravidez é de 97.2% (Cf. Guia para a prestação de serviços de PFN. OMS. Genebra, 1989).
Estes são índices muito altos e certamente não só alcançam mas que superam a muitos dos métodos artificiais mais eficazes. Lamentavelmente, as campanha de descrédito dos métodos naturais respondem não a bases científicas mas a preconceitos ideológicos e interesses econômicos.

Fonte: ACI Digital


http://www.acidigital.com/vida/natal-natural.htm

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Declaração da Pontifícia Academia para a Vida sobre A Pílula do Dia Seguinte



Declaração sobre a chamada "Pílula do día seguinte"


Como é comumente conhecida, a chamada pílula do dia seguinte recentemente foi posta à venda nas farmácias da Itália. Ela é um bem-conhecido produto químico (de tipo hormonal) que freqüentemente — mesmo na semana passada — tinha sido apresentado por muitos da área e pelos meios de comunicação de massa como um simples contraceptivo ou, mais precisamente, como um "contraceptivo de emergência", que se usado dentro de um curto tempo depois de um ato sexual presumivelmente fértil, deveria unicamente impedir a continuação de uma gravidez indesejada. As reações críticas inevitáveis daqueles que levantaram sérias dúvidas sobre como esse produto funciona, em outras palavras, que sua ação não é meramente "contraceptiva", mas "abortiva", receberam rapidamente a resposta de que tais preocupações mostravam-se sem fundamento, uma vez que a pílula do dia seguinte tem um efeito "anti-implantação", deste modo implicitamente sugerindo uma clara distinção entre o aborto e a intercepção (impedimento da implantação de um ovo fertilizado, isto é, o embrião, na parede uterina). Considerando que o uso deste produto diz respeito a bens e valores humanos fundamentais, a ponto de envolver as origens da própria vida humana, a Pontifícia Academia para a Vida sente a responsabilidade premente e a necessidade definitiva de oferecer alguns esclarecimentos e considerações sobre o assunto, reafirmando, além disso, as já bem conhecidas posições éticas sustentadas por precisos dados científicos e reforçadas pela Doutrina Católica.

1. A pílula do dia seguinte é um preparado a base de hormônios (pode conter estrogênio, estrogênio/progestogênio ou somente progestogênio) que, dentro de e não mais do que 72 horas após um ato sexual presumivelmente fértil, tem uma função predominantemente "anti-implantação", isto é, impede que um possível ovo fertilizado (que é um embrião humano), agora no estágio de blástula de seu desenvolvimento (cinco a seis dias depois da fertilização) seja implantado na parede uterina por um processo de alteração da própria parede. O resultado final será assim a expulsão e a perda desse embrião. Somente se a pílula fosse tomada vários dias antes do momento da ovulação poderia às vezes agir impedindo a mesma (neste caso ela funcionaria como um típico "contraceptivo"). De qualquer forma, a mulher que usa esse tipo de pílula, usa pelo medo de poder estar em seu período fértil, e assim pretende causar a expulsão de um possível novo concepto; sobretudo não seria realista pensar que uma mulher, encontrando-se na situação de querer usar um contraceptivo de emergência, pudesse saber exatamente e oportunamente seu atual estado de fertilidade.

2. A decisão de usar o termo "ovo fertilizado" para indicar as fases mais primitivas do desenvolvimento embrionário não pode de maneira alguma conduzir a uma distinção artificial de valor entre diferentes momentos do desenvolvimento do mesmo indivíduo humano. Em outras palavras, se pode ser útil, por razões de descrição científica, distinguir com termos convencionais (ovo fertilizado, embrião, feto etc.) os diferentes momentos em um único processo de crescimento, nunca pode ser legítimo decidir arbitrariamente que o indivíduo humano tem maior ou menor valor (com a resultante variação da obrigação de protegê-lo) de acordo com seu estágio de desenvolvimento.

3. É claro, então, que a comprovada ação "anti-implantação" da pílula do dia seguinte é realmente nada mais do que um aborto quimicamente induzido. Não é intelectualmente consistente nem cientificamente justificável dizer que não estamos tratando da mesma coisa. Além disso, parece suficientemente claro que aqueles que pedem ou oferecem essa pílula estão buscando a interrupção direta de uma possível gravidez já em progresso, da mesma forma que no caso do aborto. A gravidez, de fato, começa com a fertilização e não com a implantação do blastocisto na parede uterina, que é o que tem sido implicitamente sugerido.

4. Consequentemente, do ponto de vista ético, a mesma absoluta ilegalidade dos procedimentos abortivos também se aplica à distribuição, prescrição e uso da pílula do dia seguinte. Todos os que, compartilhando ou não a intenção, cooperam diretamente com esse procedimento, são também moralmente responsáveis por ele.

5. Uma outra consideração deveria ser feita com respeito ao uso da pílula do dia seguinte em relação à aplicação da Lei 194/78, que na Itália regula as condições e procedimentos para a interrupção voluntária da gravidez. Dizer que a pílula é um produto "anti-implantação", em vez de usar o termo mais transparente "abortivo", torna possível evitar todos os procedimentos obrigatórios requeridos pela Lei 194 a fim de interromper a gravidez (entrevista prévia, verificação da gravidez, determinação do estágio de crescimento, tempo para reflexão etc.), praticando uma forma de aborto que é completamente oculta e não pode ser registrada por nenhuma instituição. Tudo isso parece, então, estar em direta contradição com a aplicação da Lei 194, ela mesma contestável.

6. Finalmente, como tais procedimentos estão-se tornando mais disseminados, nós encorajamos fortemente a todos os que trabalham nesse setor a fazer uma firme objeção de consciência moral, o que gerará um testemunho prático e corajoso do valor inalienável da vida humana, especialmente em vista das novas formas ocultas de agressão contra os mais fracos e mais indefesos indivíduos, como é o caso de um embrião humano.


Cidade do Vaticano, 31 de outubro de 2000.

terça-feira, 7 de maio de 2013

A verdade sobre as "Católicas pelo Direito a Decidir"







No ano 2000, a imprensa brasileira publicou um artigo por ocasião do Dia Internacional de luta contra a AIDS, entitulado "Doutrina católica sobre a fidelidade favorece epidemia, afirma teóloga", em que uma suposta "especialista católica" critica a Igreja por promover a castidade.

A "especialista" em questão era Yury Puello Orozco, representante do polêmico grupo feminista e abortista "Católicas pelo Direito a Decidir" no Brasil.

Que um grupo de mulheres que se proclamam católicas questionem um ensinamento tão fundamentado da Igreja, chamou a atenção de Jerson Lourenço Flores Garcia, representante do Movimento em Defesa da Vida (MDV). Por isso, Flores não duvidou em revelar a natureza nada católica das CDD e a que se dedicam.

Além de ensinar que se trata de uma organização abortista norte-americana e que seu objetivo principal é eliminar ao maior opositor do mundo contra o aborto, a Igreja Católica, Flores recorda em uma nota esclarecedora que as CDD se esforçam para convercer aos católicos de que o aborto é uma alternativa eticamente válida para as mulheres católicas, "desprezando e ridicularizando os ensinamentos fundamentais da Igreja, promovendo agressivamente a contracepção e o aborto".

Flores descreve um dos documentos mais característicos do grupo entitulado "Mulher… Corpo… Desejos… Direitos… Vida, Muita Vida", da autora Carolina Teles Lemos. Em tal publicação há surpreendentes interpretações de passagens bíblicas com freqüência citadas pelos católicos para falar do amor conjugal e da família, como Cântico dos Cânticos 4, 1-15, um fragmento de um apaixonado discurso do Rei Salomão à sua esposa.
Segundo a autora a passagem bem poderia se referir aos elogios de um namorado a sua namorada e não "se reduzir" ao matrimônio. Assim mesmo, Teles sustenta que quando Cristo disse que devemos buscar a "vida em abundância", quer dizer que não "gostaria que um bebê nasça com deficiências nem que as mulheres os tenha em momentos difíceis de sua vida", quer dizer que só os "humanos perfeitos" ou os concebidos em "determinados momentos" têm direito a viver.

Em outra parte da publicação, Teles se refere à passagem da Anunciação. "Quando o Anjo apareceu a Maria e lhe perguntou se queria ser a mãe de Deus, ela pensou muito primeiro, para depois dizer que sim.
Se Deus dá a Maria a oportunidade de decidir, temos que acreditar que nos dá a mesma chance, não acham?, questiona Teles. Segundo Flores, a intenção desta falácia é convencer ao leitor "de que a vontade humana deve se impor à vontade de Deus".


Entretanto, o pró-vida parece não se surpreender com estes argumentos, considerando a história do grupo fundado por Frances Kissling, uma mulher que viveu algum tempo em um convento das Irmãs de São José (EUA), e ao abandoná-lo dirigiu uma clínica de abortos em Nova York.
As CDD financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente anti-vida como a Fundação Ford.


Na América Latina sua agenda é clara:
-Apoiar a dissenção católica no tema do aborto e os contraceptivos.
-Proporcionar aos católicos uma "alternativa racional" à doutrina da Igreja.
-"Educar" sobre os direitos de saúde reprodutiva (aborto e anticoncepção sistemática) na América Latina.
Segundo Flores, as CDD não são católicas porque "perventem o sentido da liberdade humana. Ao interpretar os crimes contra a vida como legítimas expressões da liberdade individual, exigindo ou reconnhecendo legalmente o direito de matar, se subverte a base dos direitos humanos e se nega o direito à vida".
Católicos e abortistas?
O Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, encarregado de um dos apostolados pró-vida mais exitosos de Anápolis, precisa por sua parte que é impossível que os católicos apoiem o aborto, do que se deduz que as CDD são falsas católicas.
Segundo Padre Lodi, quando os católicos se sentem confundidos pelas argumentações a favor do aborto, simplesmente devem recorer a documentos eclesiais como a encíclica de João Paulo II, Evangelium Vitae, para constatar que os ensinamentos da Igreja vão na contra-mão da moral e o aborto sempre será algo mal por implicar a morte deliberada de um ser humano inocente.

O Padre Lodi sustenta que não se pode matar a um bebê nem sequer para salvar a vida da mãe porque ambas são vidas humanas independentes. Se teoricamente se dá o caso, nada se pode fazer e nunca é lícito "fazer o mal para que daí se tire o bem". Tanto a vida da mãe como a da criança são absolutamente iguais, acrescenta o sacerdote e precisa que ambos são "seres humanos criados a imagem e semelhança de Deus, possuidores de uma alma imortal e de um destino sobrenatural".

O Padre Lodi indica que o aborto tampouco é "lícito em casos de violação porque a repugnância contra o crime nunca poderá se converter em repugnância contra um inocente concebido. A vida sempre é um dom de Deus, ainda quando surge em circunstâncias pecaminosas".


Fonte: ACI Digital http://www.acidigital.com/controversia/direito.htm
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Complementando a matéria: para quem entrar no site, pode verificar que é uma verdadeira "estratégia" a utilização do nome "católicas", uma vez que não tem nada a ver com o pensamento católico, apoiando inclusive a "parada Gay" e indicando sites de homossexualismo.
Lembremos das palavras de Jesus: "Pai, Perdoa-lhes pois não sabem o que fazem" (Lc 23,34) e peçamos a Deus por essas irmãs que se deixam utilizar pelas artimanhas do demônio.
Equipe Ecclesiae Dei

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Camisinha - O Mito do Sexo Seguro

OS PRESERVATIVOS NÃO ELIMINAM OS RISCOS

Utilizar preservativos para impedir o contágio da AIDS é como jogar um roleta russa, é colocar a vida em jogo. Em 1987, 20% dos preservativos submetidos a testes pela FDA (Administração de Drogas e Alimentos dos EUA) apresentaram defeitos, um número bem maior que o permitido. Segundo o Centro para o Controle de Doenças, de 3 a 36% dos preservativos falham e; não impedem a gravidez. O vírus da AIDS é 3 vezes menor que o vírus causador da herpes, 6 vezes menor que a treponema pallidum que causa a sífilis e 450 vezes menor que o espermatozóide. Se o preservativo permite tantas gravidezes indesejadas, imagine quantas vezes mais não deixará passar o vírus da AIDS? No que se refere à AIDS, os preservativos são eficazes apenas em 70%1.

Os preservativos apresentam, ainda, outros riscos. Há informações de graves reações alérgicas como inflamação, coceira e transtornos respiratórios2. Inclusive, segundo a FDA, em 1990, uma pessoa morreu como consequência de uma dessas reações3. Os preservativos, os diafragmas e outros contraceptivos de barreira podem predispor a mulher à pré-eclampsia, uma complicação da gravidez que, às vezes, pode resultar em morte4.

A herpes simplex II é extremamente contagiosa e não tem cura. 50% dos bebês cuja mãe contrai herpes morrem e os outros 50% podem nascer com lesões no cérebro, nas vistas ou na pele. A sífilis pode causar cegueira, paralisia, demência, infecções cardíacas e, às vezes, a morte. Quantas pessoas que contraíram estas doenças sexualmente transmissíveis pensavam que não corriam risco nenhum?
Lembre-se, algumas destas doenças são incuráveis, podem deixar você estéril, predispor ao câncer do útero e inclusive levá-lo à morte. Outras podem ser muito dolorosas ou irritantes. Todo ano, nos EUA, um de cada seis adolescentes contrai uma doença sexualmente transmissível. Mais de 100.000 bebês sofrem as consequências destas enfermidades, entre as quais se encontram a cegueira, infecções do cérebro, defeitos congênitos e até a morte5.



BIBLIOGRAFIA
1. Margaret Fischi, et al, "Evaluation...), Journal of the AMA e Washington Post, 6 de fevereiro de 1987.
2. Washington Times, 1 de novembro de 1990.
3. Los Angeles Times, 28 de maio de 1990.
4. Journal of the AMA, 8 de dezembro de 1989 e HLI Reports, fevereiro de 1990.
5. Carta da American Social Health Association, assinada por sua diretora executiva, Peggy Clarke.



Fonte: Pró Vida Família

http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc78807

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Inseminação... um erro?

Médico que foi famoso especialista em inseminação artificial diz: fiquei totalmente horrorizado quando percebi o que estava fazendo


Kathleen Gilbert

CHICAGO, EUA, 13 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico que outrora era famoso por seu trabalho no campo da fertilidade diz que desistiu horrorizado depois de perceber que o ramo de seu trabalho era parte da “crescente atitude médica de tratar os bebês como objetos” — um termo que ele diz que seus colegas simplesmente ridicularizavam.

“Faltam-me as palavras para lhe dizer que bem no fundo da minha alma cri que eu havia cometido um mal contra outras pessoas”, o Dr. Anthony Caruso, especialista em endocrinologia reprodutiva, disse para o canal de TV EWTN News num artigo de 9 de junho.

Caruso, que é católico, diz que desistiu de seu emprego e foi para o sacramento da confissão no mesmo dia. “Quando percebi o que eu estava fazendo, fiquei totalmente horrorizado”, dele disse para EWTN News. “Fiquei tão angustiado por ter levado tantos casais por um rumo errado”.

O especialista em fertilidade disse que inicialmente sua motivação era entrar nesse campo de trabalho para ajudar a levar felicidade a um casal infértil — mas desde então percebeu que o procedimento está envolvido em conflito com o ideal de sacrifícios que deve haver entre os cônjuges do casamento. “É… a ideia de que você pode ter tudo o que quiser, onde quiser, quando quiser”, disse ele.

O artigo da EWTN também destacou a carreira do Dr. Michael Kamrava, que está para perder sua licença médica em 1 de julho por seu papel no caso “Octomom”: Kamrava foi o médico que transferiu todos os doze embriões restantes de Nadya Suleman no útero dela, resultando no nascimento de óctuplos em janeiro de 2009.

Normalmente, os médicos que fazem inseminação artificial têm de transferir um máximo de quatro embriões em cada tratamento de fertilidade, e fazem aborto seletivo das crianças se mais de um ou dois bebês sobrevive — um procedimento Suleman recusou.

Caruso comentou que tal “atitude médica de tratar os bebês como objetos” é uma parte da mentalidade da inseminação artificial, onde abortar os bebês inconvenientes é um procedimento tanto rotineiro quanto incentivado.

“Você ficaria surpreso com o número de pessoas que chega a 23, 24 semanas de uma gravidez a partir de inseminação artificial que sofrem complicações de gravidez”, disse ele. “E elas dizem: ‘Não tem problema. Pode jogar fora’. Pois essencialmente elas podem simplesmente voltar e fazer tudo de novo”.

Enquanto isso, Caruso diz que sua conversão é praticamente exclusiva entre os especialistas de inseminação artificial nos Estados Unidos, fazendo dele um pária entre seus colegas.

“A maioria dos meus colegas me vê como um doido”, disse o médico.

Leia artigo completo, em inglês, de EWTN aqui.




Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vídeo 180

Amigos, recebi a indicação desse vídeo do blog do Julio Severo   e quero compartilhar com você. 
Gostaria de pedir sinceramente que assista a esse vídeo que trata do holocausto e também do aborto. Parece que uma coisa não tem nada a ver com a outra? é aí que você se engana.
Assista independente de sua opinião ou posição a respeito do holocausto, do aborto ou até do cristianismo. O vídeo é em inglês com legendas, do You Tube. Não é vírus. Tem 33 minutos e vale a pena ser assistido.

Espero mesmo que você o assista e passe para a frente. Muitos podem não ter tido a oportunidade de mudar de opinião. Faça sua parte pois um dia, Deus pode te cobrar disso. 

um abraço!

João Batista


O vídeo se tornou um grande fenômeno no YouTube depois de seu lançamento em setembro, alcançando a segunda colocação entre os vídeos mais debatidos e assistidos e a terceira colocação entre os filmes favoritos do mês passado, de acordo com dados postados na página de Facebook de Pro-Life Rocks. Mais de 1 milhão de pessoas já o assistiram. 

Para assistir ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Egoismo X Amor

Hoje pela manhã eu me deparei com duas histórias no mínimo inquietantes, e conto a vocês.

A primeira, absurda, no site do IPCO - Instituto Plínio Correa de Oliveira, um site excelente pró vida, pró família e pró valores católicos, fala sobre as pessoas que tem em seus animais, seus filhos e ainda insistem que é bom pois "minhas cachorras não dão trabalho algum, não reclamam de nada, estão sempre de bom humor"... o site coloca as palavras da "mãe" dos animais e deixa para os leitores comentarem as atrocidades que ela fala... vale a pena ler o texto e mais ainda, os comentários, para verificar como os valores ainda existem em nossa sociedade, apesar dessa insana "moda" de egoismo.

A segunda história, muito comovente. Recebi a informação de um blog de uma jornalista, mãe de uma criança anencéfala, que viveu por 3 dias, e que conta sua história... é muito bonito perceber que ainda existem mães verdadeiras que se doam, amam, amam e amam, incondicionalmente, como seria esperado de qualquer mãe, e não se afundam em seu egoísmo ao saber que seu filho pode morrer ao nascer, resolvendo matá-lo logo para que ela (a mãe) não sofra, impedindo essa criança de ser amada, querida, e tomando para si algo que deveria ser só de Deus: a decisão de quando alguém deve viver ou deve morrer.
Esse blog é novo, mas suas duas primeiras publicações já tocam muito a quem lê.

Sugiro também a leitura de um outro: da Amada Vitória de Cristo, um bebê que nasceu com Acrânia, falta do crânio, e que logo na gravidez, foi também diagnosticado como "incompatível com a vida"... essa bela bebezinha, que deveria morrer ao nascer, já fez um ano e 8 meses de vida, mostrando a todos nós que quem decide essas coisas não são os médicos e nem a ciência. Esses deveriam lutar para defender a vida, e não dizer às mães que seu filho não vai viver muito então é melhor matar já...

Essas histórias me comovem, pois mostram que ainda existem mães e pais (como os dos blogs acima) que lutam bravamente pela vida, saúde e felicidade de seus filhos, mesmo indo contra toda uma sociedade egoista e cruel.

Sim, um filho dá trabalho, tira noites de sono, tira nossa liberdade de fazer o que queremos... um filho especial, mais ainda. E aí está a maior beleza desses pais e mães, mais especiais ainda que seus filhos especiais, que fazem de sua vida, um exemplo de amor e doação a seus queridos filhos.

Certamente, nosso pai que está no céu os recompensará por tanto amor e tanta doação.

Quero sugerir também que você passeie no fim de semana em outro blog pró vida: Vida Sim, Aborto Não, com muitas informações interessantes na defesa da Vida.

Grande abraço e um abençoado fim de semana para você.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida

Entre os dias 3 e 6 de novembro de 2011 o Mosteiro de São Bento em São Paulo será a sede do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida organizado pela entidade pró-vida Human Life International.



SÃO PAULO, 27 Set. 11 / 10:34 pm (ACI) – Entre os dias 3 e 6 de novembro de 2011 o Mosteiro de São Bento em São Paulo será a sede do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida organizado pela entidade pró-vida Human Life International. Conferencistas do Brasil, Argentina, Bolívia, Equador e Estados Unidos abordarão a temática do aborto, da ideologia de gênero, marxismo cultural, o inverno demográfico e a descristianização do ocidente em um contexto de contínuas ameaças à vida e à família na legislação brasileira.



O Congresso contará com a presença de Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, assim como de outros importantes líderes pró-vida brasileiros: o Pe. Luis Carlos Lodi, da Associação pró-vida e pró-família de Anápolis e o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo da diocese de Cuiabá, conhecido pelo seu destacado trabalho a favor da vida informando o público sobre as recentes tentativas de legalização do aborto no Brasil por parte de alguns legisladores brasileiros.



Entre os palestrantes vindos do exterior estão os leigos Raymond de Souza, diretor de programações para os países de língua portuguesa da Human Life International e Mario Rojas, diretor de Coordenação Latino-Americana da mesma entidade, ambos dos Estados Unidos; o Padre Juan Carlos Chavez, autor de distintas iniciativas e campanhas pró-vida no Equador; Mons. Juan Claudio Sanahuja, membro correspondente da Pontifícia Academia para a Vida e o Dr. Jorge Scala, advogado, professor e autor do livro “Ideologia de Gênero, o Neototalitarismo e a Morte da Família”, que será lançado em breve no Brasil.



Outras presenças de destaque confirmadas no evento são o Pe. Shenan Boquet, presidente da Human Life International e do leigo Matthew Culliman, do site pró-vida Lifesitenews, que conta com uma versão em português.



Segundo assinalam os organizadores do evento, o congresso ocorre em um contexto em que a Igreja Católica no Brasil, “através da manifestação de diversos bispos, sacerdotes e leigos vem denunciando e lutando contra a implantação da Cultura da Morte”.


“Durante as eleições presidenciais de 2010, a candidata mais cotada só venceu no segundo turno porque se retratou de sua posição favorável à legalização do aborto e comprometeu-se a não avançar nesta direção durante seu governo. Esse acontecimento foi histórico, pois, pela primeira vez, o tema do aborto influenciou de forma decisiva os rumos da política no Brasil, demonstrando como a nação brasileira é contra sua descriminalização”, recorda também a nota de imprensa da HLI.



A fim de proporcionar a participação do maior número de pessoas, o evento será transmitido simultaneamente para Minas Gerais, Brasília e Rio de Janeiro. Pessoas de qualquer parte do mundo poderão assistir as palestras do congresso via internet.



O evento, que também foi noticiado pela Pontifícia Academia para a Vida, tem por objetivos compartilhar experiências sobre a defesa da vida no Brasil e no mundo, aprofundar aspectos concernentes à defesa da vida humana e à defesa da família, informar sobre as inúmeras pressões exercidas contra a dignidade da pessoa humana e promover o diálogo entre as diversas entidades e associações existentes que trabalham em prol da Família.



Fonte: ( ACI )






Inscrições e outras informações:



http://congressoprovida.com.br/


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Anticoncepcionais e Aborto

Amigos,
Após assistir a esse vídeo, penso em quantas pessoas no mundo estão sendo tremendamente enganadas...
Quantos cristãos que vão à Igreja, buscam a santidade, e podem estar, sem saber, assassinando seus própríos filhos!!!! É muito sério saber que até hoje não nos contaram que anticoncepcionais podem caudar aborto!!!


Assista a esse vídeo, antes que seja tarde demais... http://www.youtube.com/watch?v=VXcpiktmYfM&feature=youtube_gdata_player

Após assistir, peço a você para encaminhar, publicar em seu blog, informar seus amigos, parentes, é muito importante... não sejamos omissos!!!

Para quem assistir e quiser mudar de vida, seguem links para conhecer um método natural, que não é a tabelinha e funciona de verdade:
 Cenplafam - Centro de Planejamento Familiar
MOB na Canção Nova
Billings life


A indicação veio da Dani

terça-feira, 12 de julho de 2011

Uma carta ao irmão que não nasceu

Uma carta ao irmão que não nasceu

Esta carta, baseada em uma experiência da vida real, foi escrita por uma dirigente do movimento pró vida, que por razões óbvias deseja permanecer no anonimato.

Meu querido irmão:

Hoje, enquanto olhava alegremente nos olhos do meu filhinho, me perguntei como é possível que alguém possa fazer mal a uma criatura inocente como esta que não pode se defender, e chorei por todos aqueles bebês que foram abortados, e não tiveram a sorte que meu filho teve de poder nascer e ser embalado nos braços de uma mãe que o esperou com amor.

Embora não tive a mesma sorte de te conhecer nesta terra, eu te amo muito meu irão, pois através do olhos da alma eu te vislumbrei. Sei que, se tivesse podido nascer, terias o cabelo preto de nosso pai e os olhos vivos e alegres de nossa mãe; talvez até se pareceria um pouco comigo. Nesta carta, a qual com o favor de Deus espero que os anjos te façam chegar, quer te pedir que perdoe nossa mãe por não ter te permitido nascer. Ela não sabia o que fazia quando foi até aquela mal chamada "clínica", onde um médico sem escrúpulos; que sim sabia que abortar é matar; destroçou com a cureta teu corpinho que mal começava a se formar, e com ele destruiu também o plano de Deus para ti. Nossa mãe, pobrezinha, não soube o que tinha feito até muitos anos depois.

Um triste dia ambas contemplamos horrorizadas a realidade do aborto homicida refletida em algumas fotos, verdadeiras provas de que o aborto é um crime. Que dor tão grande sentimos, querido irmão, ao ver aquelas fotos pela primeira vez e comprovar como deve ter ficado teu corpinho depois do aborto que te privou a vida; e que, embora passados já vários anos, nossa querida mãe não pôde esquecer! Irmãoazinho, ela ainda sonha contigo, sobre como seria, e eu às vezes, quando nos reunimos todos os irmãos na mesa familiar com nossos pais, sinto no meu coração tua ausência que faz com que o grupo esteja incompleto e me pergunto como seria tê-lo aqui conosco.

Lá no céu, onde sei que graças à misericórdia de Deus você está, rogo a Ele que te envie meus pensamentos, e te peço perdão em nome de nossa mãe, a quem a imensa dor do arrependimento e o peso que levou em sua consciência por tua morte; não a deixaram expressar em palavras o que de veras sente. Roga a Deus por ela, pois embora sabe que Ele a perdoou porque não sabia o que fazia, ainda lembra e pensa no muito que teria te amado, se tivesse nascido. Peça a Ele por outras mulheres, para que não caiam no mesmo erro que nossa mãe, por falta de conhecimentos. Da minha parte, prometo que ainda que não pude te salvar do aborto, outras crianças serão salvas por meu esforço, pois trabalharei para levar as suas mães a mensagem que a nossa não recebeu.

O amor e lembrança, da sua irmã que espera, com a ajuda de Deus, encontrar contigo algum dia na eternidade...

FONTE: Anônimo, "Carta ao irmão que não conheço," Escolha a Vida (janeiro/fevereiro de 1991), suplemento "Caminos de Esperanza". Escolha a Vida é o boletim de Vida Humana Internacional.

(fonte: www.acidigital.com)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Eletricista rejeita oferta de trabalho em clínica de aborto


Foto de Tim com sua família

Da Redação, com ACI Digital - Dave Hrbacek / The Catholic Spirit

O jornal The Catholic Spirit da Arquidiocese de Minneapolis, nos Estados Unidos, destacou o testemunho de um eletricista católico que, apesar de estar desempregado desde julho de 2009, rejeitou uma suculenta oferta de trabalho na construção de uma clínica abortista da rede Planned Parenthood.

Em meados de fevereiro, Tim Roach, que tem dois filhos pequenos, recebeu uma ligação do sindicato local sobre uma oferta de trabalho. "Não podia chegar em um momento melhor. Os benefícios por desemprego de Tim estão por acabar. Não podia acreditar que estavam oferecendo um trabalho por um prazo de onze meses com um salário anual de 65 000 a 70 000 dólares", contou o eletricista ao periódico.

Tim pensou que o emprego era perfeito mas logo recebeu a má notícia. Tratava-se de uma posição na construção da nova clínica da Planned Parenthood na avenida University da cidade de St. Paul. "Ele (o representante do sindicato) não estava realmente seguro de que iam praticar abortos ali. O rapaz evitou o ponto, acredito, para buscar me atrair e que eu dissesse sim. Mas, me disse a mim mesmo: 'Espere um minuto. É uma da Planned Parenthood'", a maior rede de clínicas abortistas do mundo.

O eletricista segue desempregado e sem perspectivas imediatas de emprego. Felizmente, sua esposa Nicole,
de 37 anos, tem um trabalho a tempo completo em uma escola primária. Embora Tim tenha rejeitado a oferta com prontidão - a conversação Telefônica durou apenas um minuto - Nicole tomou mais tempo para acatar sua decisão, sobre tudo porque ela dirige o orçamento familiar e se ocupou da tensão financeira do desemprego prolongado de Tim.

"O primeiro que queria fazer era justificar (aceitar o trabalho)", mas logo percebeu que não era "só uma clínica".

"Em todo este processo, nossa fé se aprofundou. Sentimo-nos como se isto fosse uma prova para nossa fé. Escolhemos manter nossa fé", afirma Nicole e assegura estar impressionada pela reação do seu marido. "Ele tem essa formação moral que o faz reconhecer imediatamente que isto não é o correto", afirma.

A história de Tim chegou por correio eletrônico ao Padre Erik Lundgren, vice-pároco da paróquia Divina Misericórdia, que Tim freqüenta, e a incorporou em uma de suas homilias. "Pensei que é um exemplo inspirador para todos em nossa paróquia, sobre o zelo que é necessário que nós os católicos tenhamos no debate pró-vida, na luta pró-vida", afirma o sacerdote.

"É inspirador para mim como um sacerdote. Aqui, na Divina Misericórdia, as palavras, 'Jesus, confio em ti' escritas na nossa pia batismal, e é disto que se trata tudo isto", acrescentou.

Conforme afirma The Catholic Spirit, "Tim continua procurando um trabalho. Em última instância, seu objetivo é começar sua própria empresa, mas terá que ganhar e economizar dinheiro para que isto aconteça. Enquanto isso, está disposto a aceitar qualquer trabalho que possa encontrar".

"Nos últimos seis meses, aprendemos a tomar nossos temores e preocupações e entregá-las a Deus," diz Nicole, sua esposa. "Sentimo-nos orgulhosos de ser católicos e orgulhosos de tomar uma posição contra o aborto", acrescentou.

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Apelo aos Brasileiros - Eleições

Vamos fazer a nossa parte de cidadania?
Divulgue aos seus contatos!


APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS
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http://www.diocesedeassis.org/index.php?option=com_content&view=article&id=169:apelo-a-todos-os-brasileiros

NÓS, PARTICIPANTES DO 2º ENCONTRO DAS COMISSÕES DIOCESANAS EM DEFESA DA VIDA (CDDVS), ORGANIZADO PELA COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

- considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) O ATUAL GOVERNO COMPROMETEU-SE A LEGALIZAR O ABORTO,

- considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como DIREITO HUMANO DA MULHER,

- considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Polítíca das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO ATÉ O NONO MÊS DE GRAVIDEZ E POR QUALQUER MOTIVO, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,

- considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,

- considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº CONGRESO, O PT ASSUMIU A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO E O ATENDIMENTO DE TODOS OS CASOS NO SERVIÇO PÚBLICO COMO PROGRAMA DE PARTIDO, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,

- considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os doisdeputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,

- considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do IMPERIALISMO DEMOGRÁFICO que está sendo imposto
em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto - problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como MODERNA ESTRATÉGIA DO CAPITALISMO INTERNACIONAL,

- considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº CONGRESSO NACIONAL DO PT MANIFESTOU APOIO INCONDICIONAL AO 3º PLANO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,

- considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria MINISTRA DA CASA CIVIL COMO CANDIDATA OFICIAL DO PARTIDO DOS TRABALHADORES PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA,

- considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, O PT E AS LIDERANÇAS PARTIDÁRIAS DA BASE ALIADA BOICOTARAM A CRIAÇÃO DA CPI DO ABORTO que investigaria o assunto,

RECOMENDAMOS ENCARECIDAMENTE A TODOS OS CIDADÃOS E CIDADÃS BRASILEIROS E BRASILEIRAS, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, QUE, NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, DEEM SEU VOTO SOMENTE A CANDIDATOS OU CANDIDATAS E PARTIDOS CONTRÁRIOS À DESCRIMINALIZACÃO DO ABORTO.

> Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” [http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf], elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.

COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB

> http://www.pesquisasedocumentos.com.br/apelobrasileirosbrasileiras.pdf

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Obrigado por não me abortar!

BUENOS AIRES, 20 Abr. 10 (ACI) .- Mauricio tem 23 anos e após ter criado no Facebook um grupo chamado "Procuro a minha mamãe" finalmente a encontrou e pôde reunir-se com ela que o havia abandonado ao nascer. Suas primeiras palavras à mulher que agora tem 50 anos foram: "Obrigado por ter tido a valentia de bancar-me (me suportar) sete meses e não ter me abortado".
No sábado pela tarde Mauricio conversou por telefone com sua mãe. Ela, muito emocionada, disse-lhe: "meu filho; sou eu, sua mamãe. Não me odeie. Perdoe-me. Recordei-te sempre, nunca me esqueci de você".
O emotivo encontro em Córdoba, cheio de abraços e silêncios, deu-se ao dia seguinte. Em declarações ao jornal argentino "Clarín" o jovem comentou: "senti-me pleno, nunca tinha experimentado a serenidade da alma. Por fim pude fechar minha história"."O único que atinei a dizer foi que estava tudo bem e que eu a perdoava", disse Mauricio.
No encontro, explica o jovem de 23 anos, a mãe lhe contou que não tinha outros filhos, que seu pai foi "um acidente" em sua vida e que tinha reconstruído sua vida com outra pessoa. Sem ressentimento, ele lhe ofereceu uma mensagem de gratidão: "Obrigado por ter tido a valentia de bancar-me sete meses e não ter me abortado".
Ao relatar a história que finalmente levou a este esperado encontro, em meio de seus "novos parentes", Mauricio assinala que "eles me contaram que minha mãe estava vivendo em Córdoba capital. Disse-lhes que não queria problemas, só precisava agradecer-lhe porque ela me deixou nascer".
Agora, comenta o jovem, o grupo de Facebook vai se chamar "Já a encontrei".

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Andrea Bocelli sobre o Aborto

A HAIA, 07 Jun. 10 (ACI) .- O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha "certa", dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.
Em um vídeo no site YouTube intitulado "Andrea Bocelli conta uma "historinha" sobre o aborto", o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por "um ataque de apendicite simples.""Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência."Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu," ele continuou."
Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa". Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em "situações difíceis", que querem salvar a vida de seus bebês.
Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.
O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês).
A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded
Fonte: ACI digital

terça-feira, 9 de março de 2010

Bebê prematuro sobrevivente

Ao ler essa reportagem, fiquei pensando... essa é a beleza do amor, do lutar pela vida. Enquanto mulheres lutam para ter o direito de matar seus filhos em seu ventre, essa viu seu filho sendo submetido a 6 meses de tratamento intensivo para poder levá-lo pra casa, por ter nascido tão pequeno.
Situações como essa nos lembram que devemos lutar pela vida, a cada dia, pela nossa e pelo de cada bebê que hoje corre o risco de ser assassinado, sem ter o direito de ver o sol nascendo. Assim como esse bebê, que lutou e conseguiu sair de 275 gramas para quase quatro quilos em seis meses, e viver!
Lutemos pela vida, ao lado de Deus, que é o Deus da Vida!

BERLIM, 07 Mar. 10 (ACI) .- Um bebê menino que nasceu em 25 de junho de 2009 com 275 gramas de peso, sobreviveu logo depois de seis meses de tratamento e foi dado de alta em dezembro passado, convertendo-se no menor recém-nascido (varão) do mundo que conseguiu sobreviver.Este fato foi destacado pela imprensa ao assinalar que de acordo à experiência médica, os bebês prematuros que nascem com menos de 350 gramas de peso falecem ao pouco tempo de nascer.
Conforme indicou o porta-voz da Universidade Médica de Göttingen (UMG), Stefan Weller, o bebê nasceu na vigésima quinta semana de gestação com 275 gramas e após seis meses na unidade de cuidados intensivos, foi dado de alta em dezembro com 3,7 quilogramas de peso.
Este menino se converteu no quarto bebê do mundo que sobreviveu logo depois de nascer com um peso tão baixo, e no primeiro de sexo masculino. Segundo as estatísticas, as possibilidades de sobrevivência dos bebês prematuros são 25 por cento mais altas nas meninas.
Segundo a UMG, a mãe chegou em junho à clínica universitária por complicações na gravidez. A pesar que os médicos tentaram atrasar o parto, este teve que dar-se através de uma cesárea.Indicou-se que o menino não teve complicações severas como derrames cerebrais ou infecções letais, e que para favorecer seu desenvolvimento motor e neurológico, está sendo submetido à estimulação precoce e a controles médicos regulares.
Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mulher que ameaçou ativista pró-vida com uma faca desiste de abortar graças a ela

Essa é pra provar que devemos sempre lutar pela vida! Mesmo que pareça que a vitória está perdida!
Abraços
João Batista

NOVA IORQUE, 19 Fev. 10 (ACI) .- Uma mulher grávida, que ameaçou com uma faca uma ativista pró-vida que se manifestava pacificamente nos subúrbios de uma clínica abortista em Duluth, Minnesota (Estados Unidos), explicou que foi graças à valente intervenção da jovem que desistiu de abortar e conservar o seu bebê.Os fatos ocorreram no último 24 de novembro de 2009 mas somente agora, no juízo que segue por esta agressão, que se conheceu a desistência de abortar de Mechelle Hall, uma mulher de 26 anos que ameaçou Leah Winandy, de 21 anos de idade com uma faca na garganta.
Ela, sua mãe Sarah Winandy e outros ativistas se manifestavam pacificamente nos subúrbios de uma clínica abortista tratando de convencer às mulheres para que não abortem a seus bebês."Obrigado por estar ali. Se você não estivesse ali, provavelmente teria seguido adiante e me arrependido para o resto de minha vida. Provavelmente teria seguido outro caminho (o aborto). Estou verdadeiramente triste pelo que fiz a ela", declarou Hall por telefone ao ser consultada sobre o que pensava de Winandy.
Por sua parte, Leah Winandy de Wisconsin comentou que "estava ali para pedir às mães que não matassem seus bebês na clínica abortista. Ela (Hall) caminhava em minha direção. Tirou uma faca e a movia enquanto me dizia 'não se aproxime de mim' e eu lhe disse 'por favor não mate seu bebê. Tenha temor a Deus'. Aproximei-me um pouco mais e lhe disse: 'olhe e escute o seu ultra-som'. Ela se apoiou sobre mim e pôs a faca na minha garganta".
O escritório do fiscal que acompanha o caso contatou Leah Winandy e perguntou se estava de acordo que Mechelle Hall recebesse como pena a liberdade condicional em vez de ser mandada para a prisão. Ela assentiu. "Perdôo Mechelle pelo que ela fez e o faço porque Deus me deu o perdão em meu coração por ela", adicionou.
Mechelle Hall explicou que saberá o sexo do bebê, que leva em seu seio desde novembro, no próximo mês de março.Por sua parte, o Diretor Nacional da Priests for Life (Sacerdotes pela Vida), Pe. Frank Pavone, disse que este caso mostra "a verdade sobre quem procura abortar e inclusive sobre os que fazem os abortos: estão confundidos e são ambivalentes. Apesar dos seus esforços por aparentar estar seguros do que fazem, não estão. Frente à retórica sobre a 'liberdade de escolher', se dirigem rumo ao aborto porque sentem que não têm liberdade nem opção".
"E a lição para os ativistas pró-vida é que aquilo que com freqüência se apresenta como ira e desgosto é o primeiro passo para a conversão. Não devemos temer estas reações", concluiu.
Fonte: ACI Digital Agência Católica de Notícias

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Filme revela estratégia usada no negócio do aborto

WASHINGTON DC, 22 Fev. 10 (ACI) .- Sob o título de Blood Money (Dinheiro Sangrento), o diretor David K. Kyle mostra a estratégia usada pelos abortistas, como a fundação americana Planned Parenthood Federation, para promover esta prática apesar de significar a morte de seres inocentes.
"A meta era de três a cinco abortos por cada jovem entre os 13 e 15 anos", relata no filme uma pessoa que foi membro da Planned Parenthood Federation, quem explica que "tínhamos um plano completo para promover o aborto e o que denominamos 'educação sexual'".
"O plano consistia em romper com a inocência natural dos jovens, separá-los dos seus pais e seus valores e convertê-los em experts em sexo em suas próprias vidas para que viessem até nós, onde daríamos pílulas anticoncepcionais de baixa dose para que as garotas ficassem grávidas ou camisinhas defeituosas", acrescenta.
O diretor do filme assinala que o aborto é um negócio apesar das trágicas conseqüências para a mulher. "Deve-se conseguir que aflore a verdade para salvar aos não nascidos", afirma.
O filme trata desde a despenalização do aborto nos Estados Unidos, com o caso Roe vs Wade, assim como a certeza científica de que a vida começa na concepção. O objeto é compreender melhor esta crua realidade que leva cada ano a que diariamente, mais de três mil mulheres americanas abortem.
O filme, que está em etapa de pós-produção, inclui entrevistas a líderes pró-vida e testemunhos de mulheres que abortaram alguma vez em sua vida.
Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A nova década de um mundo envelhecido

A nova década de um mundo envelhecido
População mundial: do auge ao fracasso


Por Pe. John Flynn, L.C.


ROMA, terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).– As Nações Unidas acabaram de publicar um relatório chamando atenção sobre o rápido envelhecimento da população mundial. Pouco depois do começo do ano, o Departamento de Assuntos Econômicos publicava seu relatório “Envelhecimento da População Mundial 2009”.

Entre os principais resultados do relatório estavam os seguintes pontos:

- O envelhecimento atual não tem comparativos com a história. É esperado que, para o ano de 2045, o número de pessoas com mais de 60 anos supere o número de menores de 15. Nas regiões mais desenvolvidas, onde se tem avançado o envelhecimento, essa situação já aconteceu em 1998.

- A idade média atual do mundo é de 28 anos, com a metade da população mundial acima dessa idade e outra metade abaixo. Na metade do século a idade média chegará provavelmente aos 38 anos.

- O envelhecimento está afetando quase todos os países do mundo, devido à diminuição de fertilidade que tem se tornado quase universal.

- O envelhecimento terá uma forte impacto no desenvolvimento econômico, investimentos, mercados trabalhistas e fiscais.

- Dado que a taxa de fertilidade é pouco provável que suba novamente para os níveis elevados do passado, o envelhecimento é irreversível e as populações jovens, algo até recentemente comum, serão mais raras no século XXI.

- No âmbito mundial, existe atualmente cerca de 9 pessoas na idade de trabalho que sustentam cada pessoa idosa. Em 2050, cairá para 4, com consequências graves para o sistema de pensões. Além disso, a atual crise econômica trará um grave declínio do valor dos fundos de pensão.

Mais relatórios

Outros relatórios recentes da ONU examinam em maior profundidade os problemas demográficos de cada país. Um estudo do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (UNDP), nomeado “Rússia frente aos Desafios Demográficos”, previu que a população vai continuar a diminuir, informou em 4 de outubro Associated Press.

Segundo a UNDP, a população da Rússia baixou 6,6 milhões desde 1993, apesar do afluxo de milhões de imigrantes. O relatório advertiu que em 2025 o país poderia perder outros 11 milhões de pessoas.

As consequências de tal redução serão, segundo a UNDP, o corte de mão de obra, o envelhecimento da população e o menor crescimento econômico. Em 2007 a Russía era o nono país do mundo em população. Em 2050, as Nações Unidas estimam que a Rússia irá ocupar o posto de décimo quinto na lista, com uma população menor do que o Vietnã.

A Rússia necessita reduzir seu alto índice de abortos para contrapor a tendência de diminuição da população, advertia a ministra da Saúde do país, Tatyana Golikova, informou em 18 de janeiro France Presse.

Golikova declarou que em 2008 houve 1.714.000 nascimentos na Rússia e 1.234.000 abortos.

Em sua análise de 20 de janeiro às declarações de Golikova, o centro de geopolítica Strarfor observava que, ainda que a ministra anuncie que em 2009 houve um ligeiro aumento da população da Rússia entre 15 a 25 mil habitantes, isso se deve a causas extraordinárias.

O aumento se deve, em parte, aos incentivos do governo para que os russos voltem a seu país desde as antigas repúblicas soviéticas. Depois de vários anos desse fluxo migratório, o número de russos que querem voltar diminuiu com rapidez.

Outra causa do ligeiro aumento da população é que o grupo de idade entre 20 e 29 anos soma cerca de 17% da população e se demonstra bastante fértil. A geração nascida antes dessa, no entanto, foi muito menos.

Falta de meninas

Ainda que o Vietnã esteja a ponto de superar a Rússia, o excesso de abortos naquele país está causando graves problemas, segundo o relatório de agosto de 2009 publicado pelo Fundo de População das Nações Unidas.

O estudo “Mudanças recentes na proporção entre os sexos nos nascimentos no Vietnã. Uma Revisão de Evidências”, examinava o problema dos abortos seletivos por sexo.

Normalmente a proporção dos sexos ao nascer (definida como o número de meninos nascidos por cada cem meninas), está entre 104-106/100.

Essa proporção, explicava o informe, é, em circunstâncias normais, bastante estável ao longo do tempo, em regiões geográficas, continentes, países e raças.

Os estudos sobre a porcentagem de sexos revelaram uma mudança inesperada, que começou nos anos oitenta em alguns países asiáticos, comentava a agência das Nações Unidas. “Junto ao declínio de fertilidade, essa tendência está se estendendo por países com grandes populações da Ásia, ameaçando assim a estabilidade demográfica mundial”, continuava o relatório.

No Vietnã, a proporção entre os sexos ao nascer para o ano de 2006 foi de 110/100 crianças do sexo masculino. Segundo o relatório, a mudança na proporção começou faz cerca de uma década e atualmente está aumentando em quase um ponto por ano. Nesse ritmo atual de mudança, a proporção pode superar a marca de 115 em alguns anos, estabelecia o relatório.

Se essa tendência não se inverter, o Fundo de População adverte que em 2025 o Vietnã terá um excesso significativo de população masculina. Isso terá muitas consequências negativas para o país e afetará especialmente a população adulta jovem no momento de se casar.

O fenômeno de “falta de meninas” é bem conhecido na China. Um relatório recente confirmava a prática de abortos seletivos por sexo. A Academia Chinesa de Ciências Sociais afirmou que haverá mais de 24 milhões de homens que não poderão encontrar uma esposa no final dessa década, informou em 12 de janeiro o jornal Times.

A reportagem culpava por esse desequilíbrio a política da chinesa de ter somente um filho.

“O problema é mais grave nas zonas rurais, devido à falta de um sistema de segurança social”, indicava a reportagem. “Os camponeses idosos têm de se confiar na sua descendência”, observava.

Segundo o artigo do Times, um especialista chinês afirma que em 2006 a proporção de sexo havia aumentado para 120/100.

Declínio

No país vizinho, Japão, a população segue diminuindo. Um editorial publicado em 15 de janeiro no jornal Japan Times indicava que as estimativas do ministério de Saúde, Trabalho e Bem Estar da nação calculam que em 2009 a população diminuirá em 75 mil pessoas, que é 1,46 vezes o declínio de 2008.

Segundo o editorial, o Instituto Nacional de Investigação de População e Segurança Social estima que a população do Japão cairá dos 100 milhões em 2046 para 90 milhões em 2055. A população atual se estima em cerca de 128 milhões.

Enquanto surgem cada vez mais elementos de preocupação por envelhecimento de população do mundo e a diminuição dos índices de fertilidade, o governo dos Estados Unidos está no meio de uma dramático aumento de seu apoio à anticoncepção e ao aborto por todo o mundo.

A 8 de janeiro, a secretária de Estado, Hillary Clinton, discursou com ocasião do décimo quinto aniversário da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento que teve lugar em 1994 no Cairo, Egito.

Em sua intervenção, celebrava uma das primeiras atuações do presidente Barack Obama em seu cargo, que foi suspender as restrições de financiamento do governo federal às organizações que financiam o aborto nos países em desenvolvimento.

Também observava que os Estados Unidos renovaram seu financiamento ao Fundo de População das Nações Unidas e que o Congresso destinou 648 milhões de dólares em ajuda ao exterior para programas de planejamento familiar e saúde reprodutiva.

Prometeu ainda mais ajudas no futuro para levar ofertas de anticoncepcionais a todas as mulheres de cada nação. E também destacou o trabalho que o governo dos Estados Unidos está conduzindo junto à International Planned Parenthood Federation, conhecida por realizar milhões de abortos por ano.

O entusiasmo atual por fazer todo o possível para baixar a fertilidade está movido claramente por motivos ideológicos que não param para considerar as consequências econômicas de políticas que conduzem a um rápido declínio de fertilidade em um curto período de tempo.
Fonte: Zenit.org