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terça-feira, 25 de junho de 2013

Casais que usam contraceptivos podem comungar?

Casais que usam contraceptivos podem comungar?

Por Silvio L. Medeiros
Casais que usam anticoncepcionais dentro do matrimônio podem receber a comunhão?

Casais que usam métodos contraceptivos dentro da sua vocação, no sacramento do matrimônio, estão impedidos de comungar por estarem em pecado mortal. É falta grave porque a matéria sexual diz respeito a fonte da vida humana e sua expressão máxima de entrega e de amor. É portanto sagradíssima. 
 
Um casal que usa de sua faculdade sexual se fechando completamente a vida possível de futuros filhos, e comunga, corre o risco de comungar de sua própria condenação, como bem nos alertou São Paulo em sua primeira carta aos Coríntios no capítulo onze: "Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação" (versos 26-29). 
 
A única exceção é se o uso do método contraceptivo, no caso a pílula, for feita para tratamentos exclusivamente terapêuticos, como ovários polisísticos etc, que tem como consequência, embora não desejada, o efeito inibidor da ovulação na mulher.
 
Em termos gerais, sempre que há utilização da faculdade sexual, ela é por natureza humana, unitiva (une os esposos) e procriativa (está aberta a vida). Cada vez que num matrimônio uma das duas finalidades do ato conjugal é dissociada ou excluída, temos uma grave alteração da ordem natural da relação sexual humana. Neste caso, a finalidade única de tal exclusão da capacidade procriadora do ato sexual serve como dispositivo para liberar o prazer e rejeitar possíveis filhos; é portanto egoísta e mancha a dignidade humana.
Filhos não são um mal a ser combatido, muito menos uma ameaça. O fechamento a vida num ato conjugal através de contraceptivos é o sintôma máximo de que o amor conjugal que deveria nortear a vida do casal é incapaz de expandir-se acima de seus próprios interesses, está doente e atrofiado. 
 
Quando um casal fecha-se em si mesmo pela busca única do prazer, acaba vertendo seu caminho matrimonial para um caminho de morte. Pois uma vez que num ato conjugal pleno, o sexo torna-se expressão máxima de entrega, de aceitação total do outro tal como se é e de doação recíproca, num ato conjugal fechado a vida o sexo torna-se expressão de desamor pelo próprio cônjuge já que não existe uma aceitação total do outro na verdade do seu ser.
A mulher acolhe o homem rejeitando sua capacidade inseminadora, e o homem acolhe a mulher recusando seus ritmos psicológicos e fisiológicos. A mulher que se fecha a vida, se fecha à própria natureza física/espiritual de seu marido: deseja o seu corpo mas rejeita sua integralidade masculina. O homem que se fecha a vida, se recolhe e recusa a própria verdade de sua esposa na sua totalidade: renegando a capacidade fisiológica de sua esposa renega uma própria parte dela. 
 
Separar o sexo da procriação é separar o sexo do amor, e por fim, um do outro.
Em termos gerais, sempre que há utilização da faculdade sexual, ela é por natureza humana, unitiva (une os esposos) e procriativa (está aberta a vida). Cada vez que num matrimônio uma das duas finalidades do ato conjugal é dissociada ou excluída, temos uma grave alteração da ordem natural da relação sexual humana. 
 
Neste caso, a finalidade única de tal exclusão da capacidade procriadora do ato sexual serve como dispositivo para liberar o prazer e rejeitar possíveis filhos; é portanto egoísta e mancha a dignidade humana. Filhos não são um mal a ser combatido, muito menos uma ameaça. 
 
O fechamento a vida num ato conjugal através de contraceptivos é o sintoma máximo de que o amor conjugal que deveria nortear a vida do casal é incapaz de expandir-se acima de seus próprios interesses, está doente e atrofiado. Quando um casal fecha-se em si mesmo pela busca única do prazer, acaba vertendo seu caminho matrimonial para um caminho de morte.
Pois uma vez que num ato conjugal pleno, o sexo torna-se expressão máxima de entrega, de aceitação total do outro tal como se é e de doação recíproca, num ato conjugal fechado a vida o sexo torna-se expressão de desamor pelo próprio cônjuge já que não existe uma aceitação total do outro na verdade do seu ser. 
 
A mulher acolhe o homem rejeitando sua capacidade inseminadora, e o homem acolhe a mulher recusando seus ritmos psicológicos e fisiológicos. A mulher que se fecha a vida, se fecha à própria natureza física/espiritual de seu marido: deseja o seu corpo mas rejeita sua integralidade masculina. 
 
O homem que se fecha a vida, se recolhe e recusa a própria verdade de sua esposa na sua totalidade: renegando a capacidade fisiológica de sua esposa renega uma própria parte dela. Separar o sexo da procriação é separar o sexo do amor, e por fim, um do outro.
 
Muito bem. Então vem a pergunta: quer dizer que dentro de uma sexualidade verdadeira, completa, total, deve-se ter filhos indiscriminadamente? É claro que não. A tutela da liberdade a partir de critérios justos, honestos e retos serão um caminho de perene alegria se forem adotados pelo casal na hora de planejar a vinda de seus filhos. 
 
É tendo em conta o bem do casal, a felicidade, a situação econômica do lar, que os métodos naturais de regulação de natalidade poderão ser empregados sem maiores reservas. Embora não tenham filhos, se aceitam mutuamente em sua totalidade, em todas as suas dimensões, mesmo a procriativa, que neste momento apenas está inativa. 
 
Neste sentido diz o Papa Paulo VI, na Humanae Vitae, n.16, "se, para espaçar os nascimentos existem motivos sérios, derivados das condições físicas ou psicológicas dos cônjuges ou de circunstâncias exteriores, a Igreja ensina que então é licito ter um conta os ritmos naturais, iminentes às funções geradoras, para usar do matrimônio só nos períodos infecundos".
 
Para que esse espaçamento dos filhos seja feito da maneira mais consciente possível, existe o famoso método de ovulação ou Billings, que ajuda o casal a reconhecer o exato momento em que a mulher produz o óvulo, e de maneira completamente natural, dentro dos ritmos e tempos da mulher. Este método tem ajudado inúmeros casais em todo o mundo, tanto a espaçar os filhos quanto a tê-los, e possui inúmeros testemunhos luminosos, além de 99% de eficácia segundo a OMS. 
 
Para mais informações procure o CEMPLAFAM, Confederação Nacional de Centros de Planejamento Natural da Família, que fica na avenida Bernardino de Campos, 110 na cidade de São Paulo e atende pelo telefone (11) 3889 8800. 
 
Para citar este artigo:
MEDEIROS, Silvio L. Apostolado Veritatis Splendor: Casais que usam contraceptivos podem comungar?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4407. Desde 8/8/2007.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Não desejar a mulher do próximo


"Não combater o erro é corroborar com ele. Não defender a Verdade é suprimí-la" (Papa S. Félix).

Vamos aprender com prof. Felipe sobre esse mandamento...
Segue o texto.

Paz e Bem


****************************
“Jesus disse: “Ouvistes o que foi dito: “Não cometerás adultério” (Ex 20,14). Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo malicioso já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5,27-28). Jesus quer matar o pecado da impureza na sua raiz; no coração.

O Sexto Mandamento ensina a viver a pureza; isto é, não pecar contra a castidade. Esta significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal, a oração, a mortificação, e vivência dos Sacramentos. A Igreja ensina que: “Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (Cat. §2356).

O sexo só pode ser vivido pelos casais após receberem o Sacramento do matrimônio. Qualquer uso do sexo fora do casamento celebrado na igreja, é falta grave contra este Mandamento. O prazer sexual é moralmente desordenado quando é buscado por si mesmo, isolado das finalidades de procriação e de união.

O Catecismo da Igreja diz que: “Na linha de uma tradição constante, tanto o Magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado” (§2352); mas, fatores como a imaturidade afetiva, a força dos hábitos contraídos, o estado de angústia ou outros fatores psíquicos ou sociais podem diminuir a culpa da pessoa.

A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. Às vezes recebe o nome de “sexo livre”; sem compromisso, é pecaminoso. (cf. Cat. §2353)
A pornografia ofende a castidade porque desnatura o ato conjugal, doação íntima dos esposos entre si e atenta gravemente contra a dignidade daqueles que a praticam (atores, comerciantes, público), porque cada um se torna para o outro objeto de um prazer rudimentar. (cf. Cat. §2354)

O estupro é uma violência; provoca um dano grave que pode marcar a vítima por toda a vida. Mais grave ainda é o estupro cometido pelos pais e parentes (incesto) da vítima ou educadores contra as crianças que lhe são confiadas. (§2356)

A prostituição vai contra a dignidade da pessoa que se prostitui; mancha seu corpo, templo do Espírito Santo (1 Cor 3, 16; 6,19-20). É um flagelo social. A Igreja diz que é sempre gravemente pecaminoso entregar-se à prostituição; mas a miséria, a chantagem e a pressão social podem atenuar a falta da pessoa empurrada para esta prática. (cf. §2355).
 
É pecado grave contra o sexto Mandamento a prática homossexual, não a tendência. O Catecismo diz que: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados” (§2357).

Prof. Felipe Aquinowww.cleofas.com.br
 http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/07/23/o-sexto-mandamento/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Não leve os outros a Pecar


A MODÉSTIA CRISTÃ - Côn. José G. V. de Carvalho*

O fundamento bíblico que deve regular a modéstia cristã se acha em São Paulo: “Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? [...] Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que reside em vós?” (1 Cor 6,15.19)

Uma onda incontida de despudor, sobretudo por influição dos meios de comunicação, envolve nossa vida social. Ultrapassam-se todos os limites do bom senso com uma malícia diabólica. Certa vez, este articulista disse a uma jovem mal trajada: “Se algum rapaz, num ímpeto errôneo de paixão, a atacar, quem deverá ir para a cadeia é você que anda com roupas indecentes, indecorosas, indignas de uma cristã”! 
 
Tudo que é flagrantemente provocador e atua para perverter a alma alheia através da carne deve ser evitado. Ninguém pode ser pedra de escândalo para os outros. Por vezes, até pessoas casadas, vêm se queixar com os sacerdotes dizendo estar difícil viver de maneira cristã por causa do traje de certas mulheres que lhes desencadeiam um turbilhão de maus desejos por força de uma moda imoral. Trata-se de uma maré de exibicionismo sensual e, o que é pior, até mesmo dentro das Igrejas e, mais horripilo ainda, à hora sacrossanta das Missas. Tudo isto paira nas raias do sacrilégio. É estar a serviço da tirania do mal. 
 
A um católico está vedado ir indecorosamente vestido a qualquer lugar, mormente a um Templo. A Igreja, lugar santo, habitação especial de Deus, onde Sua presença é mais real e efetiva e onde está Cristo, prisioneiro de amor no Sacrário, o qual se imola, dia a dia, no santo sacrifício da Missa pelos pecados da humanidade, merece um respeito, uma compostura e uma conduta edificante, rigorosamente impecáveis. 
 
Causa pena como se profanam nossas igrejas, onde, sem a mais leve preocupação, com um atrevimento que espanta, ignoram-se preceitos morais tão sérios. Trata-se de um desafio à infinita bondade de Deus e uma provocação a sua tremenda justiça Não é lícito, mormente no Templo, exibir decotes escandalosos, roupas colantes ou transparentes, saias curtas. Esta é a diretriz paulina: “Vossa modéstia seja notória a todos os homens. O Senhor está próximo [...] Atendei a quanto há de verdadeiro, de honroso, de justo, de puro, de amável, de louvável, de virtuoso, de merecedor de louvor” (Filipenses 4, 5-8). 
 
Mais espantoso ainda é ir comungar desta maneira. O celebrante, por motivos óbvios, não pode negar a Comunhão a certas pessoas que melhor estariam numa praia do que num recinto sagrado. Entristecem-se, porém, os padres zelosos diante de tanto desplante, ousadia, audácia, atrevimento. Há pessoas que se esquecem que a sedução pecaminosa, além disto, já é, em si mesma, uma falta grave perante o Ser Supremo.
Na Europa há um santo rigor, uma vez que ficam guardas às portas das Igrejas, impedindo que turistas entrem de qualquer maneira na Casa de Deus. O que se olvida é que ser um autêntico católico supõe viver em plenitude a modéstia, virtude sumamente agradável a Deus, manifestando, por toda parte, pudor, decência, gravidade, compostura!
* Professor no Seminário de Mariana - MG

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Declaração da Pontifícia Academia para a Vida sobre A Pílula do Dia Seguinte



Declaração sobre a chamada "Pílula do día seguinte"


Como é comumente conhecida, a chamada pílula do dia seguinte recentemente foi posta à venda nas farmácias da Itália. Ela é um bem-conhecido produto químico (de tipo hormonal) que freqüentemente — mesmo na semana passada — tinha sido apresentado por muitos da área e pelos meios de comunicação de massa como um simples contraceptivo ou, mais precisamente, como um "contraceptivo de emergência", que se usado dentro de um curto tempo depois de um ato sexual presumivelmente fértil, deveria unicamente impedir a continuação de uma gravidez indesejada. As reações críticas inevitáveis daqueles que levantaram sérias dúvidas sobre como esse produto funciona, em outras palavras, que sua ação não é meramente "contraceptiva", mas "abortiva", receberam rapidamente a resposta de que tais preocupações mostravam-se sem fundamento, uma vez que a pílula do dia seguinte tem um efeito "anti-implantação", deste modo implicitamente sugerindo uma clara distinção entre o aborto e a intercepção (impedimento da implantação de um ovo fertilizado, isto é, o embrião, na parede uterina). Considerando que o uso deste produto diz respeito a bens e valores humanos fundamentais, a ponto de envolver as origens da própria vida humana, a Pontifícia Academia para a Vida sente a responsabilidade premente e a necessidade definitiva de oferecer alguns esclarecimentos e considerações sobre o assunto, reafirmando, além disso, as já bem conhecidas posições éticas sustentadas por precisos dados científicos e reforçadas pela Doutrina Católica.

1. A pílula do dia seguinte é um preparado a base de hormônios (pode conter estrogênio, estrogênio/progestogênio ou somente progestogênio) que, dentro de e não mais do que 72 horas após um ato sexual presumivelmente fértil, tem uma função predominantemente "anti-implantação", isto é, impede que um possível ovo fertilizado (que é um embrião humano), agora no estágio de blástula de seu desenvolvimento (cinco a seis dias depois da fertilização) seja implantado na parede uterina por um processo de alteração da própria parede. O resultado final será assim a expulsão e a perda desse embrião. Somente se a pílula fosse tomada vários dias antes do momento da ovulação poderia às vezes agir impedindo a mesma (neste caso ela funcionaria como um típico "contraceptivo"). De qualquer forma, a mulher que usa esse tipo de pílula, usa pelo medo de poder estar em seu período fértil, e assim pretende causar a expulsão de um possível novo concepto; sobretudo não seria realista pensar que uma mulher, encontrando-se na situação de querer usar um contraceptivo de emergência, pudesse saber exatamente e oportunamente seu atual estado de fertilidade.

2. A decisão de usar o termo "ovo fertilizado" para indicar as fases mais primitivas do desenvolvimento embrionário não pode de maneira alguma conduzir a uma distinção artificial de valor entre diferentes momentos do desenvolvimento do mesmo indivíduo humano. Em outras palavras, se pode ser útil, por razões de descrição científica, distinguir com termos convencionais (ovo fertilizado, embrião, feto etc.) os diferentes momentos em um único processo de crescimento, nunca pode ser legítimo decidir arbitrariamente que o indivíduo humano tem maior ou menor valor (com a resultante variação da obrigação de protegê-lo) de acordo com seu estágio de desenvolvimento.

3. É claro, então, que a comprovada ação "anti-implantação" da pílula do dia seguinte é realmente nada mais do que um aborto quimicamente induzido. Não é intelectualmente consistente nem cientificamente justificável dizer que não estamos tratando da mesma coisa. Além disso, parece suficientemente claro que aqueles que pedem ou oferecem essa pílula estão buscando a interrupção direta de uma possível gravidez já em progresso, da mesma forma que no caso do aborto. A gravidez, de fato, começa com a fertilização e não com a implantação do blastocisto na parede uterina, que é o que tem sido implicitamente sugerido.

4. Consequentemente, do ponto de vista ético, a mesma absoluta ilegalidade dos procedimentos abortivos também se aplica à distribuição, prescrição e uso da pílula do dia seguinte. Todos os que, compartilhando ou não a intenção, cooperam diretamente com esse procedimento, são também moralmente responsáveis por ele.

5. Uma outra consideração deveria ser feita com respeito ao uso da pílula do dia seguinte em relação à aplicação da Lei 194/78, que na Itália regula as condições e procedimentos para a interrupção voluntária da gravidez. Dizer que a pílula é um produto "anti-implantação", em vez de usar o termo mais transparente "abortivo", torna possível evitar todos os procedimentos obrigatórios requeridos pela Lei 194 a fim de interromper a gravidez (entrevista prévia, verificação da gravidez, determinação do estágio de crescimento, tempo para reflexão etc.), praticando uma forma de aborto que é completamente oculta e não pode ser registrada por nenhuma instituição. Tudo isso parece, então, estar em direta contradição com a aplicação da Lei 194, ela mesma contestável.

6. Finalmente, como tais procedimentos estão-se tornando mais disseminados, nós encorajamos fortemente a todos os que trabalham nesse setor a fazer uma firme objeção de consciência moral, o que gerará um testemunho prático e corajoso do valor inalienável da vida humana, especialmente em vista das novas formas ocultas de agressão contra os mais fracos e mais indefesos indivíduos, como é o caso de um embrião humano.


Cidade do Vaticano, 31 de outubro de 2000.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Qual a tentação que me derruba?


Gostaria muito que você pensasse sobre quais são os caminhos, conversas, hábitos, pessoas, ou lugares que você percorre até que, infelizmente, cometa um pecado.
 
Meu objetivo é ajudar você a compreender que todo pecado, invariavelmente, é precedido por uma tentação. E aqui está uma boa sacada! A tentação que me derruba é justamente aquela que me leva à prática do pecado. Mas onde está esta tentação?
 
Neste caso, a observação de si mesmo, a partilha e um pedido de ajuda, são ingredientes fundamentais para quem deseja - como você - quebrar um círculo vicioso feito de tentações que desembocam em pecados.
 
Observe-se, peça ajuda e, quando precisar mude os caminhos, pare com conversas inadequadas, mude hábitos, afaste-se de pessoas e deixe de ir a certos lugares.Por favor, reze sobre o que lhe digo!


Valei-me, São José!


Com carinho e orações,


Seu irmão,Ricardo Sá


Fonte: Canção Nova